Brusque, Paysandu


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De acordo amigável com a Ponte , o caso de Luiz Felipe acaba na Justiça Trabalhista




Que a diretoria anterior da Ponte Preta tem culpa por não administrar coordenadamente as finanças do clube, é fato.

Só que no final do ano passado foi anunciada rescisão amigável de contrato do volante Luiz Felipe, para transferência ao Náutico.

Aí, quando se supunha que as tratativas para encaminhamento dos débitos ocorressem entre as partes envolvidas, eis que o atleta aparece com ação na Justiça Trabalhista contra o clube, com cobrança de R$ 2,4 milhões.

Que Luiz Felipe foi peça importante no acesso da Ponte Preta à Série B do Brasileiro, é fato inegável.

Todavia, foi a Ponte Preta, através de seu ex-treinador Marcelo Fernandes, quem deu reiteradas oportunidades para que o atleta se firmasse como titular e ganhasse vitrine.

Nessas horas eles correm em busca do dinheiro e ignoram aquilo que os clubes lhes proporcionaram.

Embora seja direto de qualquer trabalhador reivindicar o que lhe é devido, neste caso específico o atleta deveria considerar aquilo que foi feito para ele.

Também cabe real esclarecimento como foi acordada a tal rescisão de contrato amigavelmente. 





Dessa leva que está chegando à Ponte Preta, o que você, pontepretano, tem a citar?

O atacante Pottker você bem bem conhece da aplaudida passagem anterior no clube, mas nas andanças por outras agremiações não repetiu o mesmo rendimento.

Quanto ao atacante Daniel Baianinho, que a Ponte Preta negocia empréstimo com o Capivariano, confesso que precisaria observá-lo mais um pouco, além da participação e o gol marcado contra os pontepretanos no Paulistão.

MAIS TRÊS VOLANTES

E os demais? Opine aí!

Qual a referência que você tem sobre o lateral-direito Thalys, que saiu do Vila Nova, e o lateral-esquerdo Diogo Porfírio?

Tem ainda o zagueiro Sérgio Palácio.

E essa 'volantaiada' que o seu clube está contratando?

Léo Vitor passou pelo futebol japonês.

Além dele, mais Rodrigo Saraiva e Murilo, num sério indício que outros destinos devem ser reservados para o veterano Rodrigo Sousa e ao jovem Gustavo Telles.

Calma!

Tem ainda os atacantes Brandão e David da Hora.

Por que Da Hora?

Pois é, eu que costumo palpitar sobre contratados - pra não enfatizar reforços - como faz a imprensa, desta vez fico devendo.






Novorizontino optou por se defender e o Palmeiras teve vitória magra



Até que ponto esta vitória de apenas 1 a 0 do Palmeiras sobre o Novorizontino fará grande diferença no jogo da volta da final do Paulistão, a partir das 20h30 do próximo domingo, em Novo Horizonte?

Uns dirão que esta vitória, neste jogo realizado na Arena Barueri, na noite desta quarta-feira, foi marcante, pois agora basta um empate no jogo da volta.

Tem aqueles que lembram o histórico do Novorizontino nos últimos dez jogos em seu estádio, com registro de invencibilidade, e maioria de vitórias.

PALMEIRAS OFENSIVO

O Palmeiras construiu a vantagem nesta quarta-feira porque foi ousado ofensivamente, embora tivesse queda de ritmo durante o segundo tempo.

O Novorizontino mostrou apenas esporádicas jogadas para criar duas chances de gols, uma delas desperdiçando cobrança de pênalti.

NOVORIZONTINO SE DEFENDE

Conforme se previa, se o Palmeiras tomou iniciativa ofensiva, O Novorizontino optou por necessária retracão.

Soube povoar o meio de campo e assim evitar espaços para penetração do adversáio.

Com isso, o goleiro Jordi,, que não havia sido exigido quase até o final do primeiro tempo, falhou numa das raras finalizações em direção ao gol do Palmeiras.

Foi quando Sosa - deslocado como centroavante - explorou ganhou jogada que parecia dominada por defensor adversário, e serviu Flaco López.

Aí, ele ajeitou a bola para a finalização, com chute fraco no canto esquerdo do goleiro Jordi, que falhou na tentativa de defesa, aos 34 minutos.

