Jogos de Ponte Preta e Guarani na segunda-feira
Internauta recomenda Sérgio Guedes para o lugar de Brigatti, na Ponte Preta
Duas colunas anexas ao Blog do Ari foram atualizadas. No áudio Memórias do Futebol é contada a história do zagueiro Paulo André, que jogou no Guarani e atingiu o auge da carreira no Corinthians.
Texto curioso sobre cachorros que engolem pelos, com as devidas consequências, é abordado na página Informacão.
Ambos colunas podem ser acessadas na plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, também aberta para novos internautas postarem comentários sobre o tema do dia no futebol campineiro.
LINFURC
E mais: este 29 de maio marca 'bodas de prata' da Linfurc (Liga Independente de Futebol da Região de Campinas), pioneira em organizar competições em segmentos amadorísticos para 'atletas' mais velhos, inclusive aqueles acima de 63 anos de idade. Dos quatro fundadores da entidade, três já faleceram. Graça de Deus sou sobrevivente para contar a história.
TREINADOR DA PONTE
O que se especulou de nomes de treinadores em substituição a João Brigatti, que se demitiu da Ponte Preta, não está no gigi.
Informaram, por aí, que Léo Condé e Lisca teriam descartado negociação, com argumentos que negociam contratos com clubes do exterior.
Nelsinho Baptista, que recentemente retornou do Japão, também foi nome especulado, mas além do patamar salarial que foge à realidade da Ponte Preta, será que enfrentaria o desafio de tocar um elenco limitado?
SÉRGIO GUEDES
Aí, na seção de comentários da coluna, através do link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, o parceiro Márcio Rossi sugere negociação com o treinador Sérgio Guedes, que recentemente se desligou da Portuguesa Santista para o desafio de conduzir o elenco do São José, do Vale do Paraíba (SP), na Série D do Brasileiro.
Seria nome de agrado do presidente da Ponte Preta, Marco Eberlin?
Toparia o treinador se desligar de um clube que assumiu no último oito de maio?
Convencionando-se convergência das duas alternativas citadas, seria Sérgio Guedes o mais indicado visando uma reviravolta nesta pobreza técnica mostrada pela Ponte Preta?
Guedes já comandou a Ponte Preta naquele vice-campeonato paulista de 2008, ocasião que Eberlin já havia deixado a função de diretor de futebol do clube.
SANTISTA
Pelo visto, no comando da Portuguesa Santista, nas duas últimas edições do Paulista da Série A2, Sérgio Guedes colocou em prática um estilo de compactação dos jogadores e modelo competitivo.
Na última A2 chegou à semifinal e a Briosa só foi eliminada pelo Noroeste na definição através de cobranças de pênaltis, no dia sete de abril passado.
No dia seguinte, ao perder o acesso ao Paulistão, o treinador sofreu infarto e havia decidido provisoriamente se afastar da função, mas não tardou para retornar.
E aí, daria certo na Ponte Preta?
Não dá pra cravar, mas alguns erros lógico na escalação da equipe certamente evitaria.
Enfim, que Eberlin apresse a contratação do novo treinador, seja lá quem for.
É que o jogo contra o CRB, no domingo, se configura como difícil, e a Ponte Preta precisa de reabilitação.
Brigatti tem ajudado a piorar os problemas da Ponte Preta
Na tarde deste domingo, em Itu, o treinador João Brigatti, da Ponte Preta, se superou. Foi dar uma de 'mandrake' e conseguiu desarrumar aquilo que já não era aceitável contra o Ituano, nesta derrota por 2 a 0, na sequência da Série B do Campeonato Brasileiro.
Imaginou que a sua equipe pudesse ganhar volume ofensivo ao sacar um zagueiro - caso de Luis Haquín - para colocar um atacante, com a entrada de Renato, no intervalo.
Projetou não deixar o miolo de zaga desguarnecido com o recuo do volante Émerson, para fazer parceria com Castro.
Difícil entender esse processo de invenção de Brigatti, mesmo com justificativa de que Émerson já atuou na posição.
Claro que não foi apenas por isso que a Ponte Preta perdeu para o então lanterna da competição.
