Que falta faz aquele diretor de futebol raiz, na Ponte Preta
Por dever de ofício, o treinador da Ponte Preta, Rodrigo Santana, deve ter acompanhado a vitória do Sport Recife sobre o Asa por w a w, pela Copa do Nordeste.
O acompanhamento é justificado porque o Sport será o próximo adversário da Ponte Preta na Série B do Brasileiro, em jogo programado a partir das 18h30 do próximo sábado, em Campinas.
E aí, a grosso modo, o que foi possível observar do Sport? Rodrigo Santana observou ele tomando iniciativa ofensiva - e não seria diferente - e usando bastante os lados do campo, principalmente através de ww.
Como reagir a essa situação?
Além disso, outro cuidado recomendável?
O pontepretano está a perguntar: não digamos suposta vulnerabilidade defensiva do Sport, mas o que presumivelmente pode ser explorado no sistema de marcação do clube pernambucano?
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Gol de Willian Farias evita que o Guarani caísse para 12ª colocação
Embora o volante Willian Farias seja jogador apenas mediano, graças a ele o bugrino vê o seu clube no G8 da Série C do Brasileiro, ocupando a sexta colocação, com nove pontos.
Não fosse aquele gol dele, de cabeça, aos 46 minutos do segundo tempo, contra o Santa Cruz, se o jogo terminasse empatado sem gol, o clube ocuparia o lugar do Maranhão, hoje 12ª colocado, com sete pontos.
Se o Guarani subisse apenas um ponto, ficariam em desvantagem no critério número de vitórias, comparativamente a Ituano, Caxias e Maranhão que, com sete pontos, já atingiram duas vitórias.
YPIRANGA ULTRAPASSA O GUARANI
No complemento da quinta rodada, na tarde desta terça-feira, o Guarani caiu para a sexta colocação, porque o Ypiranga o ultrapassou, ao chegar ao décimo ponto, com a vitória por 2 a 0 sobre o Ituano.
A liderança da competição é do Amazonas, com 13 pontos, seguido por Paysandu e Brusque com 11.
PREVALECE O EQUILÍBRIO
Por sinal, que equilíbrio surpreendente é registrado nessas primeiras cinco rodadas desta Série C.
Maringá e Guarani, ambos com nove pontos dos 15 disputados, serão adversários na noite da próxima segunda-feira, no interior paranaense.
Exceto o rápido atacante Negueba, é dificil apontar outro jogador diferenciado no Maringá, clube que se prevalece de muita competitividade.
MARINGÁ OFERECE ESPAÇOS
Se jogando em Campinas o Guarani tem encontrado dificuldades diante de rigorosas retrancas, agora ele vai enfrentar um adversário que oferece mais espaços.
E aí, terá competência para explorar?
Observem, também, que dos cinco adversários enfrentados pelo Guarani, nesta Série C, quatro deles ocupam da 14ª colocação pra baixo, casos de Ferroviária, Santa Cruz, Volta Redonda e Itabaiana.
Quem viu Cilinho e hoje vê Rodrigo Santana se assusta
Hoje lembrei-me do falecido treinador Otacílio Pires de Camargo, o Cilinho.
E por que a lembrança?
Porque custa a surgir um treinador com a percepção de melhor aproveitamento do elenco.
No meu tempo de repórter, décadas passadas, conversava muito com ele. E nas aulas bem detalhadas, confesso que aprendi bastante.
Logo, depreendo que, se vivo fosse, e perguntassem sobre o que ainda seria possível extrair do atual elenco pontepretano, de certo contestaria veementemente o treinador Rodrigo Santana ao sacar do time o atacante Luís Philipe contra o São Bernardo.
Pois Santana quis montar o time com três volantes, imaginando que Rodrigo Souza, sem a devida mobilidade, pudesse fortalecer a marcação na cabeça da área.
Faltou avaliar que Luís Philipe aparece no ataque, mas também recompõe, ajudando a fechar os espaços defensivos.
DIEGO TAVARES
Já que a Ponte Preta não conta com um lateral direito sequer de relativo aproveitamento, os olhos então refinados de Cilinho indicariam o deslocamento do atacante de beirada Diego Tavares à lateral.
No caso, o atleta teria liberdade para incursões em velocidade ao ataque, sem que isso fosse representar perda na recomposição, tarefa que mostrou de saber executar.
