Que falta faz aquele diretor de futebol raiz, na Ponte Preta


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Mal escalada e com expulsão, Ponte Preta perde mais uma



Aquela goleada que a Ponte Preta sofreu para o Juventude por 3 a 0 não serviu de base para que o seu treinador Márcio Zanardi chegasse à lógica conclusão que, para enfrentar o Novorizontino, o jeito seria povoar o meio de campo.

Era uma questão óbvia começar o jogo com três volantes, e colocar em prática apenas o contra-ataque na noite desta segunda-feira, em Campinas.

Teimoso, Zanardi escalou apenas apenas dois volantes, deixou o setor de meio de campo desguarnecido, e a derrota por apenas 2 a 0 reflete um Novorizontino com futebol aquém do que é capaz.

EXPULSÃO DE MÁRCIO SILVA

Claro que a expulsão do zagueiro Márcio Silva, da Ponte Preta, logo aos 16 minutos do primeiro tempo, criou impacto ainda maior e provocou mais desgaste na equipe.

No entanto, o que justifica a escalação do atacante Baianinho, que apanha na bola?

Também ficou claro o desinteresse do atacante Diego Tavares, que o substituiu no começo do segundo tempo, pois nem a disposição que anteriormente mostrava na recomposição foi vista.

E o agravante entre atacantes do elenco, nesta partida, é que Miguel e Luís Phelipe não estavam à disposição.

Eis a questão: será que nas categorias de base não há opções mais qualificadas de que David da Hora, por exemplo?

PONTE COM UM A MENOS

A dura entrada do zagueiro Márcio Silva, da Ponte Preta, sobre um adversário, aos 16 minutos do primeiro tempo, com a consequente expulsão, já complicou o cenário.

A partir dali ficou claro que não poderia oferecer resistência e, mesmo com o Novorizontino abaixo do esperado, bastaria explorar os habituais erros defensivos do time pontepretano.

FALHA DE DIOGO SILVA

Para complicar ainda mais, o seu regularíssimo goleiro Diogo Silva cometeu lambança ao sair mal da meta e chutar a bola em um de seus companheiros, com sobra para a finalização do meia Rômulo.

Como o chute acabou atingindo o poste de direito da meta pontepretana, a sobra ficou com Robson, com conclusão no canto esquerdo.

Assim, o Novorizontino abriu o placar aos 26 minutos.

Antes disso, os visitantes chegaram a marcar através do zagueiro Patrick, porém na jogada foram flagrados quatro jogadores em situação de impedimento e o gol foi invalidado.

BARCELOS FOI PARA A ZAGA

Se a Ponte Preta já dava mostras de um futebol desqualificado, com um homem a menos houve a necessidade da improvisação de Danilo Barcelos ao miolo de zaga.

Depois disso, a equipe passou a dar chutões quando conseguia desarmar as jogadas, e não criou absolutamente nada durante esse primeiro tempo.

E mesmo com as deficiências da Ponte Preta, o Novorizontino não soube se organizar ofensivamente naquela etapa, tanto que não exigiu defesas de realce do goleiro Diogo Silva.

SEGUNDO TEMPO DO NOVORIZONTINO

No segundo tempo, o Novorizontino dominou completamente, pressionou, mas faltou aproveitar as oportunidades criadas.

E mesmo quando vencia por 1 a 0 e dominava a partida, o treinador Zanardi imaginou, equivocadamente, que a Ponte Preta poderia ganhar força ofensiva ao 'sacar' o meia Élvis para entrada do David da Hora.

Nada a contestar sobre a saída de Élvis, mas a recomendação seria fortalecer o meio de campo com entrada do volante Gustavo Telles.

Pois o treinador preferiu a opção ofensiva para a entrada de David da Hora e, em seguida, optou pela entrada de Telles para o lugar do cansado Pottker.

ROBSON AMPLIA

E quando o meio de campo da Ponte Preta ficou mais desguarnecido, Novorizontino teve mais espaço para trabalhar a bola e, numa enfiada do lateral Maykon para o atacante Robson, na velocidade, ele ganhou a disputa direita com o zagueiro Lucas Cunha, da Ponte Preta, e definiu o segundo gol do Novorizontino aos 13 minutos do segundo tempo.






Cuidado com a lanterna, dona Ponte Preta!


Alô, alô, dona Ponte Preta: saiba que se continuar com esse desserviço de levar uma 'lambada' atrás da outra, nesta Série B do Campeonato Brasileiro, pode amargar a lanterna da competição no final da noite desta segunda-feira.

Se continuar 'brincando em serviço', na hipótese de que seja derrotada pelo Novorizontino, em jogo programado para as 20h, em Campinas, seria mantida com oito pontos e poderia ser superada pelo América Mineiro.

É que, no mesmo horário, ele vai recepcionar o Criciúma. E, projetando-se que saia vencedor, pula dos seis para nove pontos, com entrega do 'bastão' de lanterninha para ela.

JOGOS QUASE SIMULTÂNEOS

Em tempos de Copa do Mundo, com ampla possibilidade de espaçamento de datas para jogos nas competições nacionais, a dona CBF programa compromissos tanto de Guarani como de Ponte Preta em horários quase simultâneos.