Tudo começou por Brigatti se equivocar mais uma vez na escalação da equipe.
LATERAIS
Custa para ele observar que o lateral-direito Igor Inocêncio não acrescenta absolutamente nada à equipe.
Igualmente ignora que o chileno Gabriel Risso já não merece vaga na lateral-esquerda, principalmente considerando-se contar na reserva com jogador do porte de Zé Mário.
Logo, o time pontepretano não explora adequadamente os corredores pelos lados do campo.
Se Inocêncio tem avançado um pouco mais, ora faz infrutíferos cruzamentos, ora é incapaz de jogadas consistentes.
ÉLVIS
A manutenção da equipe do meia Élvis é um caso a parte.
Se de fato tem validade quando a Ponte Preta atua em seus domínios e propõe o jogo, fora de casa, diante da maior posse de bola do adversário, ele se transforma num 'peso morto' pela falta de mobilidade e dependência esporádica de alguns lances de bola parada, o que não convém para uma competitividade como esta Série B.
Pior é que Brigatti ignora isso, mantém o atleta em campo o jogo inteiro, ignorando a impressão de que a Ponte Preta estaria em campo com dez jogadores.
FALTA ORGANIZAÇÃO
Pela conjuntura e falta de organização para a chegada da bola ao ataque pontepretano, até os 33 minutos do segundo tempo registro apenas para lances esporádicos, como logo aos 11 minutos, quando o goleiro Jefferson Paulino quase sofreu um 'frango' em chute de Iago Dias.
Chances reais, mesmo, apenas a partir dos 38 minutos do segundo tempo, quando a Ponte Preta já perdia por 2 a 0.
Em cruzamento de Dodô, da esquerda, inacreditavelmente Renato cabeceou a bola para fora, em lance típico de gol.
Quatro minutos depois, na bola alçada por Élvis, em cobrança de falta, a finalização do atacante Gabriel Novaes foi em cima do goleiro Jefferson Paulino.
Calma. Isso não significa que a Ponte Preta empataria o jogo com essas duas chances perdidas.
Por que?
Se o Ituano também aproveitasse chances claras, evidente que o placar seria ampliado.
O meia-atacante Tonny Anderson recebeu passe açucarado do meia Eduardo Anderson, já dentro da área, e livre de marcação conseguiu perder gol feito.
Depois, quando Leozinho teve apenas o goleiro Pedro Rocha pela frente, chutou a bola para fora.
GOLS
Para reparar essas chances desperdiçadas, o Ituano chegou aos dois gols em curto período, a partir dos 11 minutos do segundo tempo.
Primeiro quando permitiram liberdade para que Tonny Ãnderson dominasse a bola, ajeitasse e colocasse no ângulo superior direito do goleiro pontepretano.
Depois, quando Emerson desviou a bola que chegaria a Eduardo Person, na pequena área, para escanteio.
Na cobrança, o zagueiro Claudinho ganhou por cima, e a bola se ofereceu para o zagueiro Wálber, livre de marcação, que completou a jogada com sucesso, aos 15 minutos.
Ao estabelecer a vantagem, o Ituano optou por se resguardar e recuperar as energias com as alternações feitas pelo seu treinador Alberto Valentim.
Todas as trocas feitas por Brigatti não prosperaram.
É válida a intensidade na Ponte Preta, mas sem recuo excessivo de Matheus Régis
Dias atrás foi atualizada a coluna Memórias do Futebol, com abordagem generalizada sobre o ex-atacante Macedo.
Em nova produção de Cadê Você, o personagem continua o mesmo, mas o foco principal é a passagem dele pela Ponte Preta.
BRIGATTI
Quem acompanhou a entrevista pós-jogo do treinador João Brigatti, da Ponte Preta, contra o Amazonas, concorda com a fala dele?
O comandante repetiu várias vezes que a filosofia de jogo implantada é de 'intensidade'.
Sim, viu-se essa tal intensidade da equipe pontepretana durante o primeiro tempo contra o Amazonas, na noite de segunda-feira, mas a consequência daquele volume foi redução drástica de ritmo no segundo tempo, ocasião que permitiu ao limitado adversário ter até mais posse de bola.
