Ponte resistiu para escapar de placar elástico após expulsão de Zé Mário
Com um homem a menos, Guarani arranca empate com o Figueirense
Pela circunstância desse jogo no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, o Guarani conquistou um bom resultado, ao empatar com o Figueirense por 1 a 1, na manhã/tarde deste domingo, na sequência da Série C do Brasileiro.
Circunstância porque o zagueiro Rafael Rodrigues cometeu falta na condição de último homem, aos 43 minutos do primeiro tempo, o que implicou em expulsão.
Consequentemente isso implicou em maior pressão ofensiva por parte do clube catarinense, pois antes disso o goleiro bugrino Caíque França já havia praticado duas defesas em finalizações de Lucas Alves.
E esse histórico se repetiu no segundo tempo, ao salvar mais um gol em conclusão de Zé Carlos.
VANTAGEM DO FIGUEIRENSE
A vantagem de um homem em campo e maior intensidade física resultarem no Figueirense rondar a área bugrina com mais frequência.
Assim, chegou ao gol aos 20 minutos do segundo tempo.
Foi uma jogada individual do atacante Igor Bolt, pelo lado esquerdo, com cruzamento para o interior da área.
Disso se aproveitou Zé Carlos, aos 20 minutos, que acompanhava a jogada.
No lance, houve hesitação do lateral-esquerdo Renan Castro, na tentativa de interceptação.
MEXIDAS DE SIZENANDO
Foi aí que 'entrou em jogo' o treinador bugrino Élio Sizenando, para tirar aquele marasmo do então derrotado Guarani.
Ele mexer em três peças que acabaram sendo fundamentais para a reação da equipe.
Foi quando o Guarani encontrou espaços pelo lado esquerdo, e, numa infiltração do seu lateral-esquerdo Emerson Barbosa, mais avançado, saiu o cruzamento em curva.
A bola percorreu sobre toda a extensão da área adversária, ocasião que o lateral-direito Ynaiã apareceu de surpresa, livre de marcação, e finalizou com sucesso, aos 32 minutos do segundo tempo.
Portanto, de uma equipe adormecida, aparentemente derrotada, o Guarani reuniu forças para chegar ao empate, que deve ser comemorado.
PROBLEMAS NA DEFESA
Sem as peças consideradas titulares, está claro desarranjos defensivos na equipe bugrina.
Rafael Rodrigues, que mais uma vez substituiu Jonathan Costa, estava mal na partida e acabou expulso ainda no primeiro tempo.
Aí, por necessidade para recomposição do setor defensivo, o treinador Élio Sizenando acabou sacando o atacante Lucca para entrada de Rafael Donato, ainda mais pesado e nada confiável.
Erros continuos colocam a Ponte Preta perto do rebaixameno ainda no primeiro turno
O Atlético Goianiense nem precisou praticar um futebol de nível aceitável para vencer com facilidade esta pobreza técnica que se chama Ponte Preta, por 2 a 0, na tarde deste domingo, em Goiânia.
Esperar o quê de um zagueiro, como Lucas Cunha, que chega atrasado na jogada e derruba Marrony dentro da área, em pênalti indiscutível, aos 15 minutos.
O lance foi convertido logo em seguida por Gustavo Coutinho: 1 a 0 para o Atlético Goianiense.
BARCELOS: EX-ATLETA EM ATIVIDADE
Há tempos tenho citado que Danilo Barcelos é um ex-atleta em atividade.
Logo, além de não fazer por merecer camisa nesse time da Ponte Preta, ainda lhe entregam a braçadeira de capitão.
Não bastasse tomar seguidos 'dribles da vaca', porque não tem força fisica nas disputas de jogadas, agora, com bola dominada, em saída do campo defensivo, 'doa' gol ao adversário.
Cometeu o despropósito de chutar a bola sobre o atacante Bruno José, e na sequência da jogada, sem força física para acompanhar a corrida do Gustavo Coutinho, ficou no meio do caminho, em lance que originou o segundo gol da equipe de Goiânia, aos 18 minutos.
OS ERROS CONTINUAM
E o Atlético Goianiense poderia ter feito o terceiro gol ainda no primeiro tempo, não fosse a desproporção do lateral-direito Ewerton, livre dentro da área, sem a devida marcação, permitindo que o goleiro pontepretano Guilherme Viana praticasse a defesa num chute fraco.
Assim, os desajustes da Ponte Preta se caracterizavam em todos os setores.
Uma defesa com três zagueiros bastante vulnerável. Meio de campo que não cria absolutamente nada. E um ataque totalmente nulo com Baianinho, Pottker e Rodriguinho.