Enquanto o Guarani defende a liderança da Série C do Brasileiro a partir das 19h30, contra o Confiança, em Sergipe, a Ponte Preta vai receber o Novorizontino, a partir das 20 horas.

ZAGUEIRO RAFAEL DONATO

Teoricamente, a previsão é de o Guarani se manter na liderança da Série C, convencionando-se que vença o instável Confiança, mesmo jogando em Sergipe.

Só que tem um detalhe que não pode ser desconsiderado: o zagueiro Maurício Antônio, suspenso, vai desfalcar a equipe, e o substituto dele deve ser o lento zagueiro Rafael Donato.

Eis aí o perigo.

Resta saber como o treinador Hélio Sizenando vai se virar com esse desfalque de Maurício Antônio, para que a defesa do Guarani não corra risco.




Torcida da Suécia comemora gol quando o selecionado era goleado



Qual o assunto que requer comentário neste sábado?

O treinador Carlos Ancelotti, que ganha mais de R$ 5 milhões por mês, no comando da Seleção Brasileira?

Pois é, ganha muito bem e não teve o necessário diagnóstico de que o Brasil perdeu o meio de campo de seus selecionado, no segundo tempo contra o Avaí.

Não!

Então sobre essa equipe horrorosa que montaram para a Ponte Preta, que pode terminar a rodada na lanterna da Série B do Campeonato Brasileiro?

Esse pode ser um fato concreto, na hipótese de ser derrotada para o Novorizontino, na segunda-feira, em Campinas?

Sobre o dentro e fora de campo da Ponte Preta é chover no molhado.

COSTA DO MARFIM ENDURECE

Cabe sim citação do surpreendentemente selecionado da Costa do Marfim, que 'vendeu caro' a derrota por 2 a 1 para Alemanha, na tarde/noite deste sábado, pela segunda rodada de seu grupo da Copa do Mundo?

Que condicionamento físico de seus jogadores!

Tivesse um pouco mais de capacidade para o acabamento das jogadas, certamente poderia se projetar chegar longe na competição.

E vejam que enfrentou a poderosa Alemanha, uma das cotadas a conquista do título.

INUSITISMO DOS SUECOS

O fato inusitado na tarde deste sábado foi ver a torcida da Suécia aplaudindo de maneira efusiva o gol de seu selecionado, quando perdia por 4 a 0 para Holanda.

Este foi o fato que a turma da televisão, que transmitiu o jogo, não observou ou fez de conta.

Década de 70 do século passado, como discípulo do saudoso mestre Sérgio Salvucci, recebi o ensinamento que repórter não deve repetir aquilo dito pelo narrador e comentarista.

Ele me orientou a buscar algum ângulo diferente, para a devida complementação do informativo ao ouvinte da Rádio Brasil-Campinas, à época.

Hoje, ou essa gente não observa um fato singular de uma torcida aplaudir exaustivamente o gol do seu selecionado, mesmo quando derrotado por 4 a 0, ou despreza algo que merece registro.

E o jogo terminou com derrota de 5 a 1 dos suecos.





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Brasil goleia no primeiro tempo; depois o Haiti iguala no ritmo de jogo



Depende a maneira de se observar esta goleada da Seleção Brasileira sobre o Haiti por 3 a 0, na noite desta sexta-feira, em placar construído ainda no primeiro tempo, na segunda rodada desta Copa do Mundo.

A desorganização defensiva do adversário, oferecendo espaços para a individualidade dos brasileiros, resultou no devido aproveitamento durante o primeiro tempo.

Depois, como os brasileiros se propuseram a administrar a vantagem, com exploração de alguns contra-ataques, ficou claro o meio de campo desguarnecido e, diante de um adversário mais qualificado, a situação deve ser preocupante.

Mesmo com as limitações, o Haiti se aproximou acima do que se esperava da meta do goleiro Alisson, obrigando-o a duas defesas difíceis.

APROVEITAMENTO NO PRIMEIRO TEMPO

Claro que quem aplica goleada por 3 a 0 tem os seus méritos, independentemente de fragilidade defensiva haitiana.

Seja como for, a lição de casa foi feita.

Então, quem prognosticou goleada comemorou e faz projeção que seja indício de confiança e tempo para ajustes daquilo que ainda precisa ser corrigido.

Agora, a briga pela liderança do grupo fica entre Brasil e Marrocos, que ocupam as duas primeiras posições com quatro pontos, mas prevalecimento dos brasileiros no critério saldo de gols.

Assim, a definição sobre quem vai ficar na primeira colocação ocorrerá na terceira e última rodada desta fase.

INDIVIDUALIDADE DO BRASIL

Uma buraqueira impressionante no miolo de zaga dos haitianos, durante o primeiro tempo, fugindo das linha baixas que se esperava, facilitou a missão da ofensiva brasileira.

E quando os espaços são oferecidos, oportunidades são criadas e algumas delas convertidas.

Em duas ocasiões consecutivas, Rafinha apareceu livre na cara do gol, uma delas chegou até concluir e marcar, mas o lance foi invalidado ao ser flagrado em impedimento.

Na outra chance, também impedido, chutou a bola para fora.