Pra compensar a falta de combatividade do meia Élvis, que não tem condicionamento físico adequado, foi moldado um formato para atacantes de beirada fazerem seguidas recomposições, e assim coadjuvarem no preenchimento do espaço de combate no meio de campo.
MATHEUS RÉGIS
Logo, isso nos remete à natural interrogação: contra adversário claramente limitado, como Amazonas, precisam Matheus Régis e Iago Dias se desgastarem tanto com o vaivém?
Há situações & situações no futebol.
A força ofensiva de Matheus Régis é inquestionavelmente mais útil próxima da meta adversária.
Se exigido em situação desgastante, acaba substituído e a reposição nem sempre é compensatória.
IDENTIDADE
Como Brigatti insistiu na tese de a Ponte Preta buscar a sua intensidade nesta Série B do Brasileiro, situações precisam ser experimentadas para que a dependência de criatividade de jogadas ofensivas não se prendam basicamente à inegável visão de jogo do meia Élvis, que mal consegue se movimentar após um tempo de jogo.
Nos três primeiros compromissos da Ponte Preta nesta Série B, Brigatti deu duas chances para o meia-atacante Dodô, sem que ele convencesse.
Não se iludam pelo gol marcado contra Amazonas, até porque houve falha do goleiro Edson Mordden.
Como a volta do polivalente Jean Carlos foi recomendável contra o Amazonas, ocupando espaço de meia-esquerda e até explorando o corredor de fundo de campo, não custa a tentativa de adaptá-lo como meia organizador.
SÉRGIO RAPHAEL E INOCÊNCIO
Quando o torcedor comemora vitórias, principalmente por goleada, passam despercebidas situações ainda não ajustadas no time pontepretano.
A escalação do lateral-direito Igor Inocêncio não provocou melhoria de produtividade pelo setor, pois incorreu em vício característico de jogadores da posição, de sucessivos recuos de bola.
E a 'pichotada' do quarto-zagueiro Sérgio Raphael com um minuto de jogo, na perda de bola para o atacante Sassá, que poderia ter resultado no pior à equipe pontepretana?
Difícil o convencimento que Raphael se ajusta melhor na defensiva da Ponte Preta, considerando-se que o elenco conta com Nílson Júnior para a posição.
Alô Júnior Rocha: viu, agora, que o elenco do Guarani não tem nada de sensacional?
A obrigação de registro sobre aquilo que ocorreu com o Guarani, para sofrer goleada do Santos por 4 a 1, na Vila Belmiro, na noite de segunda-feira, me deixou acordado, madrugada adentro, para ver o teipe do jogo.
Pera aí: 4 a 1?
Não fosse a interferência do árbitro pernambucano Paulo Belence Alves dos Prazeres Filho, a goleada seria por 5 a 0.
GIL E CAIO DANTAS
Impedimento no lance do gol do zagueiro Gil, juizão?
Gil não foi lançado no início da jogada, quando houve intercepção defeituosa do zagueiro bugrino Lucas Adell.
Aí, na continuidade da jogada, quando lançado, o zagueiro estava em posição legal, marcou belo gol indevidamente anulado.
Pênalti sobre o centroavante Caio Dantas, juizão?
Que simulação! Disputa normal de bola com o volante Pituca, do Santos, mas, como o pênalti foi marcado, o Guarani chegou ao seu gol de honra, e Dantas está se caracterizando como quem quer simular pênalti.
TRAVESSÃO
Se o Santos levava a partida em 'banho maria' até chegar ao gol de Guilherme, verdade é que antes disso correu até risco de ser surpreendido com aquele chute forte do meia Luan Dias, que 'carimbou' o travessão.
Por que o Guarani foi goleado?
A diferença entre competidores não se restringe ao aspecto técnico.
Enquanto o Santos teve mais atitude para ganhar bolas divididas, mostrou compactação de suas linhas e reduzido erros de passes, a boleirada do Guarani chegava sempre atrasada nas disputas, oferecia liberdade para que o adversário se movimentasse, e mostrava erros individuais comprometedores em lances fatais.
DOUGLAS BORGES E DIOGO MATEUS
Claro que deve ser atribuída culpa ao goleiro Douglas Borges, do Guarani, no primeiro e terceiro gol.
