Ponte resistiu para escapar de placar elástico após expulsão de Zé Mário
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Prevaleceu o favoritismo da França sobre o Brasil
Vou propositalmente inverter a frase a seguir: 'vivendo e desaprendendo'.
O italiano treinador Carlo Ancelotti, trazido pela CBF para dar um jeito na Seleção Brasileira, mostra uma baita pose ao escalar a equipe com quantidade excessiva de atacantes.
Aí, o homem imagina que os tais jogadores podem dar o cobrado volume ofensivo, assim como a necessária recomposição, para fechar bem os espaços do adversário.
Durante o primeiro tempo do amistoso contra a França, Ancelotti não conseguiu nem uma coisa, nem outra, nesta derrota por 2 a 1, na tarde/noite desta quinta-feira - no horário de Brasília -, em jogo amistoso disputado nos Estados Unidos.
Com a estratégia, Ancelotti ficou mascando chiclete o tempo todo e deixou um 'buracão' no meio de campo, que permitiu à França controlar a partida durante todo primeiro tempo.
Naquele período, os franceses já venciam por 1 a 0, e gol com selo de cavadinha protagonizado pelo atacante Mbappé, aos 32 minutos.
A origem da jogada contou com erro do volante Casemiro e o atacante francês ganhando a jogada na velocidade do zagueiro Léo Pereira.
LUÍS HENRIQUE ENTROU BEM
No começo do segundo tempo, com o atacante Raphinha lesionado, a alternativa do treinador foi dar vaga ao atacante de beirada Luiz Henrique.
Como ele é driblador e começou a levar vantagem pelo lado direito, o Brasil passou a criar algumas jogadas por ali, porém sem a devida conexão com os companheiros.
E imaginou-se que o Selecionado Brasileiro pudesse pressionar a França com a expulsão do zagueiro Upamecano logo em seguida.
Só que os avanços descoordenados da equipe de Ancelotti permitiram que, em contra-ataque, a França encontrasse espaços para troca de passes e chegasse ao segundo gol aos 20 minutos, através de Ekitiké.
Como o Brasil manteve a postura ofensiva, em cobrança de falta pela esquerda e bola ajeitada para atrás por Casemiro, o zagueiro Bremer acompanhava jogada e 'fuzilou' sem chances de defesa para o goleiro Maignan, aos 33 minutos.
Naquela altura, a França já havia substituído o seu principal jogador, o atacante Mbappé.
VINI JÚNIOR FOI MAL
Aposta no rendimento do atacante Vini Júnior tem sido considerado uma das armas da Seleção Brasileira, mas provavelmente, nesta quinta-feira, tenha sido uma das piores participações dele com essa camisa.
Foi dominado na maioria das jogadas, nas tentativas de dribles.
E mesmo desarmado com frequência, insistia na individualidade, e isso resultou em prejuízo à equipe
DIFERENÇAS DE ESTILO
Jogadores da França, como dos principais países do futebol europeu, estão condicionados à definição do passe antes mesmo de recebê-lo, o que resulta em velocidade e fluxo de jogadas ofensivas.
O jogador brasileiro persiste no antigo vício de dar três ou quatro toques na bola antes das continuidade de jogadas, e isso geralmente implica no reposicionamento do adversário.
Hoje vou abrir espaço para citar um internauta que insiste em postar mensagens na plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, sem a devida identificação, optando pelo pseudônimo de Índio Velho.
Nada contra me contestarem, até porque o espaço é livre, desde que haja a devida identificação.
Como deleto os comentários inconsequentes dele, a reação foi procurar o diretor do Futebol Interior, Élcio Paiola - mais uma vez sem se identificar - para citar que faço o papel de torcedor da Ponte Preta.
Irritado, acrescentou que não consigo me disfarçar, alegando que evito criticá-la.
O revoltado ficou raivoso quando citei que o presidente Rômulo Amado, do Guarani, é incapaz para o exercício do cargo.
O internauta ignora que o cartola, sem capacidade para gerir assuntos do futebol do clube, delega aos homens do Departamento de Futebol a definição de contratados.
Ora, esse raivoso torcedor queria o que?
O cara precisa de uma lupa para enxergar que o presidente de estimação dele é claramente incompetente, e que foi devidamente avisado do prejuízo que a contratação do meia Diego Torres daria ao seu Guarani, com custo mensal de R$ 130 mil.
