Ponte resistiu para escapar de placar elástico após expulsão de Zé Mário



Guarani cai três posições na sexta rodada da Série C



No geral, o andamento da sexta rodada da Série C do Brasileiro serviu para queda do Guarani da sexta à nona colocação.

Essa perda de três posições foi decorrente de vitórias de Maranhão e Ituano, que subiram para dez pontos, ao vencerem Botafogo da Paraíba e Confiança por 3 a 1 e 1 a 0, respectivamente.

Além deles, o Barra se igualou ao Guarani com nove pontos, mas se prevalece no critérios saldo de gol, embora empatem em número de duas vitórias.

Atuando em seus domínios, o Barra ficou apenas no empate sem gols com o Caxias.

A goleada do Brusque sobre o Ypiranga por 3 a 0 serviu para que o clube de Erechim permanecesse com dez pontos, e trouxe favorecimento ao Guarani.

BUSCAR PONTO (S)

Diante deste cenário, não há outra alternativa ao Guarani se não a busca de resultado positivo diante do Maringá, a partir das 20h desta segunda feira, no interior paranaense.

Se há uma certeza neste jogo pró-Guarani, é que desta vez não se projeta um Maringá retrancado, diferentemente dos últimos adversários dos bugrinos em Campinas - casos de Itabaiana e Santa Cruz - que abusaram de ficar atrás, apenas com opção de contra-ataques.



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Sport explora as falhas defensivas da Ponte Preta e vence com folga



Aonde vai parar a Ponte Preta, com derrotas & derrotas nesta Série B do Brasileiro?

Na noite deste sábado, mais uma decepção para a sua torcida, com a derrota de virada para o Sport Recife por 3 a 1, no Estádio Moisés Lucarelli.

Assim, ela voltou à zona de rebaixamento, pois o Goiás venceu o Vila Nova por 1 a 0, no clássico goiano, também neste sábado, e pulou para dez pontos, mesmo atuando com um homem a menos na metade do segundo tempo.

SPORT EXPLORA FALHAS

No futebol, na maioria das vezes o clube mais qualificado se prevalece, e não foi diferente com o Sport

Embora cumprisse suspensão imposta pelo STJD da CBF, o treinador pontepretano Rodrigo Santana repassou ao interno Gabriel Remédio a estratégia colocada em prática pelo ASA de Arapiraca, que endureceu para a equipe pernambucana.

Isso ocorreu na última quarta-feira, no conforto entre ambos pelo Copa do Nordeste.

A diferença é que o ASA havia mostrado mais mobilidade no meio de campo, e sem aquelas falhas defensivas característica da Ponte Preta.

O clube mandante se programou para se resguardar na medida do possível e, de posse de bola, usar velocidade pelos lados do campo.

Foi planejado liberdade para avanços do lateral-esquerdo Keyison, abrindo-se espaço para a escalação de Danilo Barcelos, com postura defensiva.

PONTE CHEGA AO GOL

A estratégia começou a mostrar praticidade com Diego Tavares levando vantagem pelo lado direito e, em um dos cruzamentos dele, a bola se ofereceu para Danilo Barcelos no segundo pau, livre de marcação.

Aí, após o cabeceio, a bola ainda resvalou no lateral-direito Madson, do Sport, antes de entrar no canto direito do goleiro Thiago Couto, aos 22 minutos.

A partir disso, o lado esquerdo da defensiva do Sport recebeu marcação mais cuidadosa e Diego Tavares foi anulado.

E, com mais posse de bola, o Sport passou a ampliar o volume ofensivo, com consequentes desarranjos defensivos do time pontepretano.

FELIPINHO EMPATA

Assim, nas esperadas incursões do lateral esquerdo Felipinho ao ataque, houve um toque de calcanhar do centroavante Perotti, o suficiente para colocá-lo livre na área, para deslocar a bola do goleiro Diogo Silva: 1 a 1, aos 30 minutos.

Na sequência, em cruzamento casuístico direcionado à área pontepretana, Danilo Barcelos escorregou e a bola tocou no braço dele.

Houve intervenção do VAR e o pênalti foi marcado e convertido por Barletta, com chute fraco, rasteiro no canto esquerdo, aos 49 minutos.

FRACO JUSTEN

Como quem conta com o lateral-direito Justen na equipe favorece o adversário, ele ofereceu espaço pela beirada do campo para Barletta, que cruzou visando a chegada de Perotti, livre de marcação.

Assim ele teve facilidade para concluir e marcar o terceiro gol do time pernambucano, aos 14 minutos do segundo tempo.

EXPULSÃO DE MARCELO AJUL

Mesmo com a expulsão do zagueiro Marcelo Ajul, aos 23 minutos daquela fase, o Sport não correu risco, quando a Ponte Preta insistiu em cruzamentos.

Aos 35 minutos, Rodriguinho, que havia entrado no lugar de Keyison, chegou a marcar o segundo gol pontepretano, mas por intervenção do VAR foi flagrado que a bola já estava de posse do goleiro Thiago Couto quando ele chutou.

Acreditem: aos 30 minutos do segundo tempo entrou em campo Baianinho no ataque do clube campineiro.

Conforme o previsto, não acrescentou absolutamente nada, assim como Élvis, que havia entrado um pouco antes.





Na Ponte Preta, bola e pendências judiciais dividem o noticiário



Em circunstâncias normais, o assunto sobre Ponte Preta deveria ser essencialmente a partida contra o Sport Recife, a partir das 18h30, em Campinas, na Série B do Brasileiro.

Entretanto, esses incompetentes cartolas do clube se dispuseram disputar as últimas eleições, sabendo que não teriam competência para gerir a montanha de problemas financeiros do clube, boa parte provocada pelo então presidente Marco Eberlin.

São promessas e promessas para o pagamento de salários atrasados dos jogadores e isso fica no discurso.

MAIS UM TRANSFER BAN

Aí surge a notícia que um transfer ban - com a nomenclatura de CNRD -, devido ao não pagamento de parcelas de acordos anteriores.

Isso vai impedir registro de novos atletas ao clube quando da abertura da nova janela em 20 de julho.

Esse assunto incomoda atletas e irrita torcedores, cabendo sempre interrogar os senhores cartolas, com aplicação de um velho ditado popular: 'quem não tem competência, não se estabelece''.

Melhor, então, que tivessem deixado os espaços a terceiros.

ÉLVIS

Como as circunstâncias implicam em não se tratar exclusivamente do jogo contra o Sport, para não alongar apenas mais uma observação: que o treinador Rodrigo Santana não ouça os clamores por aí para a escalação do meia Élvis.

A campanha recomendável do Sport na Série B do Brasileiro tem muito a ver com a competitividade da equipe.

Logo, que os escalados da Ponte Preta sejam igualmente competitivos.






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Centroavante Alex Bruno, registro de 19 gols em 24 jogos



Nos bons tempos de Ponte Preta, o ex-dirigente Peri Chaib cercava-se de recomendáveis olheiros, e, com a habitual desconfiança, ainda checava in loco as informações recebidas.

Foi assim que buscou o então ponteiro-direito Lúcio, no Mato Grosso, na década de 70 do século passado.

O ex-presidente Beto Zini, do Guarani, recebeu a informação que no Tanabi atuava um meia-direita chamado Edílson Capetinha, e foi lá conferir e contratá-lo.

O restante da história é de pleno conhecimento.

Será que Ponte Preta e Guarani descaracterizaram os olheiros e negociam basicamente com empresários do futebol?

ÉRICK PULGA

Nesse espaço, após conferir o futebol do atacante de beirada Erick Pulga atuando pelo Ferroviário (CE), alertei os sonolentos cartolas dos clubes de Campinas.