TRÊS GOLS

No entanto, quem facilita as investidas para o atacante Vini Júnior, do Brasil, claro que corre risco de sofrer gol.

Ele recebeu uma bola livre e, ao entrar na área, finalizou e, ao ficar espirrada, Matheus Cunha dividiu e ganhou a disputa com o adversário, colocando-a para o fundo das redes, aos 23 minutos.

Depois, novamente Rafinha quase aproveitou outra chance, quando apareceu livre, mas o chute fraco, aos 29 minutos, propiciou a defesa do goleiro adversário.

Aos 36 minutos, em lançamento do meia Paquetá, Matheus Cunha, livre de marcação, completou em bola chutada no canto alto direito e fez Brasil 2 a 0.

Aos 45 minutos, o lançamento de Paquetá encontrou desta vez Vini Júnior, em liberdade, que completou a jogada na saída do goleiro. Portanto, Brasil 3 a 0.

SEGUNDO TEMPO

No segundo tempo, com a diminuição de ritmo da Seleção Brasileira, o Haiti encontrou espaços para trabalhar a bola e, não fosse a incapacidade no último terço do campo, até poderia provocar embaraços aos brasileiros.

Foi o período em que Martinelli, da Seleção Brasileira, acertou bola no travessão e o atacante Endrick, que havia substituído Matheus Cunha, até chegou a marcar gol em contra-ataque, mas foi flagrado em posição de impedimento.




Na Ponte Preta, discutem SAF e o responsável pela terrível situação continua intacto



Mais uma etapa de suposta enrolação na Ponte Preta, com membros do Conselho Deliberativo aprovando a transformação do clube em SAF (Sociedade Anônima de Futebol).

Isso pode ter a confirmação na hipótese de provável aprovação entre associados, quando convocados.

Com esse discurso, dissociam o principal responsável do estágio do clube, que é o atual vice-presidente Marco Eberlin.

DÍVIDA MILIONÁRIA EM 2025

Ele colocou no 'colo' do Conselho Deliberativo, dívida, na temporada passada, superior a R$ 33 milhões, e aprovada.

Digamos que isso seria discutível se tivesse cumprido ao menos as obrigações de pagamentos de salário de jogadores, membros de comissão técnica, funcionários e pagamentos de débitos atrasados e inadiáveis.

CALOTE

Entretanto o 'calote' foi intensamente divulgado e o personagem que provocou tudo isso continua intacto, num dos maiores despropósitos da história do clube.

Inacreditável tudo isso. Por isso, a publicação na coluna anterior, sugerindo que pontepretanos da oposição jogassem a toalha e criassem a Ponte Preta Futebol Clube.

Restaria conclamar o sofrido torcedor, de verdade, a seguir os passos de construção de um novo clube provido de transparência e disposto a sair do zero para galgar degraus inimagináveis, como ocorreu na história do clube ao longo dos anos.

E a coragem para enfrentar esse desafio de romper barreiras e conclamar a coletividade em busca de aliados?





Numa situação sem controle da Ponte Preta, uma alternativa seria criar a PP Futebol Clube



CORREÇÃO: Na coluna anterior, quando fiz referência a atletas antigos de Campinas que repetiam a jogada como a de Mbappé no primeiro gol contra Senegal, citei que na Ponte Preta Rodrigues teria feito gol semelhante.

Errei e lembrei-me do engano quando, de machado na mão, desgalhava árvore seca que havia caído em meu quintal.

Não foi Rodrigues e sim Jairzinho, em 1965, quando participava de um quinteto ofensivo formado por Jairzinho, Ari, Da Silva, Urubatão e Almeida.

FUNDO DO POÇO DA PONTE PRETA

Como a dupla do primeiro escalão da Ponte Preta, com Luiz Torrano e Marco Eberlin, não assume a culpa pela incompetência administrativa-financeira, e o clube segue para um buraco sem fundo, alguma coisa precisa ser feita.

Não esperem que os citados dirigentes tenham humildade para reconhecer que não controlaram uma situação que foi fugindo do controle, agora com dura decisão da CBF.

A situação foge do controle depois que a ANRESF (Agência Nacional de Sustentabilidade do Futebol), órgão da CBF aplica a exclusão da Ponte Preta do Programa de Apoio e Reestruturação Financeira de Clubes da Série B do Campeonato Brasileiro.

A medida foi tomada porque a Ponte Preta acumulou 60 dias de atraso do pagamento das obrigações fundamentadas, inclusive verbas salariais e regulatórias da CBF.

Agora, a entidade vai bancar custos de deslocações, mas posteriormente vai enviar faturas visando o reembolso das despesas, com prazo determinado para isso.

Como presidente do Conselho Deliberativo do clube, José Armando Abdala Júnior, é omisso e não coloca na pauta o impeachment da dupla citada, não resta outra alternativa à oposição da Ponte do que deixar o 'barco rolar' e recriar a essência do clube de outra forma.

PONTE PRETA FUTEBOL CLUBE

Seria a criação da Ponte Preta Futebol Clube, com distância daqueles que colocaram o clube neste atoleiro.

Se o encaminhamento da Associação Atlética Ponte Preta pode ser terceira ou quarta divisão, quer em campeonatos estadual e nacional, por que não se desvincular da Associação Atlética e criar a Ponte Preta Futebol Clube, mesmo que comece da estaca zero.