Então por que não adaptá-lo à função? Ele nem precisaria terminar as jogadas. Bastaria acionar um parceiro de ataque e pronto.
LATERAL-ESQUERDO KEVYSON
Que o lateral esquerdo kevyson tem defeitos de marcação, não é de hoje.
Por descuido, toma bola nas costas, e não é efetivo para travar cruzamentos de adversários.
Foi feita alguma coisa para correção?
Não.
Claro que Cilinho pelo menos tentaria a corrigí-lo.
Quantas e quantas vezes em treinos coletivos que assisti, Cilinho também repreendia jogador que repetia erros de passes.
Logo, aquele o atleta sem a devida habilitação para alongar a bola, ele exigia apenas passes curtos, coisa nada além de três metros.
CASO POTTKER
E você acha que Cilinho seria tão tolerante com a inaptidão do centroavante Pottker, para mantê-lo como titular?
Se insistentes tentativas para recuperar a forma técnica fossem infrutíferas - como acontece -, logo chamaria o garoto Miguel e diria: "Vai lá rapaz e capriche, pois agora a camisa é sua".
Que vergonha, hein Ponte Preta!
Uns e outros se empolgaram com as duas vitórias consecutivas da Ponte Preta, como se o clube tivesse mostrado rendimento aprovado, neste início de Série B do Brasileiro.
Aí, toma uma lambada de 3 a 0 do São Bernardo, no região do ABC, na tarde deste domingo, e pergunta-se: o que essa gente vai falar lá em casa?
GOL DE CABEÇA DE PARÁ
Um time que toma gol de cabeça do lateral-esquerdo Pará, de 1,67m de altura, o torcedor pontepretano vai esperar o que depois desse lance aos sete minutos do segundo tempo?
Inadmissível conferir o grandalhão zagueiro Márcio Silva perder a disputa para quem não tem altura em cabeceio ofensivo.
PÊNALTI INFANTIL
Não bastasse isso, imprudentemente ele ainda cometeu pênalti sobre Fabrício Daniel que, de forma catimbeira, aproveitou o fato de o zagueiro esticar a perna e 'malandramente' se enrolou entre ela, induzindo a arbitragem à marcação do pênalti.
A cobrança foi convertida pelo próprio simulador, aos 30 minutos do segundo tempo, com bola rasteira no canto direito e placar de 3 a 0.
NO ERRO DA PONTE PRETA
O São Bernardo não precisou fazer outra coisa senão jogar no erro da Ponte Preta.
E tudo isso começou aos 12 minutos do primeiro tempo, quando o volante Foguinho, de costas para a meta pontepretana, deu uma casquinha de cabeça, e a bola teve a direção do canto esquerdo.
Falha de marcação de quem o acompanhava, sem poder precisar se havia chance de defesa ao goleiro Diogo Silva.
Simples assim. Além de cometer erros bárbaros na defesa, a Ponte Preta não teve competência ofensiva para para se sobressair diante de uma defesa atenta.
Acidentalmente, em lances ocasionais, a Ponte Preta constrói vantagem em partidas, mas claro está a incapacidade de penetração na área adversária.
POTTKER DOMINADO
O experiente centroavante Pottker, desde que bem marcado, desaparece.
Então, pontepretano, vai se acostumando com o cenário e rezando para que, em jogos contra equipes iguais e levemente inferior, que possa construir resultados satisfatórios.
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Gol nos acréscimo serve de respiro para o Guarani
Ufa! O torcedor bugrino já vaiava a sua equipe e o treinador Élio Sizenando, quando o jogo contra o Santa Cruz já se encaminhava aos acréscimos.
Foi quando o volante Willian Farias marcou o gol da vitória no Estádio Brinco de Ouro.
Neste jogo pela Série C do Brasileiro, disputado na tarde/noite deste sábado, o gol foi marcado aos 46 minutos do segundo tempo.
Em cobrança de escanteio pelo direita, através de Guilherme Parede, Willian Farias apareceu entre dois adversários e testou em direção do canto direito.
AINDA SEM AS INFILTRAÇÕES
Tecnicamente, o Guarani teve atuação fraca, com repetição dos erros ofensivos dos jogos anteriores.