Depois dessa, que o revoltado bugrino dê uma boa avaliada para apresentar argumentos válidos.
Mais uma vez tenho que repetir que pauto por postura independente, e com apoio da direção do portal.
Por fim, saia do esconderijo e coloque a sua cara, com o nome que foi registrado.
Alô bugrinos: João Paulo que chega não é o mesmo dos tempos de Ponte Preta
Na despedida oficial do meia João Paulo, recém desligado do São Bernardo, para integrar o elenco do Guarani, registro de uma publicação daquele clube, nas redes sociais, do tipo bem protocolar, com a seguinte citação.
"Agradecemos imensamente ao João Paulo por ter feito parte do clube, e saiba que será sempre lembrado".
Cabe informar que o contrato dele com o São Bernardo terminou ao final do Paulistão, ocasião que o clube não manifestou interesse na renovação, e o colocou em disponibilidade ao mercado.
Quem viu João Paulo pelo São Bernardo, a constatação foi de ter mostrado um futebol comum, sem aquele vigor físico para infiltrações nas proximidades da área adversária e aquelas finalizações incisivas de outrora.
MELHOR QUE DIEGO TORRES
Claro que nem por isso pode-se dizer que será mais um Diego Torres pelos lados do Estádio Brinco de Ouro.
Jogar ele sabe, ou sabia. Se terá força física para colocar em prática aquele estilo dos tempos de Ponte Preta, em 2020, não se sabe.
Aliás, ao citar Diego Torres, lembro que fui voz solitária na mídia campineira, para praticamente 'implorar' para que não o contratassem.
Havia assegurado que nem de longe lembrava aquele meia incisivo de 2021/22, do CRB, quando era driblador, infiltrava-se na área adversária, e servia companheiros, ou ele mesmo definia a jogada.
BETO ZINI CONCORDOU
Tão logo fiz a publicação, recebi telefonema do ex-presidente do Guarani, Beto Zini, alegando que alguém, como ele, assiste jogos sem participação dos clubes de Campinas.
O ex-dirigente fez questão de citar que o Diego Torres de Novorizontino, Amazonas e Vila Nova não recomendava que fosse contratado.
E você acha que cartola vaidoso - como o atual presidente bugrino Rômulo Amaro - teria a humildade para consultar Beto Zini?
Claro que não.
Francamente? Não traria João Paulo, conforme aquilo que vi sobre o rendimento dele no São Bernardo.
Entretanto, cabe ressaltar que, apesar disso, o futebol atual dele ainda é mais recomendável comparando-se a Diego Torres.
Calma, gente! A Ponte Preta está em processo de arrumação
Já deu pra perceber que sou um analista extremamente crítico em relação ao futebol dos clubes de Campinas, mas há discordância em relação a posições de parte da mídia de Campinas e torcedores que cobram acintosamente o futebol da Ponte Preta.
Considere que o elenco está em processo de reconstrução e ajustes. Logo, não dá pra cobrar postura exemplar desse time pontepretano contra um adversário ajustado como o Athletic.
A Ponte foi mal sim na vitória diante do fraco Guarany de Bagé, e ficou esbarrada em seu lento meio de campo e ataque inoperante diante do oscilante Atlético Goianiense, pela Copa do Brasil.
O 'ceis' esperavam que a Ponte Preta fosse ressurgir das cinzas diante do ajustado Athletic?
Isso é coisa de quem não analisa o adversário, além do impaciente torcedor pontepretano.
MUDANÇAS CORRETAS
O treinador Rodrigo Santana fez mudança providenciais no domingo, na busca de ganhar mais mobilidade para a sua equipe.
Sabiamente sacou o volante Rodrigo Souza, que sequer dava conta do desarme, quanto mais qualificar a saída de bola de trás.
E teve a coragem de dar um basta na escalação do meia Élvis, que não se cuida para melhorar o condicionamento físico, e assim não mostra a cobrada mobilidade à equipe, para a devida transição ao ataque.
Sim, Série C do Brasileiro é uma coisa, com adversários mais fracos, mas a correria do Paulistão e Série B do Brasileiro exige mais mobilidade e o atleta precisa se conscientizar disso.
O meio de campo da Ponte Preta ganhou mais mobilidade com as trocas feitas por Rodrigo Santana, sem que isso tivesse provocado mais intensidade no ataque.