Assim, que deixem a quem colocou a Associação Atlética nesta situação temerária com a atribuição de se explicar.

Alguns clubes do interior paulista voltaram à estaca zero e ainda procuram galgar degraus mais altos.






Mbappé enche os olhos do torcedor francês


Como o atacante francês Mbappé 'roubou' a cena na tarde desta terça-feira, com dois belos gols, na vitória da França sobre Senegal por 3 a 1, na Copa do Mundo, cabe repercussão principalmente sobre o primeiro deles.

São raríssimos os atacantes que, ao receberem passes em profundidade, já dentro da área, conseguem habilmente fazer a proteção da bola em movimento e, no rápido giro, ainda finalizar colocando-a fora do alcance do goleiro.

RODRIGUES E VANDERLEI

Décadas passadas, não nos surpreendíamos com essa aplaudida jogada, e o pontepretano da velha guarda de certo se lembra do irriquieto atacante Rodrigues.

Não me recordo com exatidão sobre o adversário da equipe pontepretana, ocasião que, em 1966, Rodrigues marcou um gol nesse estilo, em feito repetido pelo saudoso centroavante Vanderlei do Guarani, em 1969.

Esse era lance típico do atacante botafoguense Jairzinho, nos anos 60/70 do século passado.

Até o centroavante César Maluco, no Palmeiras, também encantou a torcida de seu clube com esse tipo de conclusão.

DIFERENCIADO MBAPPE

Como Mbappé é jogador tão diferenciado - um dos melhores do mundo -, o seu segundo gol também foi belíssimo.

Pegou forte na bola, de fora da área, colocando-a no ângulo superior direito da meta de Senegal.

Se o primeiro tempo da França foi abaixo daquilo que pode realizar, o time entrou em 'cena' após o intervalo, mostrando as devidas razões porque é cotada como uma das favoritas para a conquista do título.

CONTRA-ATAQUE DE SENEGAL

O bom rendimento de Senegal tem que ser ressaltado durante o primeiro tempo, quando mostrou muito vigor físico.

Foi o período que colocou em prática contra-ataques em velocidade, na maioria das vezes por dentro, com sucessivas tabelas com cerca de 3 ou 4 jogadores participantes das jogadas

Entretanto, com desgastes físico no segundo tempo, a queda de rendimento foi sintomática.





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Que falta de visão sobre elenco da Ponte Preta, hein Márcio Zanardi!



Alô treinador da Ponte Preta Márcio Zanardi: que sorte o 'C' tem de não enfrentar repórteres de meu tempo de atividade, no século passado.

Imagine se a gente iria ouvir quieto o 'C' dizer que vai cobrar muita atitude do grupo da Ponte Preta, se é que 'C' é quem deve ser cobrado, pela desinformação.

E o 'C' ainda acrescentou o que “a gente sabia de todas as dificuldades para enfrentar a Juventude”.

Sabia, mesmo?

E acrescentou que vai cobrar muita atitude dos jogadores, porque o time tem que competir mais.

Eu diria na sua cara que todos sabiam das dificuldades e o 'C' não.

QUE LOUCURA O 4-3-3

Ora, se sabia, por que escalou a equipe no 4-3-3?

Não tinha conhecimento que o atacante Brandão está bem fora de peso, e que juntamente com David da Hora nada acrescentariam?

Precisaria de meio tempo do jogo contra o Juventude para chegar a essa constatação?

Sinal que não colocou em prática o elementar sobre o elenco, de procurar vídeos das últimas partidas, para chegar facilmente a essa constatação.

IMPROVISAÇÕES NECESSÁRIAS

Em meu vídeo divulgado no YouTube e também no espaço do portal Futebol Interior, deixei bem claro que duas providências básicas que o 'C' deveria tomar, se é que pretende tentar amenizar um pouco esta situação sufocante da Ponte Preta.

Primeiro que, de acordo com a fragilidade de seu elenco, não tem essa de querer propor o jogo.

O jeito seria a prática reativa para evitar o gol adversário e, se possível, arrumar alguma coisa em contra-ataque.

Logo, agora não há melhor alternativa no ataque do que começar a partida com Miguel e Luís Phelipe.

Não há outro caminho do que se montar o meio de campo com três volantes, até porque o 'C' não pode esperar que o

meia Élvis acrescente alguma coisa na marcação.

DEFESA IMPROVISADA

Mudanças radicais deveriam ser provocadas no setor defensivo.

Não venha com essa de retorno de Danilo Barcelos, para contrariar o ponteretano de média sabedoria.

Ficou claro que ele comprometeu na última partida em Campinas contra o Cuiabá, e não acrescentaria absolutamente nada.

Improvise o atacante de beirada Diego Tavares na lateral direita.

Ora, se ele é desengonçado para atacar, tem como virtude a velocidade para conduzir a bola de trás.

E aí cabe ao treinador procurar alternativas para o passe e pronto.

A missão do atleta estaria completada.

E a marcação?

Até parece que os laterais Tales, Justen e Júlio têm virtudes nesse quesito, sem que acrescentem ofensivamente.

