Que falta de competência, hein Guarani! E a Chape com um homem a menos
Botafogo: inoperante tanto contra o Guarani como diante do Goiás
A Ponte Preta foi mais prejudicada com o adiamento do jogo contra a Chapecoense, pelo clima de expectativa de viagem a Santa Catarina.
No mais, sobre perspectivas da partida em si, já coloquei na postagem anterior..
Sobre o Guarani que vai recepcionar o América Mineiro, na noite desta segunda-feira, fiz citações da partida do visitante contra o Mirassol, que não serviu de base criteriosa para o treinador Júnior Rocha avaliá-lo.
Mudando de assunto, no futebol, nada como um dia após o outro para esclarecimento de fatos.
No pré-jogo do Guarani contra o Botafogo, em Campinas, cravei aqui que ele teria sido presenteado para enfrentar um adversário ‘mamão com açúcar’, porque além das naturais limitações estava desfalcado de três jogadores do compartimento defensivo por expulsões, casos dos zagueiros Lucas Dias e Bernardo Schappo, além do lateral-direito Wallison.
INOPERANTE BOTAFOGO
Assim, após aquela vitória por 2 a 0, o título da coluna foi feito sem rodeio: 'Guarani fez a lição de casa diante do inoperante Botafogo'.
Pronto. Foi bastante para uns outros contestarem, com citação que eu havia diminuindo a vitória do clube.
Assim na plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, onde o internauta pode publicar o seu comentário, houve reconhecimento, sim, da leve melhora de rendimento do Guarani, não o suficiente para enfatizar transformação significativa.
GOLEADA
Aí veio o confronto do Goiás contra o Botafogo, em Goiânia. Vão discordar, agora, que a goleada por 4 a 0 também contou com a inoperância do time de Ribeirão Preto?
Que noite! Que coisa, hein torcedor bugrino!
Uma sexta-feira que aconteceu de tudo nesta derrota do Guarani para a Chapecoense por 1 a 0, em pleno Estádio Brinco de Ouro.
Foi um jogo em que o árbitro do Tocantis, Marcos Souza, fez questão de se transformar no personagem central com duas decisões questionadíssimas.
Aos cinco minutos do primeiro tempo, entrou na coversa dos homens que controlam o VAR, para análise de um lance faltoso do lateral-direito JP Galvão, do time catarinense, sobre o lateral-esquedo Jefferson, do Guarani,
Se no choque natural entre os atletas o cotovelo de Galvão chegou a atingir o bugrino, considere que seria lance típico para cartão amarelo, pois claramente não foi intencional, e sim disputa de bola.
O juizão começou a estragar a partida ao expulsar o jogador catarinense, e naturalmente se esperava a sequência de ataque contra defesa, com o Guarani procurando explorar a vantagem de o adversário contar com um homem a menos.
O confuso árbitro de Tocantins chegou a marcar pênalti visivelmente cavado pelo centroavante bugrino Caio Dantas, simulando que teria sofrido falta do zagueiro Bruno Leonardo, aos 23 minutos.
Aí, providencialmente o VAR o chamou para corrigir a decisão, e tudo voltou à estaca zero.
GOL DA CHAPE
Se a Chapecoense raramente passava do meio de campo, a zaga do Guarani, mais especificamente Rayan, falhou na única oportunidade criada pelo visitante durante a partida, aos 29 minutos.
Em cobrança de falta e bola alçada no segundo pau, Rayan perdeu a disputa para o zagueiro Bruno Leonardo, da Chapecoense, que acertou testada certeira, no canto baixo direito do goleiro Douglas Borges: Chapecoense 1 a 0.
Antes do retorno sobre o enredo da partida, mais uma do juizão Marcos Sousa: anulou gol supostamente legítimo do Guarani, aos 49 minutos do segundo tempo, quando Gustavo França ajeitou a bola de fora da área e, no chute, houve desvio do zagueiro Abraão da Chapecoense, mas outras vez, por intervenção do VAR, acusaram que Caio Dantes estaria adiantado e, durante o arremate teria interferido para defesa de Cavichioli, mesmo com o atacante bugrino não tendo participação ativa no lance.
Portanto, dois erros capitais do juizão, e sem que tire razão do torcedor bugrino quando, nos minutos finais de partida, chamou o seu time de 'sem vergonha', assim como perdeu a paciência com o treinador Claudinei Oliveira, com gritos para que seja demitido.
ESTATURA
Neste espaço fui repetitivo quando questionei a montagem do setor ofensivo do Guarani sem dispor de jogadores de estatura para aproveitamento no jogo aéreo.
E 'calhou' de o Guarani enfrentar um adversário totalmente recuado, pelas circunstâncias da partida, e que abusasse de bolas alçadas.
Alguém teria que avisar aos jogadores bugrinos que os zagueiros grandalhões Bruno Leonardo e Eduardo Domar deixariam o gramado de cabeça inchada de tento rebater bolas pelo alto, que presumivelmente ganhariam.
FORA DA ÁREA
E sem capacidade de penetração diante de um forte esquema de marcação, o Guarani rodou a bola de forma infrutífera e foram registradas pelo menos quatro finalizações de fora da área, além do lance do gol anulado.
Primeiro, no chute do volante Camacho, a bola explodir no travessão.
Depois, ainda no primeiro tempo, defesas do goleiro Cavichioli, com relevância à finalização do lateral Diogo Mateus, pois a bola foi desviada em um defensor adversário, com mudança de trajetória.
O chute forte de Jefferson foi em direção do goleiro, que apenas espalmou, assim como o de Marlon, no segundo tempo.
CLAUDINEI OLIVEIRA
Cadê a vantagem de o Guarani enfrentar um adversário com um homem a menos a partir dos cinco minutos?
Ora, se a Chapecoense abdicou de atacar, por que o treinador do Guarani manteve dois zagueiros?
Cadê jogadas trabalhadas com toques de bola rápidos e envolventes sobre marcadores?
Como admitir atletas bugrinos alçarem bola insistintamente à área adversária, se o Departamento de Futebol do clube cometeu erro de conceito ao contratar atacantes apenas de média estatura?
CHAPE SOFRÍVEL
Também não cabem elogios pela Chapecoense ter suportado a pressão do Guarani e levado três pontos a Santa Catarina.
Ora, os seus jogadores de desfaziam da bola de qualquer maneira, presenteando seguidamente a equipe bugrina.
Esse compartamento, contra adversários mais ajustados que o Guarani, certamente resultaria em tropeço.
Incrível como em várias ocasiões a equipe tinha condições de valorizar a saída de bola, mas os atletas optaram pelo chutão para o lado em que o nariz estivesse virado.
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