Quatro minutos depois, quando a defesa do Novorizontino estava desguarnecida, o atacante Allan foi servido pela direita, e o chute cruzados foi em direção do poste esquerdo.

CHANCES DO NOVORIZONTINO

Paradoxalmente, erros em saídas de bola do Palmeiras permitiram que o Novorizontino tivesse duas chances para chegar ao empate aos 42 e 44 minutos.

Primeiro, na bobeira de bola de Andres Pereira, ocasião que o atacante Robson, Novorizontino, se aprofundou pelo lado esquerdo e cruzou.

Ja dentro da área, tanto Juninho como Matheus Bianqui não conseguiram chegar na bola, para empurra lá ao gol.

PÊNALDI DESPERDIÇADO

A chance mais clara de empate foi registrada no pênalti que zagueiro Gustavo Gómez cometeu no atacantes Vinícius Paiva.

Todavia, Robson, autor da cobrança, optou por uma pancada na bola, no centro da meta, e o goleiro Carlos Miguel preferiu não se deslocar para quaisquer dos lados, e assim praticou a defesa.

O Palmeiras teve a chance de ampliar em bola cruzada e o seu zagueiro Murilo subir sozinho, no interior da área, aos 50 minutos, mas, na cabeçada, a bola foi para fora.

GOL DO PALMEIRAS ANULADO

Após o intervalo, sem que mantivesse a mesma intesidade, o Palmeiras não correu risco, devido a inoperância ofensiva do Novorizontino.

Ainda assim, criou expectativa em seu torcedor em dois lances ofensivos.

Primeiro em cobrança de falta do lateral Piquerez, pela esquerda, o zagueiro Gustavo Gómez, em cabeçada, exigiu defesa difícil do goleiro Jordi, e no rebote chutou a bola para as redes.

Entretanto, por interfência do VAR, a jogada foi anulada,,pois o zagueiro foi flagrado em posião de impedimento, aos sete minutos do segundo tempo.

Depois disso, outra chance em jogada em jogada pessoal de Flaco Lópes, o lateral-direito Khellven recebeu passe em condição de arremate, mas outra vez Jordi praticou defesa de destaque.






Novorizontino decide titulo do Paulistão com orçamento inferior ao Guarani



Se o assunto predominante na mídia esportiva é o primeiro jogo da final do Paulistão 2026 entre Palmeiras e Novorizontino, na Arena Barueri, na noite desta quarta-feira, que tal citar como é dirigido este clube de Novo Horizonte?

Dizem que a folha de pagamento do elenco do Guarani é de R$ 1,7 milhão.

Caso a informação não seja verdadeira, então que contestem.

Pois saibam que o custo para manutenção salarial do elenco do Novorizontino é de R$ 1,5 milhão, de acordo com o site Antenados no Futebol.

Por que o Novorizontino, com custo menor, goleia o Palmeiras por 4 a 0 na fase classificatória, vence Santos e Corinthians nas fases subsequentes, e garante o direito de ser finalista?

Escolha do grupo de jogadores, minha gente!

No Novorizontino, não há atleta sequer parecido com aquilo que rende Guilherme Parede - atacante do Guarani -, intocável na equipe pelo ex-treinador bugrino Matheus Costa.

DIFERENÇA DE POPULAÇÕES

Qual a populações Novo Horizonte?

De acordo com o IBGE, com medição em 2022, a população era estimada em 38.224 habitantes.

Mesmo período, em Campinas, o IBGE estimou que a população da cidade em 1.139.049 habitantes.

Se as cotas da FPF (Federação Paulista de Futebol) aos clubes interioranos foram iguais, a probabilidade de receitas de patrocínios nas camisas dos atletas e placas de propagandas nos estádios em Campinas é bem maior, correto?

Então por que o Novorizontino avançou e o Guarani sequer garantiu classificação no Paulistão?

SAF DA FAMÍLIA BIASI

Novorizontino é tocado por SAF da família Biasi, e tem como patrocinador máster a Usina Estiva, dos Biasi, de cana de açúcar.

Qual a estratégia de receita de bilheteria do Novorizontino? Contra os grandes clubes, o torcedor visitante paga R$ 200 o ingresso, enquanto o torcedor casa R$ 40, e o sócio metade deste valor: R$ 20.

