Brusque, Paysandu


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Volante Mineiro saiu discretamente do Guarani para fazer história na Ponte Preta



Há posições de jogadores que se caracterizam com risco de conclusões definitivas sobre a capacidade deles quando integram categorias de base, ou até mesmo os primeiros anos de profissionalismo, sujeitos a correções de defeitos e futuro recomendável.

Quando integrava as categorias de base do Inter (RS), o volante Mineiro, franzino e 1,69m de altura, foi dispensado.

Ignoraram a rapidez dele para desarmes, raramente recorrendo às faltas, e coube ao Rio Branco de Americana dar-lhe nova chance, também na base e com posterior profissionalização.

Contratado pelo Guarani, também houve reparo na condição técnica dele, que foi perdendo espaço no clube.

VOLTA POR CIMA NA PONTE PRETA

O obstinado Mineiro acreditou que ainda poderia prosperar no futebol quando a Ponte Preta abriu-lhe as portas, para prosseguir na carreira.

Intensificou os trabalhos para correção de defeitos nos passes, a capacidade de desarme foi ampliada, e passou a ser um dos destaques da equipe nos cinco anos de clube, a partir de 1997.

O caso de Mineiro recomenda que outros volantes podem ter melhoria de condição técnica, assim como laterais e atacantes de beirada que se aplicarem.

RECOMPENSA COM TÍTULOS

Assim, Mineiro começou a colecionar títulos a partir do Paulistão de 2004, pelo São Caetano.

O ápice da carreira ocorreu no São Paulo, na temporada seguinte, com conquistas de Libertadores e Mundial de Clubes da Fifa, ocasião que marcou o gol da vitória sobre o Liverpool da Inglaterra, por 1 a 0.

SELEÇÃO E EUROPA

Na Seleção Brasileira ele participou de 2001 a 2008, integrando o grupo na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.

Na Europa, passagens por Hertha Berlim, Chelsea, Schalke 04 e Tus Koblens, clube que marcou o encerramento da carreira em 2012, para, em seguida, optar por fixar residência na Alemanha, em Gelsenkirchen, com esposa e dois filhos.

Lá, usando o nome de registro como Carlos Luciano da Silva, decidiu abrir a empresa de consultoria (MNR Sports & Integration), para auxiliar na adaptação de novos atletas brasileiros no futebol alemão, e se diz devidamente adaptado.

MINEIRO NÃO: ELE E GAUCHO

Quem nasce em Porto Alegre é gaúcho, correto?

Só que a história de Mineiro tem uma singularidade.

Quando, em companhia de um irmão integrava a categoria de base do Inter (RS), ganhou o apelido de Mineirinho, devido a semelhança do rosto do irmão com o ex-lateral-esquerdo Cláudio Mineiro.

De Mineirinho passaram a chamá-lo de Mineiro, e assim ficou.





Contra a modesta Ferroviária, é obrigação a vitória do Guarani



Se o Guarani precisa de imediata reabilitação nesta Série C do Brasileiro, a tabela da CBF não poderia ter sido mais generosa para que o objetivo seja atingido.

Programou o seu próximo jogo contra a Ferroviária, na noite da próxima segunda-feira, em Araraquara.

Esqueça esse negócio de tratar-se de jogo fora de casa.

Dizem que o treinador da 'Ferrinha', Rogerio Corrêa, deve poupar titulares, preservando-os para o jogo decisivo da volta contra o Ituano, que vale acesso ao Paulistão.

Claro que a informação procede. Em caso de acesso, a cota do clube na elite paulista é significativamente maior do que uma Série A2.

Seja com escalação de titulares, seja optando por equipe alternativa, a verdade nua e crua indica obrigação de o Guarani sair de Araraquara com o resultado de vitória.

Como assim?

FUTEBOL POBRE

Ora, se a Ferroviária repetir exatamente aquilo visto na noite de quinta-feira, mesmo vencendo o Ituano por 1 a 0, em Itu, com gol aos 49 minutos do segundo tempo, o futebol mostrado foi pobre.

Agora, a confortável situação dela, de se beneficiar com acesso ao Paulistão até com derrota por um gol de diferença, indica que muitos titulares serão preservados na segunda-feira

A Ferroviária na semifinal do Paulista da A2 foi equipe com excesso de erros de passes e chutões dos defensores se livrarem da bola.

Não foram vistas incursões de laterais ao ataque e pouca coordenação para ameaçar a meta adversária.

E olhe que o Ituano não é lá essas coisas.