BRANDÃO E PORFÍRIO
E o que o time teria a ganhar com a entradas de Diego Porfírio, Brandão e Jonathan Cafu?
Absolutamnte nada.
Num erro de saída de bola do volante Cristiano, da equipe goiana, Brandão foi presenteado e simplesmente chutou a bola em cima do goleiro adversário, o que mostrou estar totalmente desconectado da partida.
Por sorte da Ponte Preta, o Atlético Goianiense diminuiu o ritmo ofensivo durante o segundo tempo, e mesmo assim ainda teve mais duas chances reais para ampliar a vantagem, sem contudo aproveitá-las.
REBAIXAMENTO AINDA NO 1º TURNO
Como ele se preocupou mais em administrar a vantagem, a Ponte Preta chegou a ter um pouco mais de posse de bola, sem que aquilo representasse chances criadas.
Portanto vitória tranquila do Atlético Goianiense que, se forçasse um pouco mais, colocasse em prática um pouco mais de intensidade, certamente a vantagem seria ampliada.
Assim, a Ponte Preta caminha a passos largos para, até o final do primeiro turno atingir a meta do rebaixamento à Série C do Brasileiro.
Pelo nível da Série C, o Guarani tem a obrigação de vencer o Figueirense
O nível técnico da Série C do Brasileiro continua sofrível.
Quem viu o empate da Inter de Limeira com o Maringá por 2 a 2, na manha/tarde deste sábado, serviu de reafirmação sobre o que se pensava.
E vejam que a Inter estava perdendo por 2 a 0 durante o segundo tempo, mas conseguiu buscar o empate.
Diante do cenário há de se perguntar: como ela conseguiu somar 19 pontos até o início desta 12ª rodada da competição?
Isso prova que o treinador do clube, Matheus Costa, continua o mesmo dos tempos de Guarani. A sua defesa totalmente vulnerável.
PAYSANDU GOLEADO
E o Paysandu, que sofreu derrota por 3 a 1 para o Santa Cruz, mesmo atuando no seu fortim?
Isso evidencia a obrigatoriedade de o Guarani trazer resultado de vitória diante do Figueirense, mesmo com jogo programado às 11h deste domingo, em Florianópolis.
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Por que esse 'medaço', senhor Torrano?
O atual presidente da Ponte Preta, Antonio Luiz Torrano, foge dos repórteres setoristas do clube, e otpou por gravar vídeos para informar posições adotadas pela diretoria do clube.
Por que esse 'medaço', senhor Torrano?
Não quer ser sabatinado pra valer, por que?
Desconheço que na história do clube tenha ocorrido algo semelhante.
São coisas e coisas que precisam ser esclarecidas e só o repórter perguntando.
Por que Torrano impõe regra para se comunicar?
A que ponto chegou o clube.
Nem vou acrescentar mais nada neste texto.
Tem-se que reconhecer a estratégia do treinador Carlo Ancelotti
Se até então eu não havia feito uma referência tática do treinador Carlo Ancelotti, da Seleção Brasileira, agora, nesta robusta goleada sobre a Escócia por 3 a 0, cabe sim destacá-lo.
Primeiro porque estudou detalhadamente o adversário, e adotou o modelo de jogo capaz de surpreendê-lo.
Teve a percepção da hesitação e morosidade dos defensores escoceses na saída de bola de trás, e colocou em prática forte marcação sobre o adversário.
Isso implicou em três 'roubadas' de bola, que originaram três gols, um deles invalidado injustamente ainda durante o primeiro tempo.
Posicionou o atacante Vini Júnior por dentro, ora como ponta-de-lança, ora como centroavante, e não como atacante de beirada, como estava ocorrendo.
Por que fez isso?
Para que Vini Júnior, ao receber o passe mais perto da área adversária, pudesse concluir as jogadas, em vez do posicionamento pelo lado esquerdo do campo.
Falta ajustar para que não insista com a individualidade, ao se desvencilhar do primeiro marcador.
LIBERDADE PARA BRUNO GUIMARÃES
Sabiamente, Ancelotti deu liberdade para que o volante Bruno Guimarães ocupasse aquele espaço de ala, pelo lado direito, função que deveria ser atribuída a Danilo.
No entanto, ele já não tem a intensidade ofensiva de outrora, e assim pensou-se em outra alternativa.
E deu resultado esta iniciativa, com participação de Bruno Guimarães em lances agudos no ataque, de forma que Danilo pudesse fechar os espaços por dentro, quando o Brasil perdesse o controle da bola.