Vejam que ao recepcionar o Guarani, com público de apenas 1.875 pagantes, a renda foi de apenas R$ 26.850.

PREJUÍZO DE BILHETERIA

Na sétima rodada, ao jogar em casa com o São Bernardo, o público no Estádio Jorge Ismael de Biasi foi 1.230 pagantes, resultando em prejuízo de R$ 9.848,40.

A 'pose' da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, ao avisar que não abre mão da multa de R$ 1 milhão caso o Novorizontino escale o meia Rômulo, emprestado por seu clube, conforme cláusula constante em contrato, pode resultar em troco.

Cabe lembrar que o Novorizontino tem a prerrogativa de elevar o preço do ingresso, que pode atingir até R$ 800 por cada torcedor visitante.

E se o Novorizontino levar alguma vantagem no jogo desta quarta-feira?

O risco dele dar o troco, em relação ao segundo jogo da final, não pode ser descartado. 





Seria Carlos Frontini o adequado ao cargo de executivo de futebol do Guarani?



Você acha que cartolas do Guarani estudaram adequadamente o perfil do ex-jogador Carlos Frontini para que fosse contratado como executivo de futebol do clube?

Ou estaria você imaginando que algum empresário de futebol bem relacionado cum a cúpula diretiva do clube, de boas 'lábias', teria capacidade de convencê-la para que o profissional chegasse ao clube?

DEPOIS VEM A SAF

Seja quaisquer das hipóteses a correta, independente das consequências, mais adiante esses cartolas vão entregar o clube para quem se dispuser assumir a tal SAF.

A partir disso, tem gente imaginando que o Guarani vai sair do enrosco que se encontra, e terá novo rumo.

Só cabe interrogar com uma palavra: será?





Palmeiras foi melhor e mereceu a vaga de finalista do Paulistão



O Palmeiras fez por merecer a condição de finalista do Paulistão 2026, ao vencer o São Paulo por 2 a 1, na noite deste domingo, na Arena Barueri.

Aplicado, rápido e com capacidade de recomposição defensiva, o Palmeiras criou as principais chances, e agora decide o título com o Novorizontino.

O primeiro confronto entre ambos vai ocorrer já na noite de quarta-feira, também na Arena Barueri, ficando a definição para o próximo domingo, em Novo Horizonte.

GOL NO COMEÇO

O Palmeiras começou o jogo a todo valor, usando mais o lado esquerdo do ataque, com incursões do seu lateral-esquerdo Piquerez e deslocamento do atacante Vitor Roque por ali.

Assim, num descuido de saída de bola do São Paulo, o Palmeiras recuperou a posse e Vitor Roque ganhou a jogada por aquele setor.

Na sequência, ele a colocou na área, houve tentativa de interceptação de um são-paulino de calcanhar, desequilibrado no lance (não revelaram o nome), e a bola se ofereceu para o meio-campista Maurício, livre de marcação.

Aí, com precisão, ele finalizou de primeira no canto esquerdo do goleiro Rafael, aos sete minutos.

SÃO PAULO NÃO MELHORA

Apesar da desvantagem, até os primeiros 30 minutos, o São Paulo não conseguiu se encontrar no jogo e sequer ameaçou a meta do goleiro Carlos Miguel.

O Palmeiras manteve o ímpeto ofensivo e teve chance de ampliar a vantagem em finalização de Maurício, já dentro da área, mas a bola foi interceptada pelo meio-campista Marcos Antônio.

O São Paulo passou a rondar a área palmeirense nos minutos finais do primeiro tempo, sem que isso fosse revertido em chances reais de gol.

GOL DE FRACO LÓPEZ

No segundo tempo, o jogo ficou igual, com menor intensidade do Palmeiras, mas apesar disso, num lance originado em cobrança de falta, a vantagem foi ampliada.

Em jogada ensaiada, Andreas lançou Piquerez pelo lado esquerdo. Dali saiu o cruzamento e a bola foi ao encontro de Fraco López, que chutou forte, no centro da meta, com leve desvio de um jogador são-paulino.