Todavia, considerando-se o Athletic arrumado e a Ponte Preta ainda procurando o caminho adequado, há de se ter um pouco mais de paciência, para que sejam feitos os ajustes no setor ofensivo.
Apesar da derrota, Ponte Preta começa a dar sinais de melhora
Antes de o torcedor pontepretano 'meter a boca' na equipe, após esta derrota por 2 a 1 para o Athletic, em São João del Rei, na noite deste domingo, a impressão deixada é que pode evoluir e não correr riscos de rebaixamento.
A percepção inicial é tenham clubes em piores condições nesta Série B do Brasileiro, um deles o América Mineiro, eliminado recentemente da Copa do Brasil pelo Barra, e derrotado por 3 a 1 para o Goiás, na estreia dele na competição.
Considerando-se que o elenco pontepretano está em fase de reconstrução, e ainda depende de ajustes, não se pode dizer que o desempenho da equipe diante do Athletic tenha sido decepcionante.
ACERTA RODRIGO SANTANA
Perfeita a postura do treinador Rodrigo Santana, que teve a real percepção que precisaria mexer no lentíssimo meio de campo, e acertadamente sacou o volante Rodrigo Sousa e o meia Élvis.
Assim, viu-se mais mobilidade no setor, neste domingo. Claro que durante o segundo tempo, com desgastes naturais de jogadores de ambas equipes, até foi procedente a entrada de Élvis, que precisa se conscientizar da obrigação de perder peso, para retomar a posição na equipe.
Para uma equipe ainda em formação, acertou o treinador pontepretano Rodrigo Santana ao adotar inicialmente postura defensiva, procurando fechar espaços para penetração do Athletic.
FALHA DE DIOGO SILVA
Assim, o jogo foi conduzido com duas finalizações do mandante e defesas do goleiro Diogo Silva.
Aí, quando menos de esperava, ele falhou barbaramente ao
rebater a bola ao seu campo de jogo, num chute de longa distância.
Foi aos 27 minutos, ocasião que o meio campista Ian Luccas aproveitou o rebote e abriu o placar favoravelmente ao Athletic.
Antes disso, um bate e rebate na área do clube mineiro, terminou em chute fraco do volante Tarik.
GOLAÇO DE BRYAN BORGES
Todavia, a Ponte Preta chegou ao empate em jogada rápida, com bola alongada e desvio de cabeça de Brandão, servindo Bryan Borges.
E em incursão rápida ele se desvencilhou do volante Gian Cabezas e arriscou chute forte, no canto esquerdo.
Golaço, aos 45 minutos, ainda no primeiro tempo.
O que não se supunha é que no minuto seguinte, também em golaço, o Athletic voltasse a ficar à frente do placar.
Uma bola rebatida pela marcação pontepretana sobrou para o meio-campista Jota, que acertou um chute forte e indefensável no canto esquerdo.
PONTE BUSCOU O EMPATE
A Ponte Preta até teve maior volume de jogo a partir dos 20 minutos do segundo tempo, sem que aquela disposição ofensiva resultasse em claras oportunidades para chegar ao gol de empate.
A queda de rendimento físico do clube mineiro serviu para oferecer mais espaço ao time pontepretano, mas a chance real ao empate ficou restrita a uma cobrança de falta de Élvis, a cerca de um metro da entrada da área, todavia o chute fraco e bem colocado permitiu a defesa do goleiro Glauco.
RONALDO TAVARES SUMIDO
O Athletic pouco criou no segundo tempo.
O centroavante Ronaldo Tavares ficou sumido em campo a maior parte do jogo, mas num dos raros lances que mostrou o seu reflexo rápido, deu um passe açucarado e colocou o seu parceiro Léo Cheio na cara do gol.
Entretanto, o chute foi na direção do goleiro Diogo Silva. Rodrigo Santana até tentou algumas mexidas para dar maior poderio ao setor ofensivo de sua equipe, mas Baianinho nada produziu, enquanto Luis Phelipe entrou com mais apetite.
Com mais dez dias de preparação, visando o jogo em Campinas contra o Ceará, as perspectivas são de melhoria da equipe pontepretana.
ÁUDIO DO EX-CENTROAVANTE JÔ
Se você clicar no botão de áudio da coluna semanal da plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, e não no antigo espaço de Memórias do Futebol, você terá acesso ao relato sobre a problemática carreira do ex-centroavante Jô, marcada por artilharia e muitos problemas.
Qual será a cara da Ponte Preta contra o favorito Athletic?