Adiantou?

Claro que não. Seis meses depois, o Ceará contratou o atleta e lucrou R$ 20 milhões ao negociar os direitos econômicos com o Bahia.

FÁBIO E MENDES

Ano passado, 'palpitei' sobre outros dois jogadores.

O lateral direito Fábio, então no Anápolis, embora não praticasse um futebol brilhante, era melhor que qualquer jogador da posição no futebol de Campinas.

O Barra (SC) teve essa percepção, o contratou e hoje colhe os frutos.

Ao ver o clube Santa Catarina em ação no começo do ano passado, citei que o meia Mendes tinha qualidade.

Foi quando o Avaí tratou de levá-lo, e não se sabe porque lá não deu certo, o que provocou o rompimento do contrato. Assim, ele optou pela volta à várzea paulistana.

Entretanto, em janeiro passado, o Santa Catarina o convenceu ao regresso, e novamente foram constatadas atuações convincentes.

RONALDO TAVARES E ALEX BRUNO

O Athletic 'descobriu' um centroavante que enfrenta goleiros com sabedoria, deslocando a bola deles, caso do português Ronaldo Tavares.

Uma lesão vai tirá-lo dos gramados durante esta temporada.

Já o ASA de Arapiraca teve competência para descobrir um centroavante como Alex Bruno, que rasguei elogios na partida de quarta-feira contra o Sport.

Como não elogiar quem lembra o ex-atleta Serginho Chulapa no uso do corpo para fazer a parede e esconder a bola do marcador?

E quando dele se desvencilha, mostra visão para o passe.

Ainda, naquele jogo, registro de um chute com bola no travessão.

Aí, trocando ideia com o radialista Daniel Lessa, o alerta dele foi que o atleta já marcou 19 gols em 24 partidas nesta temporadas, quatro deles pela Série D do Brasileiro, onde o ASA está incluído.

INTERESSE DO SPORT

Já prevendo que o centroavante despertaria interesses de clubes, o contrato dele foi feito até 2029, com multa de rescisão fixada em U$ 1 milhão, correspondente a R$ 4,9 milhões

E não é que o Sport já manifestou interesse na contratação e já discute o encaminhamento do negócio.





Nesta vitória do Sport Recife sobre o ASA por 1 a 0, na noite desta quarta feira, no Estádio Ilha do Retiro (PE), pela Copa do Nordeste, dois aspectos a se considerar.

Primeiro: faltou pernas para o ASA continuar competindo no segundo tempo, e assim prevaleceu a melhor forma física do Sport para pressionar e chegar ao gol da vitória.

Isso ocorreu aos 35 minutos do segundo tempo, através de cobrança de falta do lateral-esquerdo Filipinho, que lembrou os estilos dos meias Dicá e Zenon.

CENTROAVANTE ALEX BRUNO

Segundo: ao me dispôr conferir esse jogo, me surpreendo com um centroavante que sabe fazer a parede para proteger a bola e, ao se desvencilhar do marcador, mostra recomendável visão de jogo para o passe na medida.

E olhem um atleta com essa caracteristica dando sopa aí com a camisa do ASA - caso de Alex Bruno - e os clubes de Campinas gastam um dinheirão na busca de atacantes rodados.

Isso mostra a ineficiência dos executivos e coordenadores de futebol que não têm olhos para enxergar isso.

RODRIGO SANTANA

Por dever de ofício, o treinador da Ponte Preta, Rodrigo Santana, deve ter acompanhado esta partida que o Sport garantiu vaga na fase semifinal da Copa do Nordeste.

O acompanhamento é justificado porque o Sport será o próximo adversário da Ponte Preta na Série B do Brasileiro, em jogo programado a partir das 18h30 do próximo sábado, em Campinas.

E aí, a grosso modo, o que foi possível observar do Sport?

Difícil avaliação conclusiva, pois o ASA não teve a mesma mobilidade no segundo tempo. Logo, o melhor condicionamento físico do Sport implicou em linhas bem adiatadas e rondando mais vezes a área adversária.

TREINADOR ITAMAR SCHULLHER

Bom, na cabeça do treinador do ASA, Itamar Schuller, era possível fazer um jogo em condições de igualdade com o Sport.

Ele colocou em prática, durante o primeiro tempo, um eficiente esquema de marcação, mas, de posse de bola, seu time soube explorar velocidade nos espaços deixados pela defensiva do Sport.

Reflexo disso, o Sport teve uma chance, na base do bate-rebate, logo no início do jogo, e, ainda durante o primeiro tempo, mais um chute de fora da área e bola na trave direita.

Na velocidade, o ASA respondeu e igualmente carimbou a trave do Sport.

Como o Sport teve mais posse de bola, rodou-a de uma lateral a outra, todavia fez uso mais pelo lado esquerdo, com as incursões de seu lateral Felipinho

Conclui-se que se a Ponte igualar ao Sport no condicionamento físico e tiver perspicácia para explorar claros vazios que provavelmente o Sport deva oferecer, no mínimo o jogo pode ganhar contornos de igualmente.

Isso indica que não é jogo para escalação do meia Élvis.





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Mexidas erradas do treinador da Ponte Preta implicam no empate do Ceará



A Ponte Preta tinha o jogo sob controle para assegurar a vitória por 1 a 0 diante do Ceará, quando o seu inexperiente treinador Rodrigo Santana fez mexidas que desestabilizam a equipe nesta partida da Série B do Brasileiro, disputada em Campinas, com empate por 1 a 1.

Os equívocos cometidos permitiram mais ações ofensivas do Ceará, que atuou com um homem a menos durante todo o segundo tempo.

O adversário explorou vacilo defensivo pontepretano para chegar ao empate.

POR QUE ESCALAR ÉLVIS?

A rigor, o primeiro erro do treinador da Ponte Preta foi a escalação do meia Élvis, ainda fora de forma, e sem força para se aproximar da área adversária.

Apesar disso, como a Ponte Preta chegou ao seu gol aos sete minutos do segundo tempo, as substituições feitas reduziram ainda mais o potencial da equipe.

O lance do gol foi fruto de uma infiltração do zagueiro David Braz ao ataque, finalização fraca, mas a falha do goleiro Richard, no rebote ao campo de jogo, propiciou sobra para o atacante Luís Philipe, que empurrou a bola pra rede.

BAIANINHO, BARCELOS E JUSTEN

Depois disso, por que sacá-lo para a entrada de Baianinho, com péssima atuação?

Baianinho havia jogado muito mal diante do Athletic, e nada recomendava que a troca fosse feita.

Logo depois de o Ceará chegar ao empate, Baianinho teve uma chance de ouro para fazer o segundo gol, mas finalizou muito mal, para fora.

Por que a saída do lateral-esquerdo Diego Porfírio, para fazer uma média com Danilo Barcelos, um dos responsáveis pelo gol de empate do Ceará?

Fora de ritmo, Barcelos foi totalmente envolvido no citado lance, aos 36 minutos do segundo tempo.

Desatento, tomou bola nas costas e a partir disso registro para o erro na saída precipitada da meta do goleiro Diogo Silva, e descuido geral do compartimento defensivo, que permitiu a aparição do lateral-esquerdo Sanches, que empurrou a bola pra rede

A entrada do lateral-direito Justen, em substituição a Thalys, também provocou perda no setor.

Estaria Thalys lesionado? Então que se procurasse outra opção, pois Justen não agregou nem defensivamente, nem no aspecto ofensivo..

Outro erro da Ponte foi deixar o tempo passar durante o segundo tempo, visando apenas administrar a vantagem.

Por sinal, a Ponte Preta deixou de aproveitar a vantagem de o adversário contar em campo com um homem a menos, devido a expulsão de Lucas Lima no final do primeiro tempo.