Como repetiu a incapacidade de infiltrações por dentro contra a marcação adversária, houve repetição dos chamados 'chuveiriros', sem que a linha avançada levasse vantagem.
Todavia, o resultado positivo serve para desanuviar o clima de revolta até então.
PRIMEIRO TEMPO
Um primeiro tempo bem abaixo das expectativas.
Como o Santa Cruz optou pelo estilo retroativo, sequer organizou um contra-ataque convincente que ameaçasse a meta bugrina.
Apesar disso, naquela fase o Guarani não criou absolutamente nada.
Apenas exigiu defesas normais do goleiro Thiago Coelho em arremates de fora da área.
DEPOIS AS CHANCES SURGIRAM
Após o intervalo, por quatro vezes a equipe ameaçou a meta do Santa Cruz.
Primeiro, aos 26 minutos, quando o volante Carlos Eduardo lançou Cachoeira em boas condições, mas o lateral esquerdo Zé Mário, do Santa Cruz, travou a finalização.
Depois, em chute de Mirandinha, a bola quicou e quase traiu o goleiro Thiago Coelho, aos 29 minutos.
A cobrança de falta através de Carlos Eduardo, pela meia esquerda, resultou na bola 'carimbando' a trave, aos 35 minutos
Por fim, o gol de alívio de Willian Farias.
MARANHÃO E YAN HENRIQUE
Foi mais um jogo sem convencimento de Maranhão, escolhido para substituir o lesionado Lucca.
O lateral-direito Yan Henrique, preferido para o lugar de Ynaiã, não acrescentou absolutamente nada, mas a equipe teve ganhou com a escalação do volante Carlos Eduardo, que apareceu várias vezes ao ataque.
Resta saber aquilo que ainda poderá ser feito pelo treinador Sizenando, para o Guarani mostrar uma cara mais efetiva na competição, cujo objetivo essencial é o acesso.
Ferroviária e Juventus estão de volta ao Paulistão para a próxima temporada.
Na noite desta quinta feira, a 'Ferrinha', agora com a volta dos titulares, empatou com o Ituano por 1 a 1, em Araraquara, em jogo que ela poderia até perder pela diferença de um gol.
Aos 41 minutos do segundo tempo, o Itano teve um pênalti ao seu favor, mas o centroavante Bruno Mezenga 'telegrafou' a cobrança rasteira no canto esquerdo, com defesa praticada pelo goleiro Dênis Júnior.
Juventus, apelidado de Moleque Travesso, ficou 19 anos fora da elite do futebol paulista.
Ele continua mandando os seus jogos no acanhado Estádio Conde Rodolfo Crespi - a Rua Javari -, que o torcedor no alambrado pode esticar o braço e quase encostar no atleta que cobra o lateral.
ATALIBA E MILTON BUZETTO
Juventus que já contou com o ponteiro direto Ataliba, que desequilibrada contra os grandes clubes entre os anos 70 e 80 do século passado.
Pois esse Juventus já contou com o saudoso treinador retranqueiro Milton Buzetto, muito contestado pela imprensa da época pela covardia de ignorar o jogo ofensivo.
Só que agora, até clubes com os devidos recursos, por vezes ficam lá trás para garantir resultados.
Hoje essa mídia tolera esquemas retrancados com a justificativa de planificação tática.
Seja como for, que Juventus e Ferroviária sejam bem-vindos ao Paulistão.
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Torcida Fúria Independente do Guarani trocou a contundência do passado pelo silêncio
Neste período de incerteza do Guarani na Série C do Brasileiro, onde está a Torcida Fúria Independente?
No dia dez de junho de 2024, o repórter Gustavo Marquês publicou no portal Futebol Interior que a citada torcida pediu a renúncia do então presidente André Marconatto e a demissão de Ricardo Moisés, que integrava o CEO.
Naquele texto foi citado que esta torcida acusava a ASA Alumínio de ser 'cúmplice', e que a demissão do treinador Júnior Rocha não foi suficiente para atenuar a bronca dos torcedores, que exigiam mudanças radicais na gestão do clube'.
ANDRÉ MARCONATTO SE AFASTA
O FI publicou foto do protesto da Fúria em frente da ASA, ocasião que faixas foram estendidas. Também foram entoados xingamentos contra o então presidente do clube, André Marconatto.