O pontepretano com o lógico discernimento sobre futebol há de convir que o lateral-direito Pacheco não fará falta na estreia do clube da Série B do Brasileiro.
Pacheco manifestou insatisfação com atrasos de salários, não acompanhou a delegação para o jogo das 18h deste domingo, contra o Athletic, em São João del Rei, e teria solicitado rescisão de contrato.
Assim, está aberto espaço para outro jogador da posição com mais vitalidade física, visando rápidas incursões ao ataque.
RODRIGO SOUZA E ÉLVIS
Cabe reconhecimento sobre a utilização do volante Rodrigo Souza em jogos da Ponte Preta na Série C do Brasileiro, mas o que se constatou, nesta temporada, foi a perda de mobilidade.
Tem chegado atrasado na maioria das jogadas, e aí abusou de lances faltosos.
Espera-se que o treinador Rodrigo Santana tenha feito esta constatação e busque outra opção de melhor retorno no setor.
Em relação ao meia Élvis, custa-se observar um treinador com a coragem de Nelsinho Baptista - no comando do clube em 2024 -, ao sacá-lo da equipe, na expectativa que recuperasse a forma física.
Como o clube continuou perdendo jogos e caindo pelas tabelas naquela competição, Élvis recuperou espaço na equipe mesmo com a perda indesejável de peso, em triste ano de rebaixamento do clube à Série C do Brasileiro.
Não se discute a qualidade técnica do atleta, mas, em jogos muito competitivo e bem marcado em campo, desaparece totalmente.
É um caso para se pensar se cabe a titularidade dele, ou colocá-lo durante o segundo tempo, quando jogadores de ambas equipes estão desgastados.
Afora isso, questiona-se se esse elenco da Ponte Preta conta com pelo menos um volante habilitado para incursões ao ataque, pois Tarak também não tem essa característica
FAVORITISMO DO ATHLETIC
Mesmo que ocorram os ajustes cobrados, para melhoria de rendimento na equipe pontepretana, no 'olhometro' está claro que o Athletic mostrou-se mais ajustado em campo.
A defesa conta com dois laterais com firmeza na marcação, casos de Diogo Batista e Zeca.
A equipe foi orientada pelo treinador Alex de Souza para 'povoar' bem o meio de campo e, de posse de bola, colocar velocidade nas jogadas ofensivas, acionando o hábil e veloz atacante Ronaldo Tavares, que marcou dois golaços na vitória por 3 a 1 sobre o Sport Recife, na capital pernambucana.
Quem tem dúvidas, então que faça uma busca no google e confira os gols que esse português marcou contra o Sport Recife.
Projeção natural é de uma Série C do Brasileiro mais competitiva
Sobre a Ponte Preta, que estreia na Série B do Brasileiro a partir das 18h deste domingo, contra o Athletic, no interior mineiro, será produzida uma coluna específica neste sábado.
E com cobrança providencial sobre o 'destemperado' treinador Rodrigo Santana, que falou 'gatos e lagartos ' à arbitragem, na derrota para o Dragão. E foi expulso.
Inconcebível ele querer desviar a atenção pela derrota atribuindo erros no apito, em jogo sem a mínima interferência em lances capitais.
A torcida ponteprena quer saber se o senhor vai ou não mexer no seu meio de campo horroroso, na última quarta-feira.
GUARANI E MAIS DUREZA
Gente, quem viu a vitória do Barra, de Santa Catarina, quinta-feira, sobre o Volta Redonda, na definição através de cobranças de pênalti, pelo Copa do Brasil, teve um motivo a mais para projetar que a Série C desta temporada será ainda mais competitiva.
Que correria de Volta Redonda e Barra!
E você acha que o Botafogo da Paraíba, agora comandado pelo treinador Lisca, não será candidato ao acesso?
Foram contratados os atacantes Rodolfo e Felipe Azevedo, além do lateral-direiro Diogo Mateus.
SANTA CRUZ E PAYSANDU
O Santa Cruz, que conquistou acesso na disputa da Série D da temporada passada, já conta com o meia Régis - ex-Guarani - contratou o lateral-direito Thiago Ennes, e levou o jogador Jhoninho que estava no Capivariano.
O Paysandu, então, nem se fala.
Foi campeão paraense e eliminou a Portuguesa no Estádio do Canindé, pela Copa do Brasil.