PRIMEIRO TEMPO

O time pontepretano iniciou a partida tomando iniciativa ofensiva, na forma de abafa, e teve predominância no campo ofensivo durante os primeiros 20 minutos.

Foi a fase que ameaçou a meta adversária apenas em cruzamento do atacante Luís Philipe para o interior da área, e o atacante Pottker, de cabeça, exigiu defesa do goleiro Richard.

O Ceará só ameaçou a meta pontepretana aos 19 minutos, quando o meio-campista Júlio César cabeceou bola em direção da trave, após cobrança de escanteio.

Depois disso, a equipe cearense se encorajou, avançou as linhas, passou a ter mais posse de bola, e voltou a ameaçar em rápidas trocas de passes no ataque.

No complemento da jogada, com toque de Wendell Silva para Fernandinho, apareceu providencialmente o lateral direito pontepretano Thalys para travar a finalização.

RIGOR NA EXPULSÃO

Aos 44 minutos do primeiro tempo, registro para uma decisão rigorosa do árbitro Kleber Ariel Gonçalves da Silva, ao penalizar o meio-campista Lucas Lima, do Ceará, que abriu um pouco o braço, mas sem intenção de atingir Bryan Borges.

Ao adverti-lo com o segundo cartão amarelo - e consequentemente o vermelho - a Ponte Preta voltou pro jogo, e em lances seguidos teve a chance de marcar.

Entretanto, as finalizações de Bryan Borges e Pottker foram defendidas pelo goleiro Richard.





Atacante Endreck ajudou na construção da vitória do Brasil



Nesta vitória da Seleção Brasileira sobre a Croácia por 3 a 1, na noite deste terça feira, em jogo amistoso nos Estados Unidos, viu-se uma supremacia dela durante o primeiro tempo, quando chegou ao gol, mas depois só ganhou destaque após a entrada do atacante Endreck.

Se a Croácia chegou ao empate aos 38 do segundo tempo, através de Majer, dois minutos após o Brasil marcou o segundo gol.

PARTICIPAÇÃO DE ENDRECK

Tanto no segundo como no terceiro gols do Brasil houve participação de Endreck, em contra-ataques.

No segundo, lançado na velocidade, na disputa disputa de bola de bola natural com Sutalo, o árbitro interpretou como falta dentro da área e marcou pênalti.

A cobrança foi feita pelo centroavante Igor Thiago, que chutou no canto direito.

Depois, em nova escapada de Endreck, Martinelli foi servido e, num chute rasteiro, colocou a bola no canto esquerdo.

LANCELOTTI E O CONTRA-ATAQUE

No segundo tempo, como a Croácia adiantou as linhas, o Brasil procurou se resguardar, para não lhe oferecer espaços.

Embora tivesse mais posse de bola, a Croácia raramente chegou a importunar.

Em uma dessas ocasiões, Majer foi lançado em contra-ataque e chegou primeiro na bola, na disputa direta com os defensores Marquinhos e Danilo do Brasil, e assim explorou a saída precipitada da meta do goleiro Bento.

CHANCES NO PRIMEIRO TEMPO

Durante o primeiro tempo, Seleção Brasileira acordou após dois erros da Croácia, em saída de bola, a partir dos 20 minutos.

Foi quando o meio-campista Danilo Santos aproveitou passe errado do meia Modric e exigiu precisa defesa do goleiro Livakovic.

Logo em seguida, em outro erro de trás da Croácia, o atacante Luís Henrique sofreu falta e rolou a bola para Matheus Cunha, cujo chute foi desviado por um defensor adversário.

Antes disso, muita lentidão da Seleção Brasileira, o que facilitou a recomposição adversária, que procurou ficar com a bola, optando na maioria das vezes em explorar o lado esquerdo de seu ataque, mas sem a devida contundência. Depois disso, ainda no primeiro tempo, mais duas chances criadas pelo Brasil.

Primeiro, em novo erro de Movic, o atacante João Pedro foi lançado, ficou na cara do gol, mas o chute foi em cima do goleiro Livakovic.

Depois, em contra-ataque brasileiro e a defesa da Croácia desguarnecida, Vini Júnior escapou da marcação e calculou o passe na chegada de Danilo Santos, que arrematou de primeira, com bola no canto alto direito, aos 41 minutos.

A única vez que a Croácia ameaçou foi no final do primeiro tempo, em cabeçada de Kramaria e defesa de Bento.

PRECARIEDADE DE LATERAIS

Neste amistoso também ficou claro a precariedade de laterais brasileiros.

Douglas Santos, pela esquerda, avançou pouco, enquanto Ibañez, pela direita, abusou de bola recuada e raras incursões ao ataque.

E mesmo na marcação, ora Ibañez dava espaço para o adversário, ora perdia jogadas no duelo direto.





Maranhão A.C. é pouca coisa melhor que o Castanhal. E ai, Guarani?



O bugrino está a perguntar qual a cara desse Maranhão, adversário na estreia de seu clube pela Série C do Brasileiro, a partir das 17h do próximo sábado.

Calma! Antes de entrar em detalhes do clube maranhense, que a boleirada do Guarani já fique preparada para enfrentar um gramado duro, onde a bola quica bastante, caso do Nhozinho Santos, em São Luís (MA).

Em situação assim, passes de média e longa distância são incertos. Melhor aqueles curtos.

O Canal do Benja, no YouTube, escancarou as imagens, na tarde de sábado, e quem viu há de concordar que a tabela da CBF foi generosa com o Guarani, ao programar um adversário plenamente batível.

Resta saber se ele terá capacidade de explorar essa 'canja', pois situação semelhante foi oferecida quando enfrentou o Castanhal, pela Copa do Brasil, mas não soube aproveitar.

O QUE MUDOU NO GUARANI?

Resta saber, também, se o modelo de equipe dos tempos do treinador Matheus Costa foi mudado para melhor.

O Maranhão, visto na derrota para o Ferroviário por 3 a 2, foi de equipe desorganizada taticamente durante o primeiro tempo.

Na ocasião, abusou de bola alongada, visando principalmente a velocidade do atacante de beirada Will Viana, que alternava seguidamente os lados do campo, sem que mostrasse habilidade.

Durante aquele período, viu-se a defesa do Maranhão 'bater cabeça', sofrer dois gols e mostrar vulnerabilidade na marcação pelo lado direito, através do lateral Ball.

QUATRO MUDANÇAS

As quatro mudanças feita no intervalo pelo treinador Marcinho Guerreiro, do Maranhão, resultaram em 'leveza' na equipe e mais aproximação da área adversária.

Já com o atacante Pimentinha em campo - 38 anos de idade -, o Maranhão ganhou aqueles dribles curtos dele, tanto que sofreu pênalti neste expediente, convertido.

Apesar de o Maranhão rodar mais a bola durante o segundo tempo, a mostra foi de equipe previsível.

O segundo gol do clube maranhense foi decorrente de precisa cobrança de falta do meia Jorge, que entrou no segundo tempo, colocando a bola no ângulo.

Teria ele um bom aproveitamento neste quesito?

Nas bolas paradas ofensivas do Maranhão, viu-se o volante Rosivan - que também entrou no segundo tempo - ganhar algumas jogadas pelo alto, uma delas com cabeceio e a bola atingindo travessão.

Deu pra entender, então, que é jogo para o Guarani saber aproveitar?

SEIS ANOS SEM O GOLEIRO JOÃO MARCOS

No botão de áudio da plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ foi produzido um relato sobre o então goleiro João Marcos - de Palmeiras e Grêmio -, que morreu há seis anos, vítima do alcoolismo.




