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Também cabe informar que excepcionalmente neste sábado foi produzido conteúdo duplo relativo às expectativas de torcedores dos clubes de Campinas na largada da Série B do Brasileiro.

Na postagem anterior, as observações recaíram sobre a estreia do Guarani em Goiânia, contra o Vila Nova.

Abaixo, o assunto é sobre Ponte Preta, que após aquela impiedosa goleada sofrida para o Palmeiras por 5 a 0, nas quartas-de-final do Paulistão, os dirigentes se mexeram e anunciaram vários contratados.

E aí, esse elenco modificado da Ponte Preta vai virar?

Dá pra esquecer qualquer risco de rebaixamento e cobiçar, quem sabe, vaga de acesso na caminhada da Série B do Brasileiro, que está se iniciando?

Mesmo com dirigentes mais zelosos nas contratações, trazendo jogadores com currículos recomendáveis, é perigoso se atrever a palpites de possibilidade de acesso, sem se observar as quatro primeiras rodadas.

MEXIDA GERAL

A chegada de titulares para todos os compartimentos da equipe coloca a interrogação se, de fato, o time vai dar 'liga' logo de início, para se criar clima de confiança na sequência natural da competição.

Que a zaga precisava ser recauchutada, ninguém questiona.

A rigor, nesse vaivém de jogadores, inclusive com o volante Fraga indo para o Paysandu, por que não aproveitaram a ocasião para o devido encaminhamento do zagueiro Matheus Silva a outra agremiação?

Se o torcedor pontepretano está familiarizado com o zagueiro Joílson, com última passagem pelo Água Santa, de certo pouco sabe sobre Sérgio Raphael, vindo do Nova Iguaçu.

E aí, a tese com três zagueiros deve prevalecer?

LATERAL-ESQUERDA

Se a lateral-esquerda já estava bem preenchida com Gabriel Risso, a chegada de Zé Mário, da mesma posição e vindo da Inter de Limeira, foi bem recebida, por ter mostrado regularidade no último Paulistão.

Muitas mexidas no meio de campo, com aprovação do torcedor pontepretano pela vinda do volante Lucas Buchecha, também da Inter.

E Dudu Vieira, que estava no rebaixado Santo André?

É jogador participativo, de grupo, e pensando-se em elenco a tendência é que possa agregar.

MATHEUS RÉGIS

Dos contratados, a expectativa é que o atacante de beirada Matheus Régis, vindo do São Bernardo, dê maior consistência ao ataque, e possibilite dê o treinador João Brigatti fazer variações de jogadas pelos dois lados do campo, prevalecendo a manutenção de Iago Dias como titular.

Além do centroavante Jeh, com faro de gols, o atacante Gabriel Novaes também pleiteia vaga na equipe, o que provoca disputa acirrada pela posição.





Torcedor bugrino começa ver a 'cara' de sua reformulada equipe




Vila Nova e Guarani se enfrentam em situações diferentes na largada de ambos pela Série B do Brasileiro, a partir das 21h de segunda-feira, no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, conhecido como OBA, em Goiânia.

Dia sete passado publiquei coluna observando a inobservância de estatura de jogadores nas últimas contratações do Guarani.

Se os atacantes Caio Dantas e Renyer têm 1,77m de altura, Airton, parceiro deles no ataque, tem um centrímetro a mais, e o volante Kayque 1,76m de altura.

Ora, se o jogo aéreo tem sido um componente quer ofensivo como defensivo no futebol, estatura de atleta deve ser considerada sim.

ZAGA E JEFFERSON

Se o compartimento defensivo bugrino não se mostrou confiável durante o Paulistão, quem garante que a dupla de zaga para a largada da Série B, provavelmente com o instável Rayan e o contratado Douglas Barcelos, 33 anos de idade e 1,90m de altura, vai dar conta do recado?

Se a escalação do lateral-esquerdo Welder era um convite a ser explorado pelo adverário, a chegada de Jefferson, na posição, dará a consistência dos tempos de Mayk?

Oxalá a manchete do site Expresso360, de Goiás, esteja equivocada quando citou que 'Atlético (GO) negocia Jefferson, lateral contestado pela torcida'.

Negociava, no caso, com o Guarani, que confirmou a contratação.

LUAN DIAS

Já que o meia Régis, sem convencer, foi para o Goiás, será possível imaginar Luan Dias como articulador das peças ofensivas da equipe, com o centroavante Caio Dantas como substituto de Derek?

Se o torcedor bugrino ainda desconfia daquilo que está por vir, após tremendo risco no último Paulistão, citar o que do Vila Nova?

COPA VERDE

A impressão que fica é do torcedor do Vila Nova desconfiado de sua equipe após a perda do título estadual para o Atlético Goianiense.

Tem lógica essa linha de raciocínio considerando-se que, como mandante da primeira partida da semifinal da Copa Verde, contra o Cuiabá, ao vencê-lo por 2 a 0, o registro de público pagante ficou nos 4.125 torcedores.

Se o contra-argumento for de sócio-torcedor com acesso gratuito nos mandos do clube, a história precisa ser bem contada.

Hoje, o Vila Nova conta com 4.217 sócios-torcedores, mas apenas aqueles dos setores prata, ouro e rubi têm acesso gratuito.

Só que o custo de anuidade nessas categorias é considerável.

A prata custa R$ 605. A opção ouro exige do participante pagamento anual de R$ 1.265 e gratuidade de acesso ao estádio também para um dependente.

A categoria rubi 'esfola' o torcedor, pois quem dela participa desembolsa por ano R$ 2.750, e também acesso gratuito a um dependente.

PREÇOS DE INGRESSOS

Ingressos nos jogos do Vila Nova são salgados. O mais barato, do setor 'B', custa R$ 50. Quem prefere o setor 'A' tem que pagar R$ 80.

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