Logo, o que esperar do Guarani, eliminado da Copa do Brasil pelo Castanhal, clube que sofreu goleada do Volta Redonda, também pela Copa do Brasil?
Athletic é bem melhor que o 'Dragão'; e cuidado com o hábil português Ronaldo Tavares
Meus professores no jornalismo esportivo estão no céu, casos de Sérgio José Salvucci e Brasil de Oliveira.
Sempre me estimulavam a mostrar aos torcedores dos clubes de Campinas aquilo que a mídia não mostrava, e por isso que assisto jogos dos concorrentes de Ponte Preta e Guarani.
Não fiz mais do que a minha obrigação mostrar a verdadeira cara de quem é esse 'Dragão', com cara de 'Draguinho', apesar da desconfiança de uns e outros sobre a minha opinião antes do confronto com a Ponte.
Na prática, foi aquilo que mostrei, mas esperava-se que o novo treinador da Ponte Preta, Rodrigo Santana, não fosse tão zeloso na tomada de decisões que provocariam impacto no elenco.
POR QUE RODRIGO SOUZA?
Escrevi aqui que uma das medidas inadiáveis seria sacar o volante Rodrigo Souza, pela falta de mobilidade.
E sem condições para o desarme, o atleta tem abusado de faltas, algumas duras.
Será que apenas o ex-treinador Nelsinho Baptista teve a coragem de exigir que o meia Élvis melhorasse a condição física, para ter lugar no time, em jogos competitivos que não fossem de Série C do Brasileiro?
Dito isso, vamos ao próximo desafio da Ponte Preta, que será a estreia na Série B do Brasileiro, contra o Athletic, no próximo domingo, a partir das 18h, em São João del Rei (MG).
FAVOTISMIMO DO ATHLETIC
O filósofo francês Blaise Pascal, que viveu entre 1623 e 1662, criou a famosa frase que 'o coração tem razões que a própria razão desconhece'.
Aí, os frasistas da bola trocaram apenas o substantivo e a frase ficou assim: 'o futebol tem razões que a própria razão desconhece'.
Quem acompanhou a vitória do Athletic sobre o Sport por 3 a 1, na noite de terça-feira, em Recife, questiona com toda razão: como pode este mesmo clube, rebaixado como lanterna do Campeonato Mineiro, surpreender com futebol aceitável?
Uma vitória incontestável do Athletic, que avançou à quinta fase da Copa do Brasil e recheou os cofres do clube com R$ 2 milhões, cota determinada pela CBF para quem avança na competição.
ESQUEMA OFENSIVO
Não bastasse o treinador Alex - ex-meia do Palmeiras - bem distribuir a equipe do Athletic em campo, com adequada ocupação de espaço, os laterais Diogo e Zeca mostraram firmeza na marcação, e viu-se a equipe com postura ofensiva de destaque.
No primeiro tempo, mesmo com vantagem no placar, o Athletic jamais abdicou de atacar.
E quando sofreu o empate, mostrou intensidade no ataque e marcou mais dois gols.
RONALDO TAVARES
Quem de fato roubou a cena neste jogo contra o Sport foi o atacante português Ronaldo Tavares.
Por sinal, o terceiro gol teve a assinatura do ex-centroavante Romário, pois cara a cara com o goleiro adversário, teve a frieza para dar apenas uma 'cavadinha' na bola.
Ronaldo Tavares alia habilidade, velocidade e frieza para enfrentar goleiros.
Como a Ponte Preta vai se virar com essa situação só na hora do jogo veremos.
Outra coisa: como os chamados observadores de clubes não tiveram a sabedoria para descobrir esse português de 27 anos de idade?
Os diretos econômicos sobre ele pertenciam ao Estrela Amadora-POR, e na temporada passada atuou pelo Yverdon Sport, da Suíça, emprestado pelo clube português, antes de chegar ao Athletic.
Atlético Goianiense jogou o que se previa, mas a Ponte Preta foi pior
A cara desse Atlético Goianiense, que ganhou de 1 a 0 da Ponte Preta, na noite desta quarta-feira em Goiânia, foi exatamente como descrevi aqui em várias postagens.
Uma equipe previsível, sem capacidade de infiltração, e que venceria apenas num suposto erro de seu adversário, como ocorreu no lance do gol, aos 19 minutos do segundo tempo.
Na tentativa de desarme, o lateral-direito Pacheco, Ponte Preta, ajeitou a bola com o peito, presenteando o atacante Kevin Ramires, que em chute certeiro, no ângulo direito, não deu chances de defesa para o goleiro Diogo Silva.