Assim, Danilo exerceu a função de coadjuvante do volante Casemiro, na marcação.
Esses são alguns aspectos de um comportamento do conjunto, e com completa validade contra um adversário bem inferior, como Escócia.
BURACOS NO MEIO DE CAMPO
Bom, e contra uma seleção que coloca em prática velocidade no arranjo de jogadas ofensivas?
Ficou claro, durante o segundo tempo contra a Escócia, desgastes físicos de jogadores brasileiros como Paquetá, por exemplo.
Consequentemente, isso resulta em mais espaços para o adversário trabalhar a bola, como ocorreu com a Escócia.
Eis a questão: e contra um adversário que saiba tirar proveito disso, e disponha de atacantes talhados em finalizações?
ZAGUEIROS LENTOS
Esse capítulo precisa ser cuidadosamente estudado por Ancelotti, para neutralização do adversário, até porque o Brasil não dispõe de zagueiros rápidos nos confrontos diretos, casos de Marquinhos e Gabriel Magalhães.
Enfim, é o que se tem para o momento.
Vamos aguardar para ver até aonde o Selecionado Brasileiro possa chegar.
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Já se vê evolução tática na Seleção Brasileira ao golear os escoceses
Cabe abrir um parêntese sobre a desastrosa situação da Ponte Preta, pois agora foi a vez do goleiro Diogo Silva se mandar, em decorrência do incompetente cartola Marco Eberlin, que provocou esse desarranjo financeiro no clube.
Vão esperar o que? Terminar o primeiro turno e a maioria dar o fora?
Ora, quem deveria ficar bem distante do clube é 'intocável', não não está nem aí.
Cadê aquele mínimo de sensibilidade para admitir que a maioria não quer saber dele por lá.
MARCAÇÃO ALTA DA RESULTADO
A pergunta que se faz é se essa goleada da Seleção Brasileira por 3 a 0, sobre a Escócia, serve de avaliação para caracterizá-la com boas chances de avançar em fases subsequentes nesta Copa do Mundo.
Claro que neste jogo realizado na noite desta quarta-feira, o Brasil melhorou em relação aos dois anteriores. Taticamente houve inequívoca evolução, principalmente estudando-se jogar em cima do erro do adversário.
Também houve preocupação de valorização da posse de bola, mesmo que em determinados momentos isso tivesse dado a impressão de lentidão.
Todavia, quando havia percepção que o adversário estava desarrumado defensivamente, o Brasil acelerava as jogadas, principalmente em contra-ataques.
MARCAÇÃO ALTA
A equipe brasileira entrou em campo com propósito de fazer marcação alta na saída de bola do adversário.
Foi assim, durante o primeiro tempo, que conseguiu roubá-la por três vezes, com desfecho em gols.
Entretanto, no segundo lance de 'roubada', a arbitragem, com ajuda do VAR, viu uma falta duvidosa do atacante brasileiro Vini Júnior sobre um adversário, que na prática perdeu a bola bisonhamente.
O lance ocorreu aos 21 minutos, com gol invalidado.
Valeram os dois outros nesse quesito. No primeiro, de autoria de atacante Vini Júnior, uma perda de bola bisonha de um zagueiro escocês.
E de posse dela, só a empurrou facilmente para as redes logo aos seis minutos.
No outro lance de gol validado, novamente um erro de saída de bola da Escócia, houve um desarme no carrinho, já dentro da área, e a bola se ofereceu o volante Bruno Guimarães, que faz cruzamento da direita.
Aí a bola foi ao encontro de Vini Júnior, sozinho no segundo pau, que testou e completou para a rede aos 47 minutos.
CHANCE PERDIDA
A fora isso, ainda no primeiro tempo, o atacante brasileiro teve a chance para marcar, mas chutou a bola no pé do goleiro escocês.
A solidez defensiva do Brasil não permitiu alternativas à Escócia durante o primeiro tempo, exceto em cabeceio após cobrança de falta, mas a bola não ganhou direção.
MATHEUS CUNHA
No segundo tempo, várias alterações foram feitas na equipe brasileira, inclusive a entrada de Neymar, para ganhar ritmo de jogo.
O também atacante Endrick entrou na equipe, mas o Brasil quase não criou oportunidades.
Já a Escócia teve chances para marcar em duas ocasiões, quando o goleiro Alisson apareceu para defesas em cobrança de falta e cabeceio.