Crise no Ceará resulta em demissão do executivo de futebol



A Ponte Preta vai enfrentar um Ceará em crise, após a derrota para o Retrô por 3 a 1, na tarde de sábado.

O clube já vinha de empate por 1 a 1 em seus domínios, contra o ABC - ambos pela Copa do Nordeste -, e isso desencadeou duas demissões: o executivo de futebol Lucas Drubscky e Haroldo Martins ligado ao CEO de futebol.

A informação foi publicada ainda na noite de sábado, na edição digital do Diário do Nordeste, através do jornalista Victor Barros.

No encontro de dirigentes com os demitidos, foi exposta a insatisfação da cúpula com os resultados recentes da equipe e com a condução do departamento de futebol.

Lucas Drubscky teve passagem pelo Guarani durante cinco meses, a partir de junho de 2023.

MOZART COBRADO

A continuidade do treinador Mozart Santos também entrou em pauta, embora a diretoria do clube entende que ele ainda pode entregar resultados positivos.

Como as críticas pelo pífio rendimento do Ceará foram contundentes, na derrota para o Retrô, Mozart fez questão de assumir a responsabilidade pela situação, durante entrevista coletivo pós-jogo.

Não tem terra arrasada. A responsabilidade é minha. Se tiverem que pegar no pé de alguém, que peguem no meu. Nós vamos nos recuperar”.

CRÍTICAS DA MÍDIA

A mídia esportiva de Fortaleza, em geral, criticou duramente o rendimento do Ceará nesta derrota para o Retrô.

O jornalista André Almeida citou que o elenco do Ceará é muito limitado.

Ele afirmou, no sitefuteboldamassaque os jogadores não estão rendendo por falta de mais empenho, que a equipe piora jogo após jogo.

E criticou duramente o treinador Mozart nesta derrota para o Retrô: “Ele sacou o único jogador com lucidez na equipe, que era o Melk”.

COMO TIRAR PROVEITO?

Diante do exposto, o pontepretano questiona se o seu clube vai saber tirar proveito desta situação do adversário.

Pressupõe-se que o treinador Rodrigo Santana tenha acompanhado esta derrota do Ceará e observado a descoordenação do setor defensivo.

Na maioria das vezes, os jogadores têm rebatido a bola sem mirar um companheiro para continuidade de jogadas.

O Retrô soube ganhar a chamada segunda bola, de rebote, e se coordenar ofensivamente.

A Ponte saberá?

A lentidão do Cearána transição ao ataque, facilitou o trabalho de recomposição do Retrô.

Isso será mudado?

O atacante de beirada Fernandinho é rápido e hábil, porém faltou articulação para que fosse abastecido em melhores condições.

Neste jogo de sábado o ataque cearense criou pouco, apesar das oscilações da retaguarda do Retrô, que permitiu a criação de chances, que acabaram desperdiçadas.





Se o Ceará repetir a pobreza técnica, a Ponte Preta terá chances sim



A proposta básica da pauta do dia seria apenas o acompanhamento da partida em que o Retrô - clube de Série D do Brasileiro - venceu o Ceará por 3 a 1, na tarde deste sábado em Pernambuco, pela Copa do Nordeste.

Havia prometido ao pontepretano mostrar a cara do adversário da próxima quarta feira, em Campinas, e isso vai ser feito na sequência.

DESPEDIDA DE VÁGNER LOVE

Cabe a abertura de um parêntese para mostrar a despedida do futebol do centroavante Vágner Love, de 41 anos de idade.

Parece que o treinador do Retrô, Jamerson Andrade, estava prevendo que algo extraordinário aguardava por Vágner Love, para mantê-lo em campo fazendo número, pelas precárias condições físicas.

E ele estava certo: Vágner Love foi abençoado pelo 'Divino' aos 49 minutos do segundo tempo, quando, ao receber passe açucarado de Luiz Beserra.

Logo, colocou em prática a natural característica de décadas passadas, e num leve e suficiente toque deslocou o goleiro Richard e colocou a bola no canto esquerdo.

Feito o devido e justo registro, você, pontepretano, vai ser informado da cara deste Ceará, que neste jogo poupou três titulares.

Eles serão capazes de agregar na pobreza técnica mostrada pela equipe?

MUITO MAL NO PRIMEIRO TEMPO

O centroavante buscado no Inter (RS), Gustavo Prado, pode fazer a diferença se escalado contra a Ponte Preta?

Até os primeiros dez minutos de partida, o Ceará só chegou à área do Retrô em dois lances de impedimentos.

As duas finalizações naquele período se resumiram em lances aos 24 e 26 minutos.

Melk chutou a bola para fora e Wendel acertou a direção do gol, mas Jefferson Paulino defendeu.

No mesmo primeiro tempo, o Retrô, em duas jogadas semelhantes, fez um gol e por pouco não ampliou a vantagem.

Em falta infantil cometida pelo lateral Sanches, do Ceará, o meia Rodsley, do Retrô, cruzou para o meia Fernandinho testar em direção do canto direito.

Na repetição do lance, em outra cabeçada dele, a bola passou rente ao poste direito.

TIME CEARENSE MELHORA

A bronca do treinador Mozart Santos, pela morosidade do Ceará durante o intervalo, refletiu nos jogadores voltarem mais ativos e com clara oportunidade de gol perdida pelo atacante Mateusinho, logo os três minutos, quando em vez de finalizar optou por passe errado.

Ele se redimiu ao marcar o gol de empate três minutos depois, ao receber passe de Melk.

Aí, o Ceará imaginou que pudesse recuar, esperar um Retrô no ataque, e assim optar pelo contra-ataque.

Na prática o time cearense havia se resumido ofensivamente com a sequência de dribles do atacante de beirada Fernandinho - o mesmo que passou pelo Mirassol - e só.

GOLAÇO DE RODSLEY

E como o Retrô continuou buscando o ataque, o seu meia Rodsley acertou um chute forte e certeiro do meio da rua, recolocando a sua equipe em vantagem.

A qualidade discutível do Ceará piorou ainda mais com a expulsão de Lucas Lima, aos 35 minutos.

Apesar disso, descuidos defensivos do Retrô ainda lhe proporcionaram outras duas chances.

Primeiro quando Fernandinho chutou a bola para fora. Depois, Giulio finalizou em cima do goleiro Jefferson Paulino .

Logo, se o Ceará não melhorar substancialmente, não descartem as chances de a Ponte Preta atingir o objetivo de vitória.





Pontepretano pode ver a 'cara' do Ceara no jogo deste sábado contra o Retrô



O próximo adversário da Ponte Preta pela Série B do Brasileiro vai ser o Ceará, na noite de quarta-feira da semana que vem, em Campinas.

Aí o seu torcedor, desinformado, já projeta 'nova encrenca', pois imagina um Ceará bem mais competitivo do que o seu clube.

Bom, então cabe a informação que parte da imprensa cearense 'desceu a madeira ' no rendimento do clube, com rendimento aquém do esperado no empate por 1 a 1 diante do modesto ABC.

Esse jogo foi válido pela Copa do Nordeste, na última quarta-feira, Arena Castelão, em Fortaleza.

O portal https://www.futceara.com.br, citou que “infelizmente, já se tornou um roteiro familiar para os torcedores”.

E acrescentou que “a repetição do desempenho insatisfatório é notória. A equipe não consegue impor seu ritmo, não gera confiança e, o ponto mais crítico, acumula resultados que não refletem uma evolução”.

JOGO CONTRA O RETRÔ

Se a mídia cearense tem razão ou não em pegar pesado com a boleirada do Ceará, nada como o pontepretano conferir como se comporta a equipe contra o Retrô

Este jogo, continuidade da Copa do Nordeste, está programado para este sábado, a partir das 17h, na Arena dos Aflitos, com transmissão do SBT Nordeste e Site Jangabeira de Comunicação.