TARIK NA ZAGA

Para arrematar, já que os seus zagueiros representam uma 'peneira', escolha o menos ruim e junte-se a ele o volante Tarik, que deveria ser improvisado na quarta-zaga.

Pelo menos, aparentemente, pode representar um ganho. Ele é mais duro na pegada, e talvez dê certo, até porque pior do que está não tem como ficar.





Mais uma goleada na conta da sofrível Ponte Preta



Que a Ponte Preta irremediavelmente seria derrotada diante do Juventude, até o seu mais fanático torcedor tinha essa convicção.

E dentro de um princípio de racionalidade, ser goleada por 3 a 0, na manhã/tarde deste domingo, nada de anormalidade.

Não pelo fato de o jogo ter sido realizado em Caxias do Sul.

Se o palco fosse Campinas, provavelmente nada seria diferente, na continuidade desta Série B do Brasileiro.

ARBITRAGEM CONFUSA

Esse jogo teve um componente que não estava no script: a péssima arbitragem do paranaense Kleber Ariel Gonçalves Silva.

Ele deixou de marcar pênalti favorável à Ponte Preta em bola que tocou na mão de Aderlan, do Juventude.

Todavia, anulou aquele que seria o gol de Marcos Paulo, quando, chamado pelo VAR para revisão do lance, a constatação teria sido de impedimento.

E ainda no primeiro tempo, marcou pênalti inexistente numa disputa de bola normal entre o zagueiro pontepretano Palácios e Alisson Safira, aos 50 minutos.

Aí, o próprio Safira se encarregou da cobrança e praticamente recuou a bola para o goleiro Diogo Silva praticar a defesa, sem rebote.

FALHAS DEFENSIVAS

Agora vamos às falhas corriqueiras da Ponte Preta para sofrer gols e não criar absolutamente nada ofensivamente. No primeiro gol, aos 13 minutos, o atleta MP finalizou como quis.

No segundo, aos 29 minutos, passe de Fábio Lima para MP concluir.

Aos sete minutos do segundo tempo, bola cruzada da esquerda por Diogo Barbosa e mal rebatida por Porfírio, dentro da área, facilitou a conclusão de Fábio Lima.

DIOGO SILVA PRATICA DEFESAS

Não contasse a Ponte Preta com o goleiro Diogo Silva, o placar seria mais elástico.

Além de ter defendido o pênalti, evitou gols em dois arremates de Raí e outra finalização aos 12 minutos do primeiro tempo, sem fosse identificado o atleta do Juventude na jogada.

Como o placar estava consolidado para o mandante no segundo tempo, houve diminuição daquele ímpeto ofensivo.

E nem por isso a Ponte Preta conseguiu a mínima organização, apesar das mudanças feitas na equipe.

DAVID DA HORA E BRANDÃO

Ainda no intervalo, saíram os atacantes David da Hora e Brandão, no time pontepretano.

A rigor, ambos sequer deveriam ter sido escalados, e deram vagas para Miguel e Kevyson.

Depois foi sacado o lateral-direito Thalys para entrada de Júlio, uma troca de seis por meia dúzia.

E para completar, a expulsão correta do zagueiro Palácios - que já estava 'amarelado' - e cometeu falta para matar contra-ataque do Juventude, em lance que começou com perda de bola de Júlio, no ataque.

Tudo já evidenciava que o estreante treinador Márcio Zanardi terá terrível desafio para o mínimo alinhamento de uma estrutura totalmente desalinhada do futebol da Ponte Preta.




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Marrocos endurece na estreia do Brasil, na Copa do Mundo



Gente medida a 'entendida' de futebol chegou a prognosticar vitória tranquila da Seleção Brasileira diante de Marrocos - na base do chutômetro -, por desconhecer aquilo que poderia produzir o grupo africano.

Pois os capítulos da partida da noite deste sábado, na estreia do selecionado brasileiro, na Copa do Mundo, mostraram alternância de predomínio técnico, o que que vale citar que o empate por 1 a 1 foi um resultado rigorosamente justo.

Isso mostra que alguns ajustes precisam ser feitos no Brasil, o primeiro deles que o treinador Carlo Ancelotti deixe a teimosia ao escalar o volante Casemiro.

Ficou claro que a cabeça da área de sua equipe ficou mais protegida com a entrada de Fabinho, na virada de período, assim como a peça ofensiva também precisa ser repensada.

Seria o caso de um atacante com mais mobilidade, caso de Endrick, no lugar de Igor Thiago, facilmente anulado.

MORROCOS MOSTROU CORAGEM

Quem supunha que o selecionado de Marrocos optaria apenas por ficar atrás, se defendendo, se surpreendeu, principalmente nos primeiros dez minutos da partida.

A partir disso, o Brasil equilibrou o jogo, mas aos 20 minutos foi surpreendido ao sofrer gol.

O lançamento de Brahin Dias encontrou o atacante Saibari entre os zagueiros Gabriel Magalhães e Marquinhos, e assim ele partiu em direção da meta brasileira, e teve a sabedoria para em leve toque, por elevação, surpreender o goleiro Alisson e colocar a bola nas redes: 1 a 0 para Marrocos.

O panorama do jogo se manteve com as equipes se alternando ao ataque, até que os 31 minutos Douglas Santos serviu Vini Júnior pelo lado esquerdo.