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Treinador Zanardi tenta explicar o inexplicável na derrota da Ponte Preta
Infelizmente, com jogos dos clubes de Campinas em horários quase simultâneos, a coluna priorizou analisar mais uma desastrosa atuação da Ponte Preta, até porque o Guarani ainda atravessa fase de normalidade e na liderança da Série C do Brasileiro.
Todavia, o espaço está aberto para o bugrino se manifestar sobre a inesperada derrota para o Confiança por 2 a 0, na noite de segunda-feira.
ZANARDI NÃO DISTINGUE O ÓBVIO
Parafraseando frase do saudoso pontepretano José Bertazoli, o Zé do Pito, o diretor de futebol da Ponte Preta, Marco Eberlin, 'conhece bola porque comeu almôndega quando era criança'.
Não bastasse ter topado pagar R$ 115 mil por mês para um lateral-direito rigorosamente comum como Maguinho - ano passado -, ter quebrado o clube financeiramente, agora traz um treinador que, pelo menos por ora, não distingue o óbvio, caso de Márcio Zanardi.
Pois o profissional, após a derrota da Ponte Preta para o Novorizontino por 2 a 0, foi para a entrevista coletiva com desculpa na ponta da língua: “Estamos trabalhando. Não é do dia para a noite que aparece o resultado”.
NÃO ERA CASO DE TRÊS VOLANTES?
Ora o 'C' não enxergou a pobreza técnica desse elenco que dirige na 'lambada' de 3 a 0 sofrida diante do Juventude?
Isso era indicativo que deveria escalar o time com três volantes e evitar o máximo possível que o adversário pudesse trabalhar a bola na intermediária.
Seu argumento da opção inicial de três zagueiros, com proposta de adaptar o lateral-esquerdo Danilo Barcelos por ali, só se sustenta porque não precisou 'sacar' um atacante para a entrada de mais um zagueiro, quando da estúpida expulsão de Márcio Silva?
TRÊS ATACANTES?
Se eu estivesse participando da entrevista coletiva pós-jogo, o interrogaria por que a estupidez de optar por três atacantes quando a Ponte perdia por 1 a 0?
Achou que a entrada de nulo David da Hora, acrescentaria?
Projetou que uma ou outra bola alongada para ele, Diego Tavares e Pottker pudesse resultar no gol de empate?
Tá certo que o meia Élvis não toma a bola de ninguém e não estava acrescentando nada na partida, portanto não há restrição sobre a substituição dele.
Ora, como o Novorizontino rondava a área pontepretana sistematicamente, em vez de três atacantes, o momento seria robustecer a cabeça da área com a entrada de mais um volante, o que ocorreu só depois, com a saída de Pottker.
POR QUE BAIANINHO?
Não deu pra perceber que o atacante de beirada Baianinho se enrosca com a bola e perde a maioria das jogadas?
Pior ainda quando o cenário aponta o seu time dando chutões desordenados ao ataque - para se livrar de bola -, pois ele não tem estatura para disputar jogadas pelo alto.
Já que os 'entendedores de futebol' na Ponte Preta cometeram erro de avaliação ao contratá-lo, insisto na pergunta se nos juniores não há uma alma viva capaz de rendimento pelo menos um pouco melhor do que ele?
Portanto constata-se uma infinidade de erros no elenco, comissão técnica e cartolas do clube.
E o principal responsável por esse desarranjo continua lá dando as cartas, como se tudo fizesse parte da normalidade
Guarani pretendia trazer jogador de salário milionário e R$ 50 mil por cada gol
Estava preparado para a terceira postagem consecutiva sobre a Ponte Preta, que vai jogar na noite desta quarta-feira em Goiânia, contra o Atlético Goianiense, em jogo da Copa do Brasil que vale R$ 2 milhões.
Como um fato sobrepõe ao outro, e sobre a Ponte Preta a posição da coluna ficou bem clara em postagens anteriores, o espaço, então, está aberto ao Guarani.
A informação veiculada nesta terça -feira pelo repórter Lucas Rossafa, na Rádio Jovem Pan News-Campinas, é mais um indicativo do despreparo do presidente do Guarani, Rômulo Amado.
Lucas Rossafa se compara aos repórteres de Campinas das décadas de 80 e 90 do século passado, que tinham boas fontes de informações e não esperavam que tudo caísse no colo.
CONTRATAÇÃO MILIONÁRIA
Ele revelou com exclusividade, na emissora que trabalha, que em novembro passado o Guarani manifestou interesse na contratação do centroavante italiano Mario Balofelle, que já disputou Copa do Mundo e foi integrante de grandes clubes europeus.