Se outrora era improvável o acompanhamento de partidas por esse Brasil afora, hoje ampliaram-se as opções através da televisão e com participação ativa da Internet.






Prevaleceu o favoritismo da França sobre o Brasil



Vou propositalmente inverter a frase a seguir: 'vivendo e desaprendendo'.

O italiano treinador Carlo Ancelotti, trazido pela CBF para dar um jeito na Seleção Brasileira, mostra uma baita pose ao escalar a equipe com quantidade excessiva de atacantes.

Aí, o homem imagina que os tais jogadores podem dar o cobrado volume ofensivo, assim como a necessária recomposição, para fechar bem os espaços do adversário.

Durante o primeiro tempo do amistoso contra a França, Ancelotti não conseguiu nem uma coisa, nem outra, nesta derrota por 2 a 1, na tarde/noite desta quinta-feira - no horário de Brasília -, em jogo amistoso disputado nos Estados Unidos.

Com a estratégia, Ancelotti ficou mascando chiclete o tempo todo e deixou um 'buracão' no meio de campo, que permitiu à França controlar a partida durante todo primeiro tempo.

Naquele período, os franceses já venciam por 1 a 0, e gol com selo de cavadinha protagonizado pelo atacante Mbappé, aos 32 minutos.

A origem da jogada contou com erro do volante Casemiro e o atacante francês ganhando a jogada na velocidade do zagueiro Léo Pereira.

LUÍS HENRIQUE ENTROU BEM

No começo do segundo tempo, com o atacante Raphinha lesionado, a alternativa do treinador foi dar vaga ao atacante de beirada Luiz Henrique.

Como ele é driblador e começou a levar vantagem pelo lado direito, o Brasil passou a criar algumas jogadas por ali, porém sem a devida conexão com os companheiros.

E imaginou-se que o Selecionado Brasileiro pudesse pressionar a França com a expulsão do zagueiro Upamecano logo em seguida.

Só que os avanços descoordenados da equipe de Ancelotti permitiram que, em contra-ataque, a França encontrasse espaços para troca de passes e chegasse ao segundo gol aos 20 minutos, através de Ekitiké.

Como o Brasil manteve a postura ofensiva, em cobrança de falta pela esquerda e bola ajeitada para atrás por Casemiro, o zagueiro Bremer acompanhava jogada e 'fuzilou' sem chances de defesa para o goleiro Maignan, aos 33 minutos.

Naquela altura, a França já havia substituído o seu principal jogador, o atacante Mbappé.

VINI JÚNIOR FOI MAL

Aposta no rendimento do atacante Vini Júnior tem sido considerado uma das armas da Seleção Brasileira, mas provavelmente, nesta quinta-feira, tenha sido uma das piores participações dele com essa camisa.

Foi dominado na maioria das jogadas, nas tentativas de dribles.

E mesmo desarmado com frequência, insistia na individualidade, e isso resultou em prejuízo à equipe

DIFERENÇAS DE ESTILO

Jogadores da França, como dos principais países do futebol europeu, estão condicionados à definição do passe antes mesmo de recebê-lo, o que resulta em velocidade e fluxo de jogadas ofensivas.

O jogador brasileiro persiste no antigo vício de dar três ou quatro toques na bola antes das continuidade de jogadas, e isso geralmente implica no reposicionamento do adversário.




Hoje vou abrir espaço para citar um internauta que insiste em postar mensagens na plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, sem a devida identificação, optando pelo pseudônimo de Índio Velho.

Nada contra me contestarem, até porque o espaço é livre, desde que haja a devida identificação.

Como deleto os comentários inconsequentes dele, a reação foi procurar o diretor do Futebol Interior, Élcio Paiola - mais uma vez sem se identificar - para citar que faço o papel de torcedor da Ponte Preta.

Irritado, acrescentou que não consigo me disfarçar, alegando que evito criticá-la.

O revoltado ficou raivoso quando citei que o presidente Rômulo Amado, do Guarani, é incapaz para o exercício do cargo.

O internauta ignora que o cartola, sem capacidade para gerir assuntos do futebol do clube, delega aos homens do Departamento de Futebol a definição de contratados.

Ora, esse raivoso torcedor queria o que?

O cara precisa de uma lupa para enxergar que o presidente de estimação dele é claramente incompetente, e que foi devidamente avisado do prejuízo que a contratação do meia Diego Torres daria ao seu Guarani, com custo mensal de R$ 130 mil.

Depois dessa, que o revoltado bugrino dê uma boa avaliada para apresentar argumentos válidos.

Mais uma vez tenho que repetir que pauto por postura independente, e com apoio da direção do portal.

Por fim, saia do esconderijo e coloque a sua cara, com o nome que foi registrado. 




Alô bugrinos: João Paulo que chega não é o mesmo dos tempos de Ponte Preta



Na despedida oficial do meia João Paulo, recém desligado do São Bernardo, para integrar o elenco do Guarani, registro de uma publicação daquele clube, nas redes sociais, do tipo bem protocolar, com a seguinte citação.

"Agradecemos imensamente ao João Paulo por ter feito parte do clube, e saiba que será sempre lembrado".

Cabe informar que o contrato dele com o São Bernardo terminou ao final do Paulistão, ocasião que o clube não manifestou interesse na renovação, e o colocou em disponibilidade ao mercado.

Quem viu João Paulo pelo São Bernardo, a constatação foi de ter mostrado um futebol comum, sem aquele vigor físico para infiltrações nas proximidades da área adversária e aquelas finalizações incisivas de outrora.

MELHOR QUE DIEGO TORRES

Claro que nem por isso pode-se dizer que será mais um Diego Torres pelos lados do Estádio Brinco de Ouro.

Jogar ele sabe, ou sabia. Se terá força física para colocar em prática aquele estilo dos tempos de Ponte Preta, em 2020, não se sabe.

Aliás, ao citar Diego Torres, lembro que fui voz solitária na mídia campineira, para praticamente 'implorar' para que não o contratassem.

Havia assegurado que nem de longe lembrava aquele meia incisivo de 2021/22, do CRB, quando era driblador, infiltrava-se na área adversária, e servia companheiros, ou ele mesmo definia a jogada.

BETO ZINI CONCORDOU

Tão logo fiz a publicação, recebi telefonema do ex-presidente do Guarani, Beto Zini, alegando que alguém, como ele, assiste jogos sem participação dos clubes de Campinas.

O ex-dirigente fez questão de citar que o Diego Torres de Novorizontino, Amazonas e Vila Nova não recomendava que fosse contratado.

E você acha que cartola vaidoso - como o atual presidente bugrino Rômulo Amaro - teria a humildade para consultar Beto Zini?

Claro que não.

Francamente? Não traria João Paulo, conforme aquilo que vi sobre o rendimento dele no São Bernardo.

Entretanto, cabe ressaltar que, apesar disso, o futebol atual dele ainda é mais recomendável comparando-se a Diego Torres.




Calma, gente! A Ponte Preta está em processo de arrumação



Já deu pra perceber que sou um analista extremamente crítico em relação ao futebol dos clubes de Campinas, mas há discordância em relação a posições de parte da mídia de Campinas e torcedores que cobram acintosamente o futebol da Ponte Preta.

Considere que o elenco está em processo de reconstrução e ajustes. Logo, não dá pra cobrar postura exemplar desse time pontepretano contra um adversário ajustado como o Athletic.

A Ponte foi mal sim na vitória diante do fraco Guarany de Bagé, e ficou esbarrada em seu lento meio de campo e ataque inoperante diante do oscilante Atlético Goianiense, pela Copa do Brasil.