O chute rasteiro e cruzado do atacante Guilherme, no canto esquerdo, na abertura da contagem, era defensável.
Sim, mas onde estava o lateral-direito Diogo Mateus na jogada pelo seu setor?
Marcando a própria sobra?
Aquela bomba de canhota do volante Pituca, do 'meio da rua', era indefensável.
Coloque culpa na 'volantaiada' que deu liberdade para o santista ajeitar a bola, olhar o canto que a bola seria direcionada e gol.
Agora, no terceiro gol do Santos, que bola defensável rebateu Douglas Borges, em finalização de Pituca!
Aí, Morelos, livre de marcação, aproveitou a sobra e marcou o terceiro gol santista.
Livre porque Diogo Mateus mais uma vez fez a marcação à distância em jogada pelo seu setor.
O quarto gol foi decorrente de jogada pelo lado esquerdo e falha de zagueiros no interior da área. Na ocasião, Giuliano recebeu o passe e, sem marcação, só empurrou a bola para as redes.
CORREÇÕES
Se é que o treinador Júnior Rocha precisava constatar, na prática, que o elenco sobre o seu comando não tem nada de sensacional, como disse na chegada, então mãos à obra para as devidas correções.
Para minimamente ajustar a defensiva, precisa melhorar o cinturão de marcação na cabeça da área e rever a lateral-direita.
O que o time tem ganhado com a manutenção de Airton no ataque?
Nas raras vezes que se desvencilha de adversários, finaliza muito mal.
E Caio Dantas jogar apenas com o 'nome' não vira.
Trocado em miúdos, Júnior Rocha tem uma 'batata quente' nas mãos.
Na goleada, Ponte Preta teve destaques individuais, mas precisa de correções
O 'figurino' de um clube que aplica goleada por 3 a 0, como foi o caso da Ponte Preta sobre o Amazonas, na noite desta segunda-feira, em Campinas, teoricamente recomendaria rasgar elogios aos jogadores e treinador, correto?
Nem sempre.
Independentemente da fragilidade técnica do adversário, o primeiro tempo da Ponte Preta foi de plena aprovação, pois aquela vantagem por 2 a 0 refletiu a possibilidade de placar mais elástico.
Ora se a equipe do Amazonas é fraca, então por que a Ponte Preta não tirou proveito disso e marcou outros tantos gols?
Como diz o 'esquartejador', vamos por etapa.
De extremamente positivo nesta vitória, destaques individuais como os atacantes Gabriel Novaes e Matheus Régis, atuação irretocável do zagueiro Luis Haquín, forte pegada dos volantes Émerson Santos e Dudu Vieira antes de se cansarem, e reaparecimento com lucidez do garoto Jean Carlos, que entrou em parte do segundo tempo, com liberdade para atacar pelo lado esquerdo.
DEFICIÊNCIAS
Durante o primeiro tempo, a Ponte Preta teve o mérito de aproveitar as deficiências do sistema de marcação do Amazonas, principalmente pelo lado esquerdo de sua defensiva, impôs volume de jogo ofensivo, estabeleceu a vantagem por 2 a 0, assim como ela poderia ser sido ampliada.
Além de marcar os dois gols, o centroavante Gabriel Novaes empurrou a bola mais uma vez para às redes, aos 28 minutos, ao receber preciso passe de Matheus Régis, nas costas da defesa adversária, mas, por recomendação do VAR, o gol foi anulado, pois no início da jogada, no campo defensivo pontepretano, o zagueiro Sérgio Raphael havia cometido falta desnecessária sobre Sassá.
Outro lance contundente foi quando Matheus Régis, com liberdade para trabalhar a bola pela meia esquerda, ainda fora da área, arriscou chute e a bola chocou-se no travessão.
Além disso, o meia Élvis, já dentro da área, sem marcação, finalizou para fora.
GABRIEL NOVAES
Aos 17 minutos, Gabriel Novaes dominou pelo lado esquerdo, fez a diagonal e acertou chute preciso, rasteiro, no canto esquerdo do goleiro Edson Mordden e abriu o placar para a Ponte Preta.