Rossafa citou que a proposta ao jogador foi feita por Farnei Coelho e Elano, que recentemente se desligaram dos cargos de executivo e coordenador de futebol respectivamente.
Foi oferecido ao atleta um contrato de quatro meses, com salário de R$ 375 mil, livre de impostos e proporcionalidade de 13 salário e FGTS, com argumento que isso seria bancado por dois patrocinadores encaminhados.
Alerte para mais esses detalhes: prêmio exclusivo ao atleta de R$ 250 mil se o Guarani garantisse classificação às quartas de final do Paulistão, e mesmo valor se passasse à semifinal.
PRÊMIO POR CADA GOL
Além disso, mais R$ 500 mil se o clube chegasse à condição de finalista.
Acreditem: a cada gol ou assistência, o atleta receberia gratificação de R$ 50 mil.
Não fosse a credibilidade de Lucas Rossafa, diria que essa história teria sido uma grande brincadeira.
Imaginem se a transação fosse concretizada?
Incrível o incompetente cartola Rômulo Amaro não imaginar o reboliço que seria provocado no elenco, com um cara de fora ganhando fortuna e a boleira daqui 'lambendo o beiço '?
Brincadeira, né!
Vai vendo, torcedor bugrino!.
Os números mostram a Ponte Preta com um pé na Série A2 do Paulista
Pouco mais de quatro anos após o retorno ao primeiro escalão da diretoria da Ponte Preta, o hoje vice-presidente Marco Eberlin pode entrar para a história do clube com três rebaixamentos.
O novo mergulho à Série A2 do Paulista é iminente, a menos que ocorra algo sobrenatural.
Com apenas um ponto conquistado e saldo negativo de oito, a Ponte teria que vencer Portuguesa (f) e São Paulo (c), além de torcer contra Velo Clube, Santos e Botafogo.
O Santos, com seis pontos, que vai duelar com Noroeste e Velo Clube, fatalmente vai escapar.
A probabilidade de o Velo ser rebaixado é real, pois recebe o Bragantino e será visitante diante do Santos.
Quanto ao Botafogo, embora tenha subido para seis pontos, com o empate por w a w contra o Palmeiras, o saldo negativo de seis gols o coloca em risco ao enfrentar o Guarani em Campinas e receber o Capivariano.
TERCEIRO REBAIXAMENTO?
No dia 22 de março de 2022, o primeiro rebaixamento do Paulistão desta nova era Eberlin, após 23 anos ininterrupto na divisão.
Digamos que, na ocasião, cabe divisão de culpa do presidente que o precedeu, caso do também incompetente Sebastião Arcanjo.
No ano seguinte o clube não fez mais que a obrigação de garantir o retorno à principal divisão paulista, mas ficou evidente que aquilo não teria servido de aprendizagem.
SÉRIE C DO BRASILEIRO
Veio 2024 e nada de Eberlin aprender a lição.
Foi rebaixado com a Ponte Preta à Série C do Brasileiro, e o fato de o Guarani acompanhá-lo na tragédia diminuiu um pouco o impacto.
Em 2025, o clube conquistou o título da Série C, todavia praticando um futebol que deu pro gasto, nada para rasgados aplausos.
ALTOS SALÁRIOS
Convenhamos que dirigente que paga salário de R$ 115 mil para um lateral-direito rigorosamente comum, como Maguinho, é a clara comprovação da falta de discernimento de capacidade técnica de jogadores.
Aí, sem a devida planilha de custo em relação as receitas, foi feita uma gastança fora da normalidade, e isso também contribuiu para não quitação de débitos anteriores, resultando no tal transfer ban, que desbalanceou os cofres do clube.
Ora, se o grupo de Eberlin sabia que a situação financeira havia descambado - por culpa também de administrações anteriores - por que se dispôs disputar o processo eleitoral?
Ora, não seria o caso de abrir espaço a quem se dispusesse buscar novos rumos ao clube?
Como o grupo dele não encontrou alternativas para o enfrentamento real do problema, o futebol da Ponte Preta ficou a 'Deus dará', apostando-se que a garotada do sub20 pudesse corresponder.
Nada disso.
DESCOBRIU HEBERT PARA O RIVAL
Jogadores contratados não puderam ser inscritos e aí alguns 'bateram asas', um deles o atacante Hebert.
O Guarani nem imaginava contratá-lo quando do acerto com a Ponte Preta, mas bastou que pulasse do barco para trazê-lo.
Quis o destino que o Hebert - que a Ponte Preta não conseguiu segurar - fosse decisivo na vitória bugrina no dérbi campineiro do último sábado.
Ago
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