Sem rodeios, a pobreza técnica da Ponte Preta foi determinante para que fosse eliminada da Copa do Brasil nesta quarta fase, desperdiçando a chance de receber a bolada de R$ 2 milhões se avançasse na competição.
TRÊS FINALIZAÇOES DO DRAGÃO
A rigor, o lance que originou o gol da partida havia sido a terceira finalização em direção correta à meta do goleiro Diogo Silva, da Ponte Preta.
As demais, ora foram sem rumo, ora providencialmente travadas pelo sistema de marcação pontepretano.
A primeira finalização, ainda no primeiro tempo, foi através do atacante Léo Jacó e, antes do gol de Ramires, um arremate do parceiro dele Marrony, aos 13 minutos do segundo tempo, foi defendido por Diogo Silva.
POTTKER DESPERDIÇA CHANCE
E mesmo carecendo de uma melhor performance, a Ponte Preta teve a grande chance de chegar ao empate aos 41 minutos da etapa final, quando o atacante Potteker aproveitou de uma 'pichotada' do zagueiro Tito, mas se precipitou no arremate, com chute para fora, já dentro da área.
Portanto, a maior posse de bola do Atlético Goianiense não significa que tenha criado reais oportunidades, além do lance do gol.
PRIMEIRO TEMPO
Foi um primeiro tempo fraco, nada diferente do previsto. A Ponte Preta preocupada em se resguardar e fazendo opção do contra-ataque, porém carecendo de organização.
O Atlético Goianiense rodando a bola no campo de ataque, mas faltou-me capacidade de penetração.
Por isso, insistiu em vários cruzamentos, rechaçados pelo sistema de marcação pontepretano.
De prático no citado período apenas uma defesa de cada goleiro.
Num descuido de marcação dos pontepretano, a bola se oferecer ao atacante Léo Jacó, do clube mandante, que, livre de marcação, chutou fraco e possibilitou a defesa do goleiro Diogo Silva.
Na única jogada ofensiva da Ponte Preta, o polivalente Bryan Borges livrou-se do marcador e o chute no canto direito foi defendido pelo goleiro Paulo Vitor.
ERROS DE RODRIGO SANTANA
Por que a insistência do treinador Rodrigo Santana ao escalar o volante Rodrigo Souza, sem a mobilidade de outrora, e por isso abusando de faltas duras?
Outra postura do treinador foi aquele velho e conhecido corporativismo do comandante, em não mexer com os tais jogadores mais experientes.
Se o meia Élvis está nitidamente acima do peso e fora de forma, por que substitui-lo apenas aos 25 minutos do segundo tempo, e não no intervalo?
O acerto de Santana foi no esquema tático traçado, de evitar espaço ao adversário, com postura retroativa e opção de contra-ataques.
Se foi justificada a escalação do atacante Baianinho, na prática ele não jogou absolutamente nada, e teria que ser substituído no intervalo.
Guarani pretendia trazer jogador de salário milionário e R$ 50 mil por cada gol
Estava preparado para a terceira postagem consecutiva sobre a Ponte Preta, que vai jogar na noite desta quarta-feira em Goiânia, contra o Atlético Goianiense, em jogo da Copa do Brasil que vale R$ 2 milhões.
Como um fato sobrepõe ao outro, e sobre a Ponte Preta a posição da coluna ficou bem clara em postagens anteriores, o espaço, então, está aberto ao Guarani.
A informação veiculada nesta terça -feira pelo repórter Lucas Rossafa, na Rádio Jovem Pan News-Campinas, é mais um indicativo do despreparo do presidente do Guarani, Rômulo Amado.
Lucas Rossafa se compara aos repórteres de Campinas das décadas de 80 e 90 do século passado, que tinham boas fontes de informações e não esperavam que tudo caísse no colo.
CONTRATAÇÃO MILIONÁRIA
Ele revelou com exclusividade, na emissora que trabalha, que em novembro passado o Guarani manifestou interesse na contratação do centroavante italiano Mario Balofelle, que já disputou Copa do Mundo e foi integrante de grandes clubes europeus.
Rossafa citou que a proposta ao jogador foi feita por Farnei Coelho e Elano, que recentemente se desligaram dos cargos de executivo e coordenador de futebol respectivamente.