Em consequência, inicialmente ele se licenciou do cargo, para posteriormente se renunciar, e abrir espaço para que Rômulo Amaro assumisse a vaga.
Outro visado foi Ricardo Moisés, que integrava o CEO do clube como consultor, após ter sido pressionado anteriormente para se desligar do Departamento de Futebol.
Naqueles dias turbulentos, frisei, neste mesmo espaço, que qualquer tipo de cobrança, seja qual for o segmento, tem que ser pacífica, visando a recolocação do clube nos seus devidos lugares.
DA COBRANÇA AO SILÊNCIO
Logo, estranha-se esse silêncio da Torcida Fúria Independente, com essa sequência de erros do presidente Rômulo Amaro, que na prática não tinha habilitação para pleitear reeleição.
Está claro que o dirigente não tem o devido preparo para assuntos ligados ao futebol, terceirizando decisões na maioria das vezes equivocadas.
Isso não significa defesa do grupo de oposição, visto que o então candidato Felipe Roselli nunca se aprofundou neste tema e, igualmente, seria uma incerteza.
UNIÃO DOS BUGRINOS
Como 12 dias já passaram após a determinação judicial para se programar novas eleições no prazo de 30 dias, o que estão esperando para se manifestar?
Como claramente Rômulo Amaro não tem competência para gerir assuntos do futebol, com o maior orçamento da Serie C do Brasileiro, ficam torcendo para que o clube seja transformado em SAF rapidamente.
Ora, o recomendável não seria a junção de bugrinos para chapa única, com busca de candidatura de consenso?
Claro que com candidato a presidente capacitado.
Essa discussão já deveria ter sido feita pela coletividade bugrina e com participação da Torcida Fúria Independente.
Alternativas para melhor o futebol do Guarani precisam ser discutidas
O bugrino questiona quais os reais motivos para o clube ainda não convencer nas quatro partidas realizadas nesta Série C do Brasileiro?
Não se pode ignorar que o clube está entregue a uma diretoria amadora no quesito futebol.
Diretoria sem o elementar discernimento de como a bola rola, e assim transfere decisões a executivos de futebol, membros de comissões técnicas e palpites de empresários.
Então, você vai esperar o que?
Aí contrata-se por 'ouvi dize'. Busca-se um treinador como Élio Sizenando, porque ouviu-se dizer que ele teria feito um trabalho recomendável no Capivariano, e agora assistem a insistência dele em decisões que não dão certo.
ZAGUEIRO RAFAEL DONATO
Contratações de jogadores são feitas sem a devida avaliação. Adiantou trazerem o zagueiro Rafael Donato pelo nome construído ao longo da carreira?
Se nunca foi um atleta rápido, agora, aos 37 anos de idade, perde fácil na corrida quando o compartimento defensivo da equipe fica exposto.
Como utilizar Rafael Donato de forma que possa eventualmente ser útil à equipe?
De acordo com o ex-presidente do clube, Beto Zini, deveriam utilizá-lo circunstancialmente a partir da segunda metade do segundo tempo, quando o time estiver em busca do resultado e insistir nos chuveirinhos, para que seja explorado no jogo aéreo ofensivo.
WILLIAN FARIAS E JOÃO PAULO
O que tem acrescentado o volante Willian Farias? Desarmes convencionais e sem qualificação para passes. Abusa de toques laterais e sem início produtivo de jogadas de trás.
Aí trazem o meia João Paulo, porque leram sobre o histórico dele.
Sim, no passado foi um recomendável articulador de jogadas ofensivas, senhores.
Hoje, com 36 anos de idade, já havia mostrado, no São Bernardo, a falta de mobilidade para incursões em defesas adversárias.
Jamais pode ser negado que mantém o bom passe e facilidade para bater na bola.
Isso basta?
CENTROAVANTE LUCCA
Esperar que cartolas do Guarani avaliem contratação de atacante driblador que possa atormentar defesas adversárias, esperem sentados, pois de pé vocês cansam.
Neste espaço não se bateu palmas para a vinda de Lucca, pois foi visto que, no Novorizontino, já não repetia aquilo mostrado no passado.
Esses claros exemplos mostram a falta que faz num clube dirigente com o mínimo discernimento sobre bola rolando. Aquele que, de vez em quando, assista jogos de outros clubes para se inteirar daquilo que acontece.