CHANCES DE REABILITAÇÃO

Diante do exposto, questiona-se como vai reagir o Guarani? Vai desperdiçar a chance de ser bem-sucedido, como ocorreu contra a Castanhal, e se repetiu nos confrontos diante de Maranhão e Itabaiana?

Eis aí, Guarani: não desaponte o seu torcedor.

O que se viu da Ferroviária foi correria de seus jogadores, que não hesitaram em picotar o jogo.

ITUANO PERDE CHANCES

Mesmo assim, diante do Ituano correu risco em dois lances: defesa do goleiro Dênis Júnior em cabeçada do atacante Neto Berola, e também de cabeça o zagueiro Matheus Mancini colocou a bola para fora.

Se a Ferroviária, com titulares, não mostrou credenciais de equipe organizada, a tendência será de menos recursos com equipe alternativa contra o Guarani. 




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Árbitro deixa de expulsar Pottker, que acaba sendo decisivo na vitória da Ponte Preta


Que drama viveu o torcedor pontepretano na noite desta sexta feira, em Campinas, ao ver o seu clube sustentar a vitória por 1 a 0 sobre o América Mineiro.

Antes de chegar ao seu gol, através do centroavante Pottker, a Ponte Preta correu risco de perdê-lo, e isso só não ocorreu por erro do árbitro Lucas Casagrande.

O atleta pontepretano já estava 'amarelado' na partida e, ao abrir um dos braços, acertou o zagueiro Nathan em lance típico para novo cartão amarelo, que resultaria na expulsão.

E ao permanecer em campo, ele foi o protagonista da partida, ao marcar o gol da vitória e ficar no vestiário durante o intervalo, para evitar risco de ser expulso em lance de compensação.

DRAMA NO FINAL

Nós últimos minutos desta partida, válida pela sexta rodada da Série B do Brasileiro, a bola rondou a área da Ponte Preta o tempo todo, e o seu sistema defensivo se esforçou para neutralizar o perigo.

E no lance mais agudo, quando não ocorreu a interceptação, apareceu o goleiro Diogo Silva para defender a bola cabeceada pelo atacante Mastriani.

TATICAMENTE O TIME FOI BEM

Ressalta-se apenas a disciplina tática da equipe pontepretana, que se doou o tempo todo, mas tecnicamente ainda precisa de muitos ajustes.

Na lateral-direita, quer Thalys, quer Justen não têm correspondido.

Os atacantes Jonathan Cafu e Brandão, que entraram no segundo tempo, não acrescentaram absolutamente nada.

Apesar da falta de conexão com os seus parceiros de ataque, o garoto Miguel, que entrou aos 14 minutos do segundo tempo, ao substituir Luís Philipe, pelo menos tentou algumas jogadas individuais.

PONTE FICOU NA DEFESA

Tendo a percepção que o América Mineiro teria condições de trabalhar melhor a bola, a Ponte Preta adotou postura defensiva durante todo o primeiro tempo e se atreveu apenas um pouco mais ao ataque após o intervalo.

No primeiro período, ao recuperar a posse de bola, a proposta da Ponte Preta era alongá-la ao ataque - mesmo sem rumo -, na busca de contra-ataques, todavia os chutões implicavam em bola de graça para o América Mineiro.

E de posse dela, os seus jogadores se preocuparam em valorizá-la, na tentativa de rondar a área pontepretana

E por duas vezes, aos nove e doze minutos do primeiro tempo, o América Mineiro exigiu defesas do goleiro Diogo Silva.

Primeiro em finalização de Thauan e rebote do goleiro. Depois, após cobrança de escanteio, o zagueiro Nathan, no cabeceio, visou o canto direito, e novamente apareceu Diogo Silva para o rebote e depois dominar a bola.

GOL DE POTTKER

Num dos raros contra-ataques puxados pela Ponte Preta houve a recompensa do gol aos 43 minutos.

Foi quando o atacante Luís Philipe arrancou pela esquerda e cruzou a bola no segundo pau, ocasião que o parceiro dele William Pottker apareceu livre de marcação e testou a bola no centro da meta e converteu o gol de seu clube.

Aos 49 minutos, outra vez em lance pela esquerda ataque, o passe do meia Bryan Borges foi açucarado para o mesmo Pottker, que demorou para definir o chute, dando tempo para que um adversário chegasse providencialmente cedesse o escanteio.





Como prevalece a meia/entrada no Estádio Moisés Lucarelli, Ponte Preta tem prejuízos



A Ponte Preta enfrentou prejuízos nos dois primeiros primeiros jogos no Estádio Moisés Lucarelli, pela Série B do Brasileiro.