Ele se desvencilhou da marcação adversária e, mesmo sem ângulo, acertou um chute forte no canto esquerdo, com bola indefensável para o goleiro Bono.

Depois disso, registro de predominância das defesas até o final do primeiro tempo.

FABINHO FOI MELHOR

Após o intervalo, o selecionado brasileiro ficou mais ajustado no meio de campo com a entrada de Fabinho e assim manteve predominância até a metade daquele período.

Foi quando Marrocos deu uma revigorada com as alterações feitas na equipe, enquanto as outras mexidas ocorridas nos selecionado brasileiro não resultaram em efeito prático.

Prova está que que no penúltimo minuto da prorrogação de dez minutos, até correu risco de ser surpreendido num chute através do jogador Ayanaoui, de fora da área, com rebote do goleiro Alisson e outra intervenção na conclusão de Amaimouni.

Depois disso, não houve mais tempo, e agora o Brasil espera pela vitória ao enfrentar Haiti na sexta-feira da semana que vem.






Guarani foi mais intenso e fez por merecer a vitória sobre o Caxias



O Guarani fez por merecer a vitória diante do Caxias por 2 a 1, mas o time não precisava deixar o seu torcedor apreensivo, com pênalti cavado pelo centroavante Lucas aos 43 minutos do segundo tempo, e convertido pelo meia João Paulo.

Esta partida foi realizada na manhã/tarde deste sábado, no Estádio Brinco de Ouro, válida pela Série C do Campeonato Brasileiro, que garante a manutenção da liderança ao clube, nesta rodada.

ÁRBITRO COMPENSA

Na prática, esse lance de pênalti foi a compensação do árbitro Márcio dos Santos Oliveira, que deixou de assinalar outro claro cometido pelo lateral-direito Felipe Albuquerque do Caxias.

Ele se jogou no chão ao perder bisonhamente uma bola sobre o seu domínio, e com isso impediu a passagem do meio campista Carlos Eduardo, do Guarani, que estava na jogada, dentro da área.

VOLUME OFENSIVO

O Guarani teve mais posse de bola e volume ofensivo, insistindo em finalizações de média e longa distância, a maioria delas travadas por marcadores adversário.

E numa tentativa do meio-campista Isaac, a bola atingiu o travessão.

O Caxias colocou em prática cuidados defensivos e a marcação alta do Guarani implicou em roubada de bola e insistência ofensiva.

Num dos lances, o centroavante Maranhão, em chute cruzado, viu a hesitação do lateral-esquerdo Roberto e a presença do meia bugrino Isaac no lance, para em leve toque deslocar o goleiro Busatto, aos 30 minutos.

Depois disso, ainda no primeiro tempo, Salatiel, do Caxias, teve a chance do empate, mas a bola foi chutada para fora, aos 35 minutos.

CAXIAS CHEGA NO EMPATE

No segundo tempo, quando o Guarani estava mais próximo do segundo gol, com finalização do meia João Paulo e a bola desviando no adversário, logo aos 28 segundos, e Cachoeira exigindo defesa do goleiro Busatto, ocorreu o inesperado para o bugrino.

Aos 13 minutos, o fraco lateral-direito Felipe Albuquerque, do Caxias, recebeu um passe já dentro da área, e teve a visão sobre a chegada do atacante Victor Feijão, que chutou no canto alto esquerdo do goleiro Caíque França: 1 a 1.

DESGASTE DO ADVERSÁRIO

Depois disso, ficou claro o desgaste físico de jogadores do Caxias, e a perda de qualidade nas substituições feitas pelo treinador Marcelo Cabo.

O Guarani, mais intenso na partida, aumentou o volume ofensivo, mas como também já não ameaçava a meta adversária, a tendência natural seria o encaminhamento da partida para o empate, até que ocorreu o lance de pênalti quase no final, que resultou no gol de João Paulo, em cobrança rasteira, no canto direito.





Até agora, o melhor futebol desta Copa do Mundo é dos Estados Unidos


Até a noite desta sexta-feira, a melhor impressão deixada por selecionados nesta Copa do Mundo foi dos Estados Unidos, na vitória imposta sobre o Paraguai por 3 a 1.

Durante o primeiro, a intensidade colocada na partida foi transformada em um rolo compressor, com marcação alta na saída de bola, fazendo pressão sobre o adversário.

Foi algo diferente do que se costuma observar de quem está em vantagem no placar.

Aquela postura implicou em dificuldade ao Paraguai na saída de bola da defesa.

Assim, das chances criadas logo no início, o gol saiu logo aos seis minutos, em jogada pessoal que começou com o atacante Pulisic. E quando o passe foi feito em direção da área, Bobadilla, do Paraguai, marcou contra, na tentativa de interceptação.

ACERTO NOS PASSES

Durante aquele período, quando os Estados Unidos retomavam a posse de bola, mesmo com forte bloqueio defensivo do Paraguai, tiveram sabedoria para girar a bola de um lado ao outro do gramado, com alto acerto nos passes.

E essa postura bastante ofensiva e avassaladora implicou na marcação do segundo gol aos 28 minutos, através do centroavante Bologun, mas foi marcado impedimento na origem da jogada, portanto em lance impugnado.