PÊNALTI INFANTIL

Apesar de o São Paulo mostrar mais intensidade no segundo tempo, só foi possível chegar ao gol em cobrança de pênalti através do centroavante Calleri.

O lance faltoso foi fruto de infantilidade do meio-campista Marlon Freitas que, com o braço, atingiu o rosto de Bombadilla, do São Paulo.

A arbitragem Daiane Muniz dos Santos foi precisa na assinalação, reflexo de uma conduta segura.

ÁUDIO SOBRE SOBRE FRASES IMORTAIS

Diferentemente do habitual relato de um personagem específico, desta vez o assunto no áudio Memórias do Futebol é 'frase imortais no futebol'.

Uma frase marcante foi 'futebol é uma caixinha de surpresa'.

A matéria pode ser ouvida no botão específico de áudio.

Então acesse o link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ .






Após 36 anos, o Novorizontino volta a encarar mais uma final de Paulistão



Como o Corinthians mostrou rendimento bem abaixo daquilo que se esperava, acabou derrotado pelo Novorizontino por 1 a 0, na noite deste sábado.

Com o resultado, ele garantiu o direito de disputar o título do Paulistão, e agora vai enfrentar, a partir de quarta-feira, o vencedor de Palmeiras e São Paulo, que se enfrentam na noite deste domingo.

O Novorizontino chega à segunda final do Paulistão após 36 anos, quando duelou e perdeu para o Bragantino, campeão naquela ocasião, sob o comando do treinador Wanderlei Luxemburgo.

Apesar de sua recomendável campanha, poucos acreditavam que pudesse vencer o Corinthians, mesmo jogando em Novo Horizonte.

GOL DO LATERAL-ESQUERSO MAYK

O gol da vitória do Novorizontino ocorreu de quem menos se esperava, ou seja: o lateral-esquerdo Mayk, que apareceu de surpresa no segundo pau, para aproveitar cruzamento da direita.

Curioso é que o atleta que fez o cruzou a bola seria justamente o esperado na área para a finalização, caso do centroavante Robson.

Depois disso, o Corinthians intensificou a pressão, mas na prática exigiu apenas duas defesas do goleiro Jordi.

Primeiro num voleio fraco do então improvisado centroavante Memphis Depay; depois um chute rasteiro de Dieguinho.

Que atuação decepcionante de Memphis Depay.

PRIMEIRO TEMPO

No primeiro tempo o Corinthians tomou mais iniciativa, enquanto a estratégia do Novorizontino foi se resguardar defensivamente, com escalação de três volantes: Luís Oyama, Matheus Bianque e Léo Naldi.

Neste expediente, o Novorizontino apenas ameaçou a meta corintiana quando o centroavante Robson arrancou na velocidade e, ao se aproximar da área adversária, foi desarmado num carrinho providencial na bola do zagueiro Gabriel Paulista.

Apesar da maior posse de bola e rodá-la em busca de espaço para infiltração, o Corinthians só conseguiu penetração em jogada pessoal do meio-campista André, que arriscou o chute rasteiro e exigiu reflexo do goleiro Jordi, do Novorizontino, aos 30 minutos daquele período.

Parabéns ao Novorizontino e ao treinador Enderson Moreira pela correta planificação neste Paulistão.





Nas perdas de meias, que tal a Ponte Preta dar uma espiada em Souza, do América (RN)



Sobre jogadores que estão deixando a Ponte Preta, cabe lamentação apenas sobre a perda do zagueiro Saimon, com predominância na bola aérea.

Ficou claro que o meia Cristiano não fará falta.

Na curta passagem pelo clube ficou claro o rendimento abaixo daquilo visto no Londrina, com o agravante do 'peso da idade', o que implica em menos mobilidade.

Na posição, a Ponte Preta conta com Élvis que, apesar da técnica refinada, tem pouca mobilidade.

SERGINHO NÃO FICA

Serginho, outro jogador da função, já havia se desligado do clube, e igualmente não fará falta.

Na passagem pela Ponte Preta - no ano passado - foi um reserva que, nas vezes que entrou em campo, não se pode dizer que teve atuação plenamente convincente.

Quem pode observá-lo pelo North, no jogo contra o América Mineiro, pela competição estadual, constatou uma atuação apagadíssima, a exemplo do atacante Bruno Lopes, que já está de volta a Campinas.