Aos 34 minutos, desta vez ele arriscou chute de fora da área e ampliou a vantagem.
QUEDA DE RENDIMENTO
Evidente que o treinador Adilson Batista mexeria na equipe do Amazonas, ao constatar falhas de marcação e lentidão nas raras aparições ao ataque antes do intervalo.
Por isso, tratou de fazer trocas de três jogadores para o segundo tempo, um deles com a entrada do meia Diego Torres.
Foi quando o time amazonense passou a ter mais posse de bola, sem que isso resultasse em criar embaraço à defensiva pontepretana.
A queda de rendimento dos mandantes deveria ser bem observada pelo seu treinador João Brigatti.
Primeiro: já não houve repetição da pegada com intensidade dos volantes Émerson Santos e Dudu Vieira, com demora para substituições.
Segundo: como o previsto, o gás do meia Élvis desapareceu, exceto em raros lances de lucides, coisa que sabe fazer, como na enfiada de bola para que Dodô ampliasse a vantagem pontepretana para 3 a 0, aos 49 minutos do segundo tempo.
Terceiro: embora tivesse feito o gol, com falha do goleiro Edson Mordden, Dodô teve atuação apagada, ao substituir Iago Dias ainda no intervalo.
Quarto: pela intensidade colocada em prática por Matheus Régis e Gabriel Novaes, durante o primeiro tempo, ambos sentiram desgaste físico, com consequente queda de rendimento na sequência da partida.
ATENÇÃO
Como esta Série B do Campeonato Brasileiro é competitiva, e nem sempre a Ponte Preta vai enfrentar adversário similar ao Amazonas, a prudência indica que o treinador João Brigatti não se iluda com a elasticidade do placar.
O que se espera é que observe as devidas correções na sequência, assim como buscar alternativa adequada à lateral-direita, pois a participação de Igor Inocêncio, na posição, em nada acrescentou à equipe.
O quadro de áudio Memórias do Futebol está atualizado e o personagem é o ex-atacante Macedo do São Paulo, uma das muitas histórias de atletas que torraram a fortuna ganhada no futebol. A fala dele, confessando a tolice, é contado em pinceladas no botão de áudio no alto da página da plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, assim como o material está disponibilizado integralmente no link correspondente, acessado através da mesma página.
DATAS DE JOGOS
Curiosidade: seria o Departamento Técnico da CBF tão inflexível a ponto de sequer permitir consulta de clubes para remanejamento de datas e horários de jogos?
Pergunta é de um leigo. Quem tiver a necessária informação, que esclareça, por gentileza.
Nada contra a terceira rodada da Série B se estender da última sexta-feira até terça-feira.
Cá pra nós: por que apenas a programação de um jogo no domingo, pela Série B, caso da derrota do Brusque por 2 a 0, em seus domínios, para o Goiás?
No entanto, o calendário desta segunda-feira da Série B encavala jogos quase que em horários simultâneos de Ponte Preta x Amazonas e Santos e Guarani, com diferença de início de uma hora entre um e outro.
Será que uma eventual consultinha dos cartolas da Ponte Preta, para que o seu jogo se segunda-feira fosse antecipado para o domingo, às 16h, traria tamanho transtorno para emissoras de televisão que ajudam a elaborar o calendário de jogos?
Só curiosidade!
Domingo à tarde é dia mais propício que uma segundona à noite para o torcedor sair de casa e ver jogos.
No caso da Ponte, está de folga há uma semana. O Amazonas chegou a Campinas na quinta-feira, procedente do Rio de Janeiro, e só treinava.
O QUE ESPERAR?
Qualquer outro resultado que não seja o de vitória da Ponte Preta, contra o Amazonas, será desastroso.
Então, que o treinador João Brigatti dê os seus pulos e esqueça a hipótese de três zagueiros.
E o Guarani?
Na atual circunstância, se arrancar um empate diante do Santos, o bugrino pode festejar como se fosse vitória.
Como treinador que chega não muda uma configuração tão desalinhada do dia para a noite - e com Júnior Rocha não é diferente -, a derrota deve ser encarada com naturalidade.
Comentários
Postar um comentário