O 'ceis' esperavam que a Ponte Preta fosse ressurgir das cinzas diante do ajustado Athletic?

Isso é coisa de quem não analisa o adversário, além do impaciente torcedor pontepretano.

MUDANÇAS CORRETAS

O treinador Rodrigo Santana fez mudança providenciais no domingo, na busca de ganhar mais mobilidade para a sua equipe.

Sabiamente sacou o volante Rodrigo Souza, que sequer dava conta do desarme, quanto mais qualificar a saída de bola de trás.

E teve a coragem de dar um basta na escalação do meia Élvis, que não se cuida para melhorar o condicionamento físico, e assim não mostra a cobrada mobilidade à equipe, para a devida transição ao ataque.

Sim, Série C do Brasileiro é uma coisa, com adversários mais fracos, mas a correria do Paulistão e Série B do Brasileiro exige mais mobilidade e o atleta precisa se conscientizar disso.

O meio de campo da Ponte Preta ganhou mais mobilidade com as trocas feitas por Rodrigo Santana, sem que isso tivesse provocado mais intensidade no ataque.

Todavia, considerando-se o Athletic arrumado e a Ponte Preta ainda procurando o caminho adequado, há de se ter um pouco mais de paciência, para que sejam feitos os ajustes no setor ofensivo.





Apesar da derrota, Ponte Preta começa a dar sinais de melhora



Antes de o torcedor pontepretano 'meter a boca' na equipe, após esta derrota por 2 a 1 para o Athletic, em São João del Rei, na noite deste domingo, a impressão deixada é que pode evoluir e não correr riscos de rebaixamento.

A percepção inicial é tenham clubes em piores condições nesta Série B do Brasileiro, um deles o América Mineiro, eliminado recentemente da Copa do Brasil pelo Barra, e derrotado por 3 a 1 para o Goiás, na estreia dele na competição.

Considerando-se que o elenco pontepretano está em fase de reconstrução, e ainda depende de ajustes, não se pode dizer que o desempenho da equipe diante do Athletic tenha sido decepcionante.

ACERTA RODRIGO SANTANA

Perfeita a postura do treinador Rodrigo Santana, que teve a real percepção que precisaria mexer no lentíssimo meio de campo, e acertadamente sacou o volante Rodrigo Sousa e o meia Élvis.

Assim, viu-se mais mobilidade no setor, neste domingo. Claro que durante o segundo tempo, com desgastes naturais de jogadores de ambas equipes, até foi procedente a entrada de Élvis, que precisa se conscientizar da obrigação de perder peso, para retomar a posição na equipe.

Para uma equipe ainda em formação, acertou o treinador pontepretano Rodrigo Santana ao adotar inicialmente postura defensiva, procurando fechar espaços para penetração do Athletic.

FALHA DE DIOGO SILVA

Assim, o jogo foi conduzido com duas finalizações do mandante e defesas do goleiro Diogo Silva.

Aí, quando menos de esperava, ele falhou barbaramente ao

rebater a bola ao seu campo de jogo, num chute de longa distância.

Foi aos 27 minutos, ocasião que o meio campista Ian Luccas aproveitou o rebote e abriu o placar favoravelmente ao Athletic.

Antes disso, um bate e rebate na área do clube mineiro, terminou em chute fraco do volante Tarik.

GOLAÇO DE BRYAN BORGES

Todavia, a Ponte Preta chegou ao empate em jogada rápida, com bola alongada e desvio de cabeça de Brandão, servindo Bryan Borges.

E em incursão rápida ele se desvencilhou do volante Gian Cabezas e arriscou chute forte, no canto esquerdo.

Golaço, aos 45 minutos, ainda no primeiro tempo.

O que não se supunha é que no minuto seguinte, também em golaço, o Athletic voltasse a ficar à frente do placar.

Uma bola rebatida pela marcação pontepretana sobrou para o meio-campista Jota, que acertou um chute forte e indefensável no canto esquerdo.

PONTE BUSCOU O EMPATE

A Ponte Preta até teve maior volume de jogo a partir dos 20 minutos do segundo tempo, sem que aquela disposição ofensiva resultasse em claras oportunidades para chegar ao gol de empate.

A queda de rendimento físico do clube mineiro serviu para oferecer mais espaço ao time pontepretano, mas a chance real ao empate ficou restrita a uma cobrança de falta de Élvis, a cerca de um metro da entrada da área, todavia o chute fraco e bem colocado permitiu a defesa do goleiro Glauco.

RONALDO TAVARES SUMIDO

O Athletic pouco criou no segundo tempo.

O centroavante Ronaldo Tavares ficou sumido em campo a maior parte do jogo, mas num dos raros lances que mostrou o seu reflexo rápido, deu um passe açucarado e colocou o seu parceiro Léo Cheio na cara do gol.

Entretanto, o chute foi na direção do goleiro Diogo Silva. Rodrigo Santana até tentou algumas mexidas para dar maior poderio ao setor ofensivo de sua equipe, mas Baianinho nada produziu, enquanto Luis Phelipe entrou com mais apetite.

Com mais dez dias de preparação, visando o jogo em Campinas contra o Ceará, as perspectivas são de melhoria da equipe pontepretana.

ÁUDIO DO EX-CENTROAVANTE JÔ

Se você clicar no botão de áudio da coluna semanal da plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, e não no antigo espaço de Memórias do Futebol, você terá acesso ao relato sobre a problemática carreira do ex-centroavante Jô, marcada por artilharia e muitos problemas.







Qual será a cara da Ponte Preta contra o favorito Athletic?



O pontepretano com o lógico discernimento sobre futebol há de convir que o lateral-direito Pacheco não fará falta na estreia do clube da Série B do Brasileiro.

Pacheco manifestou insatisfação com atrasos de salários, não acompanhou a delegação para o jogo das 18h deste domingo, contra o Athletic, em São João del Rei, e teria solicitado rescisão de contrato.

Assim, está aberto espaço para outro jogador da posição com mais vitalidade física, visando rápidas incursões ao ataque.

RODRIGO SOUZA E ÉLVIS

Cabe reconhecimento sobre a utilização do volante Rodrigo Souza em jogos da Ponte Preta na Série C do Brasileiro, mas o que se constatou, nesta temporada, foi a perda de mobilidade.

Tem chegado atrasado na maioria das jogadas, e aí abusou de lances faltosos.

Espera-se que o treinador Rodrigo Santana tenha feito esta constatação e busque outra opção de melhor retorno no setor.

Em relação ao meia Élvis, custa-se observar um treinador com a coragem de Nelsinho Baptista - no comando do clube em 2024 -, ao sacá-lo da equipe, na expectativa que recuperasse a forma física.

Como o clube continuou perdendo jogos e caindo pelas tabelas naquela competição, Élvis recuperou espaço na equipe mesmo com a perda indesejável de peso, em triste ano de rebaixamento do clube à Série C do Brasileiro.

Não se discute a qualidade técnica do atleta, mas, em jogos muito competitivo e bem marcado em campo, desaparece totalmente.

É um caso para se pensar se cabe a titularidade dele, ou colocá-lo durante o segundo tempo, quando jogadores de ambas equipes estão desgastados.

Afora isso, questiona-se se esse elenco da Ponte Preta conta com pelo menos um volante habilitado para incursões ao ataque, pois Tarak também não tem essa característica

FAVORITISMO DO ATHLETIC

Mesmo que ocorram os ajustes cobrados, para melhoria de rendimento na equipe pontepretana, no 'olhometro' está claro que o Athletic mostrou-se mais ajustado em campo.