ARRUMAR A CASA
Da pra arrumar uma casa bagunçada no futebol?
Bom, quem sabe a busca de um treinador que consiga extrair o máximo do mínimo, como fez Marcelo Fernandes na Ponte Preta, seria o indicativo.
Por sinal, Marcelo Fernandes foi contratado pelo Botafogo da Paraíba para ocupar o lugar de Lisca, que foi demitido.
SAUDOSO ZÉ DUARTE
Quando comandava a Ponte Preta no Paulistão de 1979, o saudoso treinador Zé Duarte detectou com sabedoria que o seu o então lateral-direito Toninho Oliveira tinha velocidade para fazer o desafogo, mas o cruzamento era inadequado.
O treinador adotou medida simples e objetiva.
Determinou que um parceiro do lateral encostasse para receber o passe e dar continuidade à jogada.
Logo, é isso que precisam fazer com o lateral-esquerdo Emerson.
YNAIÃ E HEBERT
Já passou da medida a insistência de Élio Sizenando com a manutenção do lateral direito Ynaiã entre os titulares.
Passou da hora, também, da troca dos insistentes chuveirinhos pelo adequado posicionamento de um driblador por dentro, que pode se Hebert.
Guarani quase perde para os reservas da Ferroviária
Que coisa horrorosa foi o Guarani no empate por 2 a 2 com o time reserva da Ferroviária, na noite desta segunda-feira, na cidade de Araraquara, pela Série C do Brasileiro.
Por duas vezes a equipe bugrina foi obrigada a correr atrás do empate, contra um adversário montado na base da molecada formada no clube araraquarense.
Essa situação coloca um ponto de interrogação no torcedor do Guarani, que projetava preparação adequada de 'briga ao acesso.
E olhe que no segundo tempo o Guarani ainda correu risco de perder o jogo.
Em finalização de Pedro Estevam, a bola resvalou o poste esquerdo do goleiro Caíque França, logo aos sete minutos, e aos 40 Raoni foi se desvencilhando de vários adversários, até que no arremate a bola passou bem perto da meta bugrina.
SEGUNDO GOL DE ALLISON
Antes desta descrição, a Ferroviária havia chegado ao segundo gol, novamente através de Allison, que ainda driblou o lateral direito Ynaiã antes de finalizar no canto esquerdo.
Apesar de o Guarani ter mais posse de bola e rondar a área adversária durante todo jogo, na prática exigiu apenas uma defesa do goleiro Dênis Júnior, antes do intervalo.
O segundo gol e de empate do time bugrino só ocorreu aos 39 minutos, quando Guilherme Parede, livre de marcação dentro da área, cabeceou e colocou a bola no canto direito da meta da Ferroviária.
No mais, nos instantes finais de partida, um chute do meia Diego Torres e bola travada por um defensor adversário. Depreende-se, mais uma vez, a incapacidade do Guarani de penetração por dentro, contra um rigoroso sistema de marcação imposto pelo adversário, o que implica em seus jogadores abusarem de sucessivos chuveirinhos.
LINHA BAIXA DA FERROVIÁRIA
Ainda no primeiro tempo, o Guarani já deveria ter explorado a fragilidade defensiva desse time reserva da Ferroviária.
Era previsível que ela fosse adotar postura de linha baixa, e tentar usar os contra-ataques como arma ofensiva.
Pois foi neste expediente que na primeira ameaça dela já saiu o gol, aos 12 minutos.
Pedro Estevam, lançado pela meia direita, ganhou fácil na corrida do lento zagueiro Rafael Donato e serviu o seu parceiro Allison que acompanhava a jogada.
O primeiro arremate foi fraco e o goleiro Caíque França rebateu.
Como a sobra se ofereceu ao próprio Allisson, a bola foi colocada na rede.
Antes disso, Schiillin, em contra-ataque, chutou fraco, sem que tivesse a certeza que a bola teria a direção do gol, e acabou interceptada por Rafael Donato.
CACHOEIRA PERDE E FAZ GOL
O Guarani deu resposta com Guilherme Cachoeira, quando ficou livre de marcação na pequena área, e explorou cruzamento de Lucca, deslocado pela esquerda, para testar e empatar, aos 24 minutos.