MAIS DOIS GOLS

Como os Estados Unidos mantiveram a postura, e o atacante de beirada Pulisic levando vantagem sobre o lateral Cáceres, em mais uma bola cruzada, outra vez Bologun concluiu para as redes, em gol validado aos 30 minutos.

E como os norte-americanos estavam obstinados em ampliar ainda mais o placar, o terceiro gol ocorreu aos 49 minutos, em jogada pessoal de Bologun, que antes de finalizar no ângulo direito, desvencilhou de dois adversários.

RITMO DIMINUÍDO

Com a alta temperatura nos Estados Unidos e placar consolidado, os mandantes diminuíram o ritmo, o que resultou no Paraguai sair um pouco do seu campo defensivo.

Reflexo disso foi a marcação do gol de honra através do meia Maurício, aos 28 minutos.

Ele recebeu passe livre pela meia esquerda e o chute rasteiro teve direção do canto esquerdo.

Os norte-americanos deixam essa impressão extremamente favorável, com ampla possibilidade de avançar na competição.




A morte do ex-zagueiro Brito, tricampeão mundial pela Seleção Brasileira em 1970, nos remete ao dia 5 de outubro de 1973, quando ele vestia a camisa do Botafogo do Rio de Janeiro.

Na ocasião, ele veio com o seu clube a Campinas, para enfrentar o Guarani, em jogo que terminou empatado por 1 a 1

O gol bugrino foi decorrente de um lance que ficou eternizado na história do Estádio Brinco de Ouro.

Foram dois dribles consecutivos aplicados pelo então meia- direita Lula em Brito, que jamais serão esquecidos pelo bugrino da velha guarda.

O lance ocorreu defronte a meta do portão principal do Estádio Brinco de Ouro, e decorrente de dribles desconcertantes que deixaram Brito esparramado no chão.

Na tentativa de desarme, ele se desequilibrou e, desorientado, rolou no gramado.

É claro que o bugrino foi ao delírio e a jogada terminou num gol maravilhoso, merecedor de prolongados aplausos.

Recordo-me que o sistema defensivo do Guarani era formado por Tobias; Wilson Campos, Amaral, Alberto e Bezerra. E a dupla de ataque tinha Lola e Washington, numa época que prevalecia o esquema 4-2-4.




De um dia para o outro Édson Boaro preferiu mudar de decisão



Que o treinador Édson Boaro tem toda razão de se desligar da Ponte Preta, após ficar 15 meses sem receber salário, é fato.

Por sinal, ele já havia tentado tomar essa decisão meses atrás, mas foi convencido a permanecer, provavelmente imaginando que chegaria o grande dia de receber uma oportunidade.

De certo, na cabeça dele seria inicialmente exercer a função de treinador interino e depois a efetivação no cargo.

FUNÇÃO DE INTERINO

A chance como treinador interino surgiu com a saída de Rodrigo Santana, e no primeiro desafio um empate sem gols com o Botafogo de Ribeirão Preto.

Veio a partida contra o Cuiabá e a derrota em casa por 2 a 1.

Mesmo com o tropeço, acreditava que seria mantido na função, tanto que, pra fazer média com comandados, citou que eles fizeram uma grande partida, exatamente ao contrário do que o torcedor havia observado.

E acrescentou o seguinte: "Nosso posicionamento foi muito bom e os jogadores se empenharam ao máximo".

Durante a entrevista coletiva, na noite de terça-feira, a pergunta chave foi de uma repórter, ao questioná-lo se aguardava a permanência no cargo.

Eis, então, a resposta: "Fica a critério da diretoria. Onde a Ponte Preta precisar eu estou à disposição. Não tem problema voltar à mesma função anterior, de auxiliar".

CONTRATAÇÃO DE ZANARDI

Talvez não esperasse que, no dia seguinte à entrevista, a diretoria do clube fosse anunciar a contratação do treinador Márcio Zanardi, para quebrar o seu sonho de ser efetivado.

Claro que Boaro não está preparado para dirigir a Ponte Preta.

Então, que tente a trajetória em clube de menor expressão, e sem cometer erros primários como aqueles observados recentemente.





Vitoria do México em jogo bem aquém para abertura da Copa do Mundo



Na largada da Copa do Mundo de 2026, a vitória do México por 2 a 0 sobre a África do Sul, na tarde desta quinta-feira, você vai ver por aí analistas que procuram até se aprofundar nos aspectos táticos de um jogo bem é quem do esperado.

Para simplificar, a equipe do Palmeiras, do treinador Abel Ferreira, venceria o México, quanto mais a África do Sul, que sofreu gol logo aos oito minutos.

O primeiro gol ocorreu em erro na saída de bola de Sithole, ocasião que mexicano Fidalgo serviu Quiñones, para finalização com sucesso.

E você acha que a marcação de linha alta dos mexicanos, desarmando as jogadas, teria servido de aprendizagem para aos africanos?

Claro que não!

Assim, Fidalgo teve chance de gol em nova 'roubada' de bola na marcação sob pressão, aos 48 minutos, mas o chute fraco não deu em nada.