A defesa conta com dois laterais com firmeza na marcação, casos de Diogo Batista e Zeca.

A equipe foi orientada pelo treinador Alex de Souza para 'povoar' bem o meio de campo e, de posse de bola, colocar velocidade nas jogadas ofensivas, acionando o hábil e veloz atacante Ronaldo Tavares, que marcou dois golaços na vitória por 3 a 1 sobre o Sport Recife, na capital pernambucana.

Quem tem dúvidas, então que faça uma busca no google e confira os gols que esse português marcou contra o Sport Recife.






Projeção natural é de uma Série C do Brasileiro mais competitiva



Sobre a Ponte Preta, que estreia na Série B do Brasileiro a partir das 18h deste domingo, contra o Athletic, no interior mineiro, será produzida uma coluna específica neste sábado.

E com cobrança providencial sobre o 'destemperado' treinador Rodrigo Santana, que falou 'gatos e lagartos ' à arbitragem, na derrota para o Dragão. E foi expulso.

Inconcebível ele querer desviar a atenção pela derrota atribuindo erros no apito, em jogo sem a mínima interferência em lances capitais.

A torcida ponteprena quer saber se o senhor vai ou não mexer no seu meio de campo horroroso, na última quarta-feira.

GUARANI E MAIS DUREZA

Gente, quem viu a vitória do Barra, de Santa Catarina, quinta-feira, sobre o Volta Redonda, na definição através de cobranças de pênalti, pelo Copa do Brasil, teve um motivo a mais para projetar que a Série C desta temporada será ainda mais competitiva.

Que correria de Volta Redonda e Barra!

E você acha que o Botafogo da Paraíba, agora comandado pelo treinador Lisca, não será candidato ao acesso?

Foram contratados os atacantes Rodolfo e Felipe Azevedo, além do lateral-direiro Diogo Mateus.

SANTA CRUZ E PAYSANDU

O Santa Cruz, que conquistou acesso na disputa da Série D da temporada passada, já conta com o meia Régis - ex-Guarani - contratou o lateral-direito Thiago Ennes, e levou o jogador Jhoninho que estava no Capivariano.

O Paysandu, então, nem se fala.

Foi campeão paraense e eliminou a Portuguesa no Estádio do Canindé, pela Copa do Brasil.

Logo, o que esperar do Guarani, eliminado da Copa do Brasil pelo Castanhal, clube que sofreu goleada do Volta Redonda, também pela Copa do Brasil?




Athletic é bem melhor que o 'Dragão'; e cuidado com o hábil português Ronaldo Tavares



Meus professores no jornalismo esportivo estão no céu, casos de Sérgio José Salvucci e Brasil de Oliveira.

Sempre me estimulavam a mostrar aos torcedores dos clubes de Campinas aquilo que a mídia não mostrava, e por isso que assisto jogos dos concorrentes de Ponte Preta e Guarani.

Não fiz mais do que a minha obrigação mostrar a verdadeira cara de quem é esse 'Dragão', com cara de 'Draguinho', apesar da desconfiança de uns e outros sobre a minha opinião antes do confronto com a Ponte.

Na prática, foi aquilo que mostrei, mas esperava-se que o novo treinador da Ponte Preta, Rodrigo Santana, não fosse tão zeloso na tomada de decisões que provocariam impacto no elenco.

POR QUE RODRIGO SOUZA?

Escrevi aqui que uma das medidas inadiáveis seria sacar o volante Rodrigo Souza, pela falta de mobilidade.

E sem condições para o desarme, o atleta tem abusado de faltas, algumas duras.

Será que apenas o ex-treinador Nelsinho Baptista teve a coragem de exigir que o meia Élvis melhorasse a condição física, para ter lugar no time, em jogos competitivos que não fossem de Série C do Brasileiro?

Dito isso, vamos ao próximo desafio da Ponte Preta, que será a estreia na Série B do Brasileiro, contra o Athletic, no próximo domingo, a partir das 18h, em São João del Rei (MG).

FAVOTISMIMO DO ATHLETIC

O filósofo francês Blaise Pascal, que viveu entre 1623 e 1662, criou a famosa frase que 'o coração tem razões que a própria razão desconhece'.

Aí, os frasistas da bola trocaram apenas o substantivo e a frase ficou assim: 'o futebol tem razões que a própria razão desconhece'.

Quem acompanhou a vitória do Athletic sobre o Sport por 3 a 1, na noite de terça-feira, em Recife, questiona com toda razão: como pode este mesmo clube, rebaixado como lanterna do Campeonato Mineiro, surpreender com futebol aceitável?

Uma vitória incontestável do Athletic, que avançou à quinta fase da Copa do Brasil e recheou os cofres do clube com R$ 2 milhões, cota determinada pela CBF para quem avança na competição.

ESQUEMA OFENSIVO

Não bastasse o treinador Alex - ex-meia do Palmeiras - bem distribuir a equipe do Athletic em campo, com adequada ocupação de espaço, os laterais Diogo e Zeca mostraram firmeza na marcação, e viu-se a equipe com postura ofensiva de destaque.

No primeiro tempo, mesmo com vantagem no placar, o Athletic jamais abdicou de atacar.

E quando sofreu o empate, mostrou intensidade no ataque e marcou mais dois gols.

RONALDO TAVARES

Quem de fato roubou a cena neste jogo contra o Sport foi o atacante português Ronaldo Tavares.

Por sinal, o terceiro gol teve a assinatura do ex-centroavante Romário, pois cara a cara com o goleiro adversário, teve a frieza para dar apenas uma 'cavadinha' na bola.

Ronaldo Tavares alia habilidade, velocidade e frieza para enfrentar goleiros.

Como a Ponte Preta vai se virar com essa situação só na hora do jogo veremos.

Outra coisa: como os chamados observadores de clubes não tiveram a sabedoria para descobrir esse português de 27 anos de idade?

Os diretos econômicos sobre ele pertenciam ao Estrela Amadora-POR, e na temporada passada atuou pelo Yverdon Sport, da Suíça, emprestado pelo clube português, antes de chegar ao Athletic.




Atlético Goianiense jogou o que se previa, mas a Ponte Preta foi pior


A cara desse Atlético Goianiense, que ganhou de 1 a 0 da Ponte Preta, na noite desta quarta-feira em Goiânia, foi exatamente como descrevi aqui em várias postagens.

Uma equipe previsível, sem capacidade de infiltração, e que venceria apenas num suposto erro de seu adversário, como ocorreu no lance do gol, aos 19 minutos do segundo tempo.

Na tentativa de desarme, o lateral-direito Pacheco, Ponte Preta, ajeitou a bola com o peito, presenteando o atacante Kevin Ramires, que em chute certeiro, no ângulo direito, não deu chances de defesa para o goleiro Diogo Silva.

Sem rodeios, a pobreza técnica da Ponte Preta foi determinante para que fosse eliminada da Copa do Brasil nesta quarta fase, desperdiçando a chance de receber a bolada de R$ 2 milhões se avançasse na competição.

TRÊS FINALIZAÇOES DO DRAGÃO

A rigor, o lance que originou o gol da partida havia sido a terceira finalização em direção correta à meta do goleiro Diogo Silva, da Ponte Preta.

As demais, ora foram sem rumo, ora providencialmente travadas pelo sistema de marcação pontepretano.

A primeira finalização, ainda no primeiro tempo, foi através do atacante Léo Jacó e, antes do gol de Ramires, um arremate do parceiro dele Marrony, aos 13 minutos do segundo tempo, foi defendido por Diogo Silva.