Reposição para o setor?

Uma dica: dêem uma espiada no atual comportamento do meia Sousa, aos 37 anos de idade, vinculado ao América do Rio Grande do Norte, que jogou muito bem contra o Sampaio Corrêa do Acre, pela Copa do Brasil.

Sim, o mesmo Souza que teve duas passagens pela Ponte Preta.

Em 2010 marcou quatro gols. Quando voltou, em 2023, participou de apenas três jogos.

Souza atuou em grandes clubes como Bahia, Santos, Palmeiras e Cruzeiro, além de passagens pela Arábia Saudita e Japão.





Comando do futebol do Guarani já foi, mas o maior culpado, Rômulo Amaro, continua intacto.



Como já se esperava, sobrou para o comando do Departamento de Futebol do Guarani, com demissões do treinador Matheus Costa, executivo de futebol Farnei Coelho e o coordenador Elano Brumer.

Até aí tudo nos conformes.

Matheus Costa já deveria ter sido desligado no início do Paulistão, mas resolveram lhe dar nova chance.

Incompetentes cartolas do Guarani pagaram pra ver e viram.

O executivo Farnei Coelho, que alegou ter a sua equipe monitorado mais de 200 atletas cometeu erros grosseiros em contratações, e igualmente deu prejuízo ao clube.

ELANO BRUMER

O que fez Elano Brumer neste grupo de comando?

Deu palpites e não foi ouvido? Ficou na dele, sem acrescentar e nem diminuir no projeto?

Também não acrescentou absolutamente nada.

Não cabe mais a recapitulação dos erros cometidos por Matheus Costa, que de certo já esperava pelo desligamento.

QUEM MAIS TEM CULPA?

Vocês, associados do clube, têm grande parcela de culpa.

Na recente eleição apoiaram, equivocadamente, ou por algum interesse, o presidente Rômulo Amaro, que já havia mostrado incapacidade na condução do clube.

Quantas e quantas vezes alardiei neste espaço para que bugrinos raízes criarem alternativas no comando do clube, com a finalidade de evitar que novamente caísse nas mãos deste cartola.

O homem não tem a mínima distinção das coisas do futebol, e por isso vai na conversa dos outros, cometendo exagero de erros.

Ele participou da vergonhosa campanha de rebaixamento do Guarani à Série C do Brasileiro em 2024, como lanterna da Série B.

Depois, não colocou em prática uma estrutura adequada que resultasse em acesso.

E, por fim, essa vergonhosa eliminação na estreia da Copa do Brasil, com derrota para o modestíssimo Castanhal, e perda de R$ 950 mil.

Associados e conselheiros assistem tudo isso de olhos fechados, como se fosse natural para um clube da tradição do Guarani.








As horas do treinador Matheus Costas estariam contadas no Guarani?



Zebraço esta eliminação do Guarani na estreia da Copa do Brasil, ao perder nos pênaltis para o Castanhal por 5 a 3 - após empate por 1 a 1 no tempo normal, na tarde desta quarta-feira, no Pará.

Assim, arrecadou R$ 830 mil nesta participação, e joga R$ 950 mil na lata do lixo ao ser eliminado.

Esse é o preço de ter apostado num treinador equivocado como Matheus Costa.

Ele comete erros na escalação, estruturação da equipe, e ainda mostra uma infantilidade ao convocar um garoto recém-saído da base, como kewen, na definição através de cobrança de pênalti.

Foi no erro do garoto que o Castanhal se prevaleceu.

RESTRUTURAÇÃO URGENTE

E por que o Guarani não jogou nada?

Cabe ratificar que exceto em partes dos jogos contra Santos e Palmeiras, o Guarani não praticou futebol convincente.

As preciosas defesas praticadas pelo goleiro Caíque França serviram para que o clube garantisse preciosos pontinhos no Paulistão.

Isso evidencia erros na remontagem do elenco e cabe cobrança ao executivo de futebol Farnei Coelho.

Se as horas do treinador Matheus Costa estão contadas no clube, nada mais lógico que o executivo de futebol Farnei Coelho também o acompanhe.