Foi oferecido ao atleta um contrato de quatro meses, com salário de R$ 375 mil, livre de impostos e proporcionalidade de 13 salário e FGTS, com argumento que isso seria bancado por dois patrocinadores encaminhados.
Alerte para mais esses detalhes: prêmio exclusivo ao atleta de R$ 250 mil se o Guarani garantisse classificação às quartas de final do Paulistão, e mesmo valor se passasse à semifinal.
PRÊMIO POR CADA GOL
Além disso, mais R$ 500 mil se o clube chegasse à condição de finalista.
Acreditem: a cada gol ou assistência, o atleta receberia gratificação de R$ 50 mil.
Não fosse a credibilidade de Lucas Rossafa, diria que essa história teria sido uma grande brincadeira.
Imaginem se a transação fosse concretizada?
Incrível o incompetente cartola Rômulo Amaro não imaginar o reboliço que seria provocado no elenco, com um cara de fora ganhando fortuna e a boleira daqui 'lambendo o beiço '?
Brincadeira, né!
Vai vendo, torcedor bugrino!.
Os números mostram a Ponte Preta com um pé na Série A2 do Paulista
Pouco mais de quatro anos após o retorno ao primeiro escalão da diretoria da Ponte Preta, o hoje vice-presidente Marco Eberlin pode entrar para a história do clube com três rebaixamentos.
O novo mergulho à Série A2 do Paulista é iminente, a menos que ocorra algo sobrenatural.
Com apenas um ponto conquistado e saldo negativo de oito, a Ponte teria que vencer Portuguesa (f) e São Paulo (c), além de torcer contra Velo Clube, Santos e Botafogo.
O Santos, com seis pontos, que vai duelar com Noroeste e Velo Clube, fatalmente vai escapar.
A probabilidade de o Velo ser rebaixado é real, pois recebe o Bragantino e será visitante diante do Santos.
Quanto ao Botafogo, embora tenha subido para seis pontos, com o empate por w a w contra o Palmeiras, o saldo negativo de seis gols o coloca em risco ao enfrentar o Guarani em Campinas e receber o Capivariano.
TERCEIRO REBAIXAMENTO?
No dia 22 de março de 2022, o primeiro rebaixamento do Paulistão desta nova era Eberlin, após 23 anos ininterrupto na divisão.
Digamos que, na ocasião, cabe divisão de culpa do presidente que o precedeu, caso do também incompetente Sebastião Arcanjo.
No ano seguinte o clube não fez mais que a obrigação de garantir o retorno à principal divisão paulista, mas ficou evidente que aquilo não teria servido de aprendizagem.
SÉRIE C DO BRASILEIRO
Veio 2024 e nada de Eberlin aprender a lição.
Foi rebaixado com a Ponte Preta à Série C do Brasileiro, e o fato de o Guarani acompanhá-lo na tragédia diminuiu um pouco o impacto.
Em 2025, o clube conquistou o título da Série C, todavia praticando um futebol que deu pro gasto, nada para rasgados aplausos.
ALTOS SALÁRIOS
Convenhamos que dirigente que paga salário de R$ 115 mil para um lateral-direito rigorosamente comum, como Maguinho, é a clara comprovação da falta de discernimento de capacidade técnica de jogadores.
Aí, sem a devida planilha de custo em relação as receitas, foi feita uma gastança fora da normalidade, e isso também contribuiu para não quitação de débitos anteriores, resultando no tal transfer ban, que desbalanceou os cofres do clube.
Ora, se o grupo de Eberlin sabia que a situação financeira havia descambado - por culpa também de administrações anteriores - por que se dispôs disputar o processo eleitoral?
Ora, não seria o caso de abrir espaço a quem se dispusesse buscar novos rumos ao clube?
Como o grupo dele não encontrou alternativas para o enfrentamento real do problema, o futebol da Ponte Preta ficou a 'Deus dará', apostando-se que a garotada do sub20 pudesse corresponder.
Nada disso.
DESCOBRIU HEBERT PARA O RIVAL
Jogadores contratados não puderam ser inscritos e aí alguns 'bateram asas', um deles o atacante Hebert.
O Guarani nem imaginava contratá-lo quando do acerto com a Ponte Preta, mas bastou que pulasse do barco para trazê-lo.
Quis o destino que o Hebert - que a Ponte Preta não conseguiu segurar - fosse decisivo na vitória bugrina no dérbi campineiro do último sábado.
Ago
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