POTTKER DESPERDIÇA CHANCE

E mesmo carecendo de uma melhor performance, a Ponte Preta teve a grande chance de chegar ao empate aos 41 minutos da etapa final, quando o atacante Potteker aproveitou de uma 'pichotada' do zagueiro Tito, mas se precipitou no arremate, com chute para fora, já dentro da área.

Portanto, a maior posse de bola do Atlético Goianiense não significa que tenha criado reais oportunidades, além do lance do gol.

PRIMEIRO TEMPO

Foi um primeiro tempo fraco, nada diferente do previsto. A Ponte Preta preocupada em se resguardar e fazendo opção do contra-ataque, porém carecendo de organização.

O Atlético Goianiense rodando a bola no campo de ataque, mas faltou-me capacidade de penetração.

Por isso, insistiu em vários cruzamentos, rechaçados pelo sistema de marcação pontepretano.

De prático no citado período apenas uma defesa de cada goleiro.

Num descuido de marcação dos pontepretano, a bola se oferecer ao atacante Léo Jacó, do clube mandante, que, livre de marcação, chutou fraco e possibilitou a defesa do goleiro Diogo Silva.

Na única jogada ofensiva da Ponte Preta, o polivalente Bryan Borges livrou-se do marcador e o chute no canto direito foi defendido pelo goleiro Paulo Vitor.

ERROS DE RODRIGO SANTANA

Por que a insistência do treinador Rodrigo Santana ao escalar o volante Rodrigo Souza, sem a mobilidade de outrora, e por isso abusando de faltas duras?

Outra postura do treinador foi aquele velho e conhecido corporativismo do comandante, em não mexer com os tais jogadores mais experientes.

Se o meia Élvis está nitidamente acima do peso e fora de forma, por que substitui-lo apenas aos 25 minutos do segundo tempo, e não no intervalo?

O acerto de Santana foi no esquema tático traçado, de evitar espaço ao adversário, com postura retroativa e opção de contra-ataques.

Se foi justificada a escalação do atacante Baianinho, na prática ele não jogou absolutamente nada, e teria que ser substituído no intervalo.






Guarani pretendia trazer jogador de salário milionário e R$ 50 mil por cada gol



Estava preparado para a terceira postagem consecutiva sobre a Ponte Preta, que vai jogar na noite desta quarta-feira em Goiânia, contra o Atlético Goianiense, em jogo da Copa do Brasil que vale R$ 2 milhões.

Como um fato sobrepõe ao outro, e sobre a Ponte Preta a posição da coluna ficou bem clara em postagens anteriores, o espaço, então, está aberto ao Guarani.

A informação veiculada nesta terça -feira pelo repórter Lucas Rossafa, na Rádio Jovem Pan News-Campinas, é mais um indicativo do despreparo do presidente do Guarani, Rômulo Amado.

Lucas Rossafa se compara aos repórteres de Campinas das décadas de 80 e 90 do século passado, que tinham boas fontes de informações e não esperavam que tudo caísse no colo.

CONTRATAÇÃO MILIONÁRIA

Ele revelou com exclusividade, na emissora que trabalha, que em novembro passado o Guarani manifestou interesse na contratação do centroavante italiano Mario Balofelle, que já disputou Copa do Mundo e foi integrante de grandes clubes europeus.

Rossafa citou que a proposta ao jogador foi feita por Farnei Coelho e Elano, que recentemente se desligaram dos cargos de executivo e coordenador de futebol respectivamente.

Foi oferecido ao atleta um contrato de quatro meses, com salário de R$ 375 mil, livre de impostos e proporcionalidade de 13 salário e FGTS, com argumento que isso seria bancado por dois patrocinadores encaminhados.

Alerte para mais esses detalhes: prêmio exclusivo ao atleta de R$ 250 mil se o Guarani garantisse classificação às quartas de final do Paulistão, e mesmo valor se passasse à semifinal.

PRÊMIO POR CADA GOL

Além disso, mais R$ 500 mil se o clube chegasse à condição de finalista.

Acreditem: a cada gol ou assistência, o atleta receberia gratificação de R$ 50 mil.

Não fosse a credibilidade de Lucas Rossafa, diria que essa história teria sido uma grande brincadeira.

Imaginem se a transação fosse concretizada?

Incrível o incompetente cartola Rômulo Amaro não imaginar o reboliço que seria provocado no elenco, com um cara de fora ganhando fortuna e a boleira daqui 'lambendo o beiço '?

Brincadeira, né!

Vai vendo, torcedor bugrino!.  





Os números mostram a Ponte Preta com um pé na Série A2 do Paulista


Pouco mais de quatro anos após o retorno ao primeiro escalão da diretoria da Ponte Preta, o hoje vice-presidente Marco Eberlin pode entrar para a história do clube com três rebaixamentos.

O novo mergulho à Série A2 do Paulista é iminente, a menos que ocorra algo sobrenatural.

Com apenas um ponto conquistado e saldo negativo de oito, a Ponte teria que vencer Portuguesa (f) e São Paulo (c), além de torcer contra Velo Clube, Santos e Botafogo.

O Santos, com seis pontos, que vai duelar com Noroeste e Velo Clube, fatalmente vai escapar.

A probabilidade de o Velo ser rebaixado é real, pois recebe o Bragantino e será visitante diante do Santos.

Quanto ao Botafogo, embora tenha subido para seis pontos, com o empate por w a w contra o Palmeiras, o saldo negativo de seis gols o coloca em risco ao enfrentar o Guarani em Campinas e receber o Capivariano.

TERCEIRO REBAIXAMENTO?

No dia 22 de março de 2022, o primeiro rebaixamento do Paulistão desta nova era Eberlin, após 23 anos ininterrupto na divisão.

Digamos que, na ocasião, cabe divisão de culpa do presidente que o precedeu, caso do também incompetente Sebastião Arcanjo.

No ano seguinte o clube não fez mais que a obrigação de garantir o retorno à principal divisão paulista, mas ficou evidente que aquilo não teria servido de aprendizagem.

SÉRIE C DO BRASILEIRO

Veio 2024 e nada de Eberlin aprender a lição.

Foi rebaixado com a Ponte Preta à Série C do Brasileiro, e o fato de o Guarani acompanhá-lo na tragédia diminuiu um pouco o impacto.

Em 2025, o clube conquistou o título da Série C, todavia praticando um futebol que deu pro gasto, nada para rasgados aplausos.

ALTOS SALÁRIOS

Convenhamos que dirigente que paga salário de R$ 115 mil para um lateral-direito rigorosamente comum, como Maguinho, é a clara comprovação da falta de discernimento de capacidade técnica de jogadores.

Aí, sem a devida planilha de custo em relação as receitas, foi feita uma gastança fora da normalidade, e isso também contribuiu para não quitação de débitos anteriores, resultando no tal transfer ban, que desbalanceou os cofres do clube.

Ora, se o grupo de Eberlin sabia que a situação financeira havia descambado - por culpa também de administrações anteriores - por que se dispôs disputar o processo eleitoral?

Ora, não seria o caso de abrir espaço a quem se dispusesse buscar novos rumos ao clube?

Como o grupo dele não encontrou alternativas para o enfrentamento real do problema, o futebol da Ponte Preta ficou a 'Deus dará', apostando-se que a garotada do sub20 pudesse corresponder.

Nada disso.

DESCOBRIU HEBERT PARA O RIVAL

Jogadores contratados não puderam ser inscritos e aí alguns 'bateram asas', um deles o atacante Hebert.

O Guarani nem imaginava contratá-lo quando do acerto com a Ponte Preta, mas bastou que pulasse do barco para trazê-lo.

Quis o destino que o Hebert - que a Ponte Preta não conseguiu segurar - fosse decisivo na vitória bugrina no dérbi campineiro do último sábado.





Ago





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