É inadmissível o Guarani contar com elenco cujo custo mensal é de R$ 1,7 milhão ser incapaz de suplantar um adversário com folha de pagamentos de R$ 200 mil.

OBRIGAÇÃO DE VENCER

Também abro parêntese para dar uma resposta ao parceiro Carlos Agostinis.

Sim, escancarei aqui a obrigatoriedade de o Guarani vencer o Castanhal sem traumas e no tempo normal.

Logo, não retiro uma vírgula desta convicção.

Agostinis, diz onde eu errei feio sobre o Castanhal.

Ora, não foi o clube paraense que endureceu. Foi o Guarani que não jogou nada.

Ou melhor: fez uma força incrível para não vencer.

DERROTA PARA O PAYSANDU

Recordemos o jogo do Castanhal contra o Paysandu.

Sabe quantas defesas o goleiro Gabriel Mesquita, do Paysandu, praticou naquele jogo?

Apenas uma, e ainda assim provocada em bola mal recuada por um companheiro dele, na única finalização em direção ao gol do Papão.

Sabe quantas chances reais foram criadas pelo Paysandu naquela partida?

Seis. Um gol três defesas dignas de registros do goleiro Tom e duas bolas na trave.

Posse de bola do Paysandu no primeiro tempo foi de 73 por cento.

E quem é esse Paysandu?

Clube de Série C, como o Guarani.

Então, Agostinis, correta foi a observação do parceiro Herald, quando cita que o Cascanhal é uma equipe quase primária.

Mesmo com precário rendimento, o Guarani ainda exigiu duas defesas com grau de dificuldade do goleiro Tom.

Esta quinta-feira deve ser dia de 'barulho' pelos lados do Estádio Brinco de Ouro.

Podem preparar a lista de dispensa deste elenco bugrino.





Contra o modesto Castanhal, vitória do Guarani é uma obrigação



O bugrino quer saber quem vai mostrar imagens da estreia de seu clube na Copa do Brasil, contra o Castanhal, a partir das 15h30 desta quarta-feira, no Pará.

Pra dar a informação completa, cabe reproduzir texto do site do GE, com narração de João Wanderley, comentários de Nicksson Melo e reportagem através de Noriel Magalhães.

Sem delongas, tem que ser citada a obrigação de uma vitória do Guarani em qualquer circunstâncias.

Mesmo não tendo mostrado rendimento de pleno convencimento até aqui, convenhamos que a sua equipe é bem superior ao adversário.

Alguns dirão que o período chuvoso e gramado pesado no estado paraense pode prejudicar o rendimento do Guarani.

Desculpa que não cola.

Em qualquer circunstância, o Guarani terá que fazer uma força tremenda para não sair vencedor, pois claramente há uma disparidade técnica entre elencos.

ADVERSÁRIO É SÓ CORRERIA

O Castanhal se vale apenas da correria de seus jogadores, alguma técnica de seu meia Romarinho e reflexo de seu goleiro Tom, o que convenhamos é muito pouco para objetivar sequência na competição.

Na derrota para o Paysandu por 1 a 0, no domingo, a proposta do Castanhal foi se retrancar durante todo o primeiro tempo, com tentativa de organizar contra-ataques.

Com a desvantagem no placar até o intervalo, ele saiu um pouco mais ao ataque, com gramado pesado, devido à chuva, porém sem criar chance.

A exceção foi uma bola mal recuada por um defensor do Paysandu, o que exigiu precisa defesa do goleiro Gabriel Mesquita.

Taticamente o Castanhal mais parece um amontoado de jogadores do que coordenação tática.

GUARANI E A MARCAÇÃO ALTA

Se o Guarani adotar marcação alta na saída de bola do Castanhal, vai exigir que os defensores dele provoquem chutões, como ocorreu diante do Paysandu.

Aí, o desenho tático será o time bugrino ganhando o que se convenciona chamar de segunda bola, ao explorar o distanciamento dos atletas do setor do adversário.

A partir disso, que o Guarani evolua rapidamente sentido à área contrária.

Cabe repetir que a hipótese de um inesperado tropeço do Guarani seria inadmissível.

Neste caso, tem-se que constar responsáveis diretos e que sejam tomadas as devidas providências. 