PRIMEIRA EXPULSÃO

Logo aos quatro minutos do segundo tempo, o volante Sithole foi expulso, ao cometer falta sobre Gutiérrez.

Apesar disso, o México chegou a marcação do segundo gol apenas aos 21 minutos.

Bola cruzada da direita foi ao encontro de Raúl Jimenez, livre de marcação dentro da área, no segundo pau, para escorar de cabeça.

Depois disso, o México procurou administrar a vantagem, sem levar perigo à meta adversária.

MAIS DUAS EXPULSÕES

Aos 37 minutos, a falta dura cometida pelo africano Zwane sobre Alvarado provocou a segunda expulsão do jogo.

Depois, aos 46 minutos, em contra-ataque de velocidade através da África do Sul, o jogador Montes, do México, ultimo homem de sua seleção na jogada, cometeu falta para matar a jogada e acabou recebendo o cartão vermelho.

QUE MAIS SOBRE O JOGO?

Quem viu o árbitro brasileiro Elton Pereira Sampaio conversando até demais com jogadores de outros idiomas pode ter se surpreendido.

A dúvida foi desfeita na primeira expulsão, quando o áudio dele, em inglês, foi veiculado pela sonorização do estádio.

Na prática, Ilton domina os idiomas espanhol e inglês, cumprindo exigência da FIFA desde 2013.

Parece que atletas dos dois clubes combinaram adotar o corte de cabelo estilo 'fuzileiro', transformado em modismo atualmente no Brasil, e usado por militares no período da ditadura aqui, nos anos de 60 a 80 do século passado.





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Zanardi chega na Ponte Preta; e que não feche os olhos como Édson Boaro



Sabiamente o Departamento de Futebol da Ponte Preta soube jogar um balde de água fria no aquecido clima no clube, com mais um tropeço em casa diante do fraco Cuiabá.

Arrumaram dinheiro - sabe-se lá aonde - para dar garantias financeiras à contratação do treinador Márcio Zanardi, já com estreia no próximo domingo, a partir das 11h, no interior gaúcho, contra o Juventude.

E quem eventualmente tenha restrição ao escolhido, saiba que não dava para continuar, mesmo que provisoriamente, com o questionável interino Edson Boaro.

Se ele toma decisões pela cabeça dele, ou se deixa levar pelos 'palpiteiros' no clube, errou em decisões tomadas.

E se me perguntarem se Márcio Zanardi seria o ideal para o atual momento, já começo respondendo que se mantiver algumas figuras carimbadas na equipe já começa com reprovação.

VOLTA DE BRYAN BORGES

Zanardi tem que 'falar grosso' com Eberlin, justificando que o momento do clube indica que o meia Bryan Borges é imprescindível e duzentas vezes mais importante do que a vaidade dele, após atritarem.

Logo, que seja reintegrado imediatamente.

Bom, se Zanardi não acompanhou o jogo contra o Cuiabá ao vivo, o vídeo está aí para certificar que não é possível o lateral-esquerdo Danilo Barcelos ainda ter lugar no time.

O setor dele ficou ainda mais vulnerável no segundo tempo, quando tomou três bolas nas costas, uma delas resultando no gol de Kauan Chisttian, e nas duas outras com defesas do goleiro Diogo Silva.

Zanardi deve constatar que, como Danilo Barcelos perdeu muito da força física, já não consegue municiar o ataque como antigamente.

JÚNIOR TAMBÉM

No futuro o garoto lateral-direito Júnior pode ate evoluir, mas está claro que é bem deficiente na marcação e, apesar da força física para condução da bola, não cria absolutamente nada quando ataca, com recuo até exagerado de bola pelo setor.

Já disse aqui incontáveis veze que no fracasso generalizado pelo setor, não tenho a mínima dúvida que uma cabeça como a do saudoso treinador Cilinho improvisaria o desengonçado atacante de beirada Diego Tavares como lateral, pois a principal virtude dele é a velocidade, para arrancar com a bola.

Na chegada ao ataque, basta que simplifique com o passe e pronto.

QUEDA FÍSICA

Se tem jogador reserva que disputa com Élvis quem pesa mais, nem adianta levar para o jogo.

Vejam que na cabeça do então interino Boaro, o atacante Jonathan Cafu pode acrescentar alguma coisa, mas o torcedor pontepretano está convicto que não.

Se desmandos administrativos-financeiros dos atuais cartolas da Ponte Preta provocam preguiça em boa parte do elenco, que Zanardi coloque ordem na casa.

Ficou claro que a boleirada do clube não está nem aqui para se adquirir um aceitável rendimento físico.

Bastam 15 ou 20 minutos do segundo tempo para o time 'morrer' em campo, neste quesito.

SEM COBRANÇA

E que entrevista bem amistosa com Boaro, após a derrota para o Cuiabá por 2 a 1, sem que fosse devidamente cobrado, independentemente da atual situação do clube.

Imaginem se eu, enquanto repórter, diria que Pottker vai desfalcar o time pontepretano contra o Juventude.

Desfalque?

A afirmação seria procedente se de fato fosse fazer falta, mas com esse futebolzinho que vem mostrando, qualquer escalado no lugar dele, em última análise, deixaria tudo do mesmo tamanho.





Por deverbramentos da se

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