Foi quando Cachoeira se redimiu do gol incrível que perdeu logo aos dez minutos, em um erro de um defensor adversário, propiciando que ficasse com a bola livre, dentro da área, entretanto o chute foi em cima do goleiro Dênis Júnior.
Ainda no primeiro tempo, depois disso, lesão de Lucca, que acabou substituído por Kewen, aos 29 minutos, e chute sem direção do gol do meia João Paulo.
SAÍDA DE RAFAEL DONATO
Providencialmente, o Guarani voltou para o segundo tempo sem o zagueiro Rafael Donato.
Dirão que foi em decorrência de alguma lesão, mas difícil não imaginar a lógica interpretação do treinador Élio Sizenando, que o seu time deveria se precaver com a velocidade da Ferroviária nos contra ataques
Logo, o recomendável seria voltar para o segundo tempo com o zagueiro Maurício Antônio.
Diante deste cenário, irremediavelmente as cobranças serão intensificadas sobre Élio Sizenando em escalações e trocas de jogadores.
O lateral-direito Ynaiã quase nada tem acrescentado. Faltam combinações de jogadas quando o lateral-esquerdo Emerson arranca com a bola. Se o meia João Paulo ainda não deu aquele toque de qualidade na criação ofensiva, o reserva dele, Diego Torres, continua do mesmo jeito.
Derrapadas de concorrentes ajudaram a Ponte Preta a deixar o Z4
Finalmente, com o desdobramentos da sexta rodada da Série B do Brasileiro, o alívio do pontepretano é ver o seu clube provisoriamente fora do Z4, situação que vinha se arrastando nas rodadas anteriores.
Todavia, que essa cartolada da Ponte Preta não fique projetando que os atletas continuarão fazendo das 'tripas coração' em campo, se falta tudo para as famílias nos respectivos lares.
Tolerância tem limite e os senhores diretores do alto escalão do clube deveriam arrumar um jeito de quitar o prometido, de pagar salários.
CÁLCULOS DA RODADA
Para melhorar um pouco a situação na presente competição, a Ponte Preta fez a lição de casa ao somar três pontos e assim evitar que o concorrente direito do pelotão de baixo não pontuasse, caso do América Mineiro, que permanece na lanterna com dois pontos ganhos.
A previsível vitória do Criciúma sobre o CRB, por w a w, na noite deste domingo, em Florianópolis, deixou o clube alagoano também com dois pontos e na penúltima colocação.
A derrota do Londrina por 1 a 0, diante do Juventude, na noite de sábado, também contribuiu, pois ele permanece com cinco pontos.
Já o Cuiabá, mesmo tendo chegado aos mesmos sete pontos da Ponte Preta, é desfavorecido no critério número de vitórias, pois enquanto atingiu apenas uma, enquanto a Ponte Preta tem duas.
Além disso, a derrapada do Atlético Goianiense, que ficou no w a w diante do Avaí, também serviu de ajuda aos pontepretanos, pois (tinha quatro ontos) www.
ATHLETIC X NÁUTICO
Além de toda essa conjectura, o Náutico, que vem atrás da Ponte Preta com seis pontos, de certo vai encontrar dificuldade ao enfrentar o Athletic no interior mineiro, a partir das 19h desta segunda-feira.
Então, que essa vitória da Ponte Preta sobre o América Mineiro serviu para dar uma bela clareada na classificação, isso não ficou dúvida.
O que se suspeita é como ela vai reagir ao sair para enfrentar o São Bernardo no próximo domingo, a partir das 16h.
Hoje, o São Bernardo tem os mesmos sete pontos dela, mas recepciona o Goiás, e se ganhar vai pular para dez pontos.
Lembrando: o 'Bernô' goleou o Náutico por 3 a 0, jogando em Recife, na semana passada.
VOLANTE MINEIRO EM CADÊ VOCÊ
A história do ex-volante Mineiro - que na prática trata-se de um gaúcho - mostra como um atleta com persistência pode melhorar de rendimento.
Se parecia não prosperar na passagem pela base do Inter (RS) e depois Rio Branco e Guarani, tudo mudou na vida dele a partir do vínculo com a Ponte Preta.
Confira o texto sobre ele, hoje radicado na Alemanha, no link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ .
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