Opinião sobre Rodrigo Santana apenas após mexer no elenco na Ponte Preta


Aquela mesma pergunta que apresentadores de veículos de comunicação fizeram aos seus respectivos comentaristas, torcedores da Ponte Preta me fizeram nas redes sociais.

Indagaram-me sobre o que achei da contratação do treinador Rodrigo Santana feita pelo seu clube.

Ora, se desconheço o real trabalho do profissional, e não me recorro ao Google para obter informações, para que fingir sabedoria neste tipo de pergunta?

Para quem me questionou, respondi que essa vou ficar devendo.

Se desconheço com profundidade o estilo de trabalho dele, porque teria que recorrer ao 'chutômetrô'?

Imaginem se finjo que sei e rasgo elogios sobre o trabalho dele?

Aí, posteriormente não teria habilitação para contestá-lo?

Então, fiquemos assim.

Aguardemos as primeiras providências que vai adotar no elenco pontepretano, e depois vamos direto às constatações.

CORRIGIR A RAPAZIADA

Da rapaziada recém-saída do sub 20, será que vai iniciar o processo de correção dos erros de fundamentos que o treinador Nenê Santana não corrigiu?

Não se nega a competitividade do volante Gustavo Telles, mas e a imprecisão no tempo de bola para antecipação de jogadas?

Erros de posicionamentos dele serão corrigidos?

O lateral-direito Júlio, que recentemente teve as primeiras chances, avança sem a devida coordenação ao ataque, esquecendo que a falta de uma combinada cobertura pode comprometer o setor com bola nas costas.

E para não me estender neste tópico, Rodrigo Santana vai impedir que atacantes de beirada da nova geração vão continuar insistindo nos dribles sem propósito, se futebol é coletivo?

BRUNO LOPES

Do atacante Bruno Lopes, que brevemente vai retornar do North, cabe ao treinador conscientizá-lo que é imprescindível disputar todas as bolas pelo alto, na base dos chutões de zagueiros.

Bruno tem a percepção que vai perder a disputa e se omite dela.

Por sinal, tanto ele como o meia Serginho tiveram atuações fraquíssimas no confronto contra o América Mineiro, no campeonato daquele estado.

RETORNO DE POTKKER

A passagem anterior do atacante Potkker pela Ponte Preta, na década passada, foi destacada, tanto que serviu para abertura de outros mercados.

Na rodagem por aí não repetiu a mesma performance, e ele justificou ter sido escalado nas beiradas de campo, com citação que se adapta melhor como centroavante.

Resta aguardar se continuará com o futebol discreto dos últimos clubes ou repetirá aquilo já mostrado na própria Ponte Preta.

Enfim, ajustes neste atual elenco são coisas imprescindíveis para Rodrigo Santana, além da estruturação tática que pretende colocar em prática.





Nem pra pensar na venda da camisa 'Ponte campeã da Série C'!


A interação do Blog do Ari com parceiros internautas, através do link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, resulta um pouco de tudo.

E você que gosta de 'palpitar' e ainda não se ligou para incorporar o nosso 'time', o convite está feito.

Dá mesma forma que surgem apelações entre rivais do futebol de Campinas, algumas posições 'sem pé e sem cabeça', felizmente a maioria contribui com posições reflexivas.

Dêem uma espiada nesta 'pérola' do parceiros José Ricardo, que serve de 'puxão de orelha' nos homens do setor de comunicação da Ponte Preta.

CADÊ O MARKETING?

Ele comenda sobre a ausência de um marketing atuante, mais agressivo e inteligente no clube. Vejam!

Até hoje não lançaram uma camisa, com custo acessível, para comemorar o título da Série C”, desabafa.

Exatamente!

Eis aí uma boa possibilidade de arrecadação, pois qual pontepretano não gostaria de guardar como lembrança um título que entrou na história do clube.

Pior é que a boleirada nem sabe quando vai receber o atrasado e nenhuma alma viva dentro do Estádio Moisés Lucarelli foi capaz de ter uma excelente ideia como esta do parceiro José Ricardo.

Então, em vez do agora vice-presidente Marco Eberlin aparecer com bravatas, ficar só transferindo culpa aos outros, que cobre atuações de quem presta serviço ao clube.





Se existe um outro argumento misterioso desconhecemos.



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