Conforme apontam os borderôs das partidas contra Ceará e Vila Nova, embora estabelecidos preços de ingressos de arquibancada e geral a R$ 60, a maioria dos presentes foi beneficiada pelo valor de meia/entrada, como partícipe do TC10.

Pode causar estranheza, mas o borderô do jogo contra o Vila Nova apontou a venda de apenas 87 ingressos de arquibancada para o mandante, ao preço de R$ 60.

Paradoxalmente, os números indicam 842 ingressos de arquibancada a R$ 30, equivalente a meia/entrada.

Vendidos apenas cinco ingressos de geral, igualmente ao preço de R$ 60, mas as chamadas meia/entradas tiveram uma demanda de 610 torcedores.

Até na chamada arquibancada do visitante a meia/entrada - com 139 ingressos vendidos a R$ 30 -, representou mais do que o dobro do valor do ingresso normal, com saídas de apenas 63.

PREJUIZOS EM CASA

Na última apresentação no Estádio Moisés Lucarelli, na derrota por 1 a 0 diante do Vila Nova, o prejuízo atingiu R$ 4.166,44, com público de 4.139 pagantes e renda de R$ 99.870.

Pelo menos diante do Ceará o prejuízo foi menor, atingindo R$ 556,45.

As despesas, contabilizadas no borderô, são enorme.

Contra o Vila Nova, foram pagos R$ 24.826,98 apenas aos representantes da arbitragem.

DESPESAS DE INSS

Em cima desse montante, também cobra-se um percentual de INSS.

Por sinal, da renda bruta de qualquer partida é feita cobrança de INSS, assim como a Federação Paulista de Futebol leva 5% da renda bruta de cada jogo com envolvimento de clubes do Estado de São Paulo.

E as despesas se prolongam em quadro móvel, arrecadador, e só com ambulância o custo foi de R$ 5.637,33.

Como segurança privada é indispensável, a administração da Ponte Preta pagou R$ 20.250 nesse quesito, no jogo diante do Vila Nova.

Sonorização também custa caro no Estádio Moisés Lucarelli, com pagamento de R$ 3.600.

AUMENTAR VALOR DO INGRESSO

Apesar desse quadro financeiro negativo, a direção da Ponte Preta manteve os valores dos preços dos ingressos para o jogo contra o América Mineiro, na noite desta sexta feira, em Campinas,

Por sinal, uns e outros até poderiam manifestar contrariedade, mas a difícil situação financeira do clube indica a extrema necessidade de majoração nos preços dos ingressos, para que sejam compatíveis com a realidade.

E isso naturalmente também deveria se aplicar ao Guarani.

O alto custo de um elenco já não permite tanta bondage dos clubes, com desconto considerável aos associados.




Barra endureceu para o time alternativo do Corinthians e quer brigar por acesso na Série C



Independentemente de ter sido derrotado pela equipe alternativa do Corinthians por 1 a 0, na noite de terça-feira, pela Copa do Brasil, o Barra ratificou aquilo que já havia sido exposto sobre ele neste espaço.

Futebol muito competitivo, tanto que, durante o primeiro tempo, o Timão só conseguiu finalizar em direção ao gol - e converteu - na sua única tentativa.

O que significa isso?

ESTILO GUERREIRO

Para a Série C do Brasileiro, esse estilo guerreiro do Barra é uma mostra de quem projeta brigar por vaga de acesso à Série B.

E enfrentou um Corinthians que contou com o centroavante Yuri Alberto e Ranielli na segunda metade do segundo tempo.

O treinador Bernardo Franco, do Barra, coloca em prática um estilo de agrupamento dos jogadores, com forte pegada na cabeça da área, que impede sentido de penetração do adversário.

Tivesse melhor qualidade em seu setor ofensivo, o clube poderia ser mais credenciado em suas intenções.

Apesar disso, contra adversários tecnicamente inferiores da Série C, é natural projetar chances de levar vantagem.

FORÇA DO CONJUNTO

Individualmente o Barra não conta com jogadores que se destacam, mas prevalece a força do conjunto.

Logo, isso é um claro aviso que o Guarani vai deparar com um concorrente direto na competição em que ambos estão inseridos.

De atletas conhecidos, por lá estão o determinado lateral-direito Fábio, zagueiro Ewerton Alemão e o rodado atacante de beirada Cléo Silva.

RETROSECTO NA SÉRIE C

Embora colocado na nona colocação desta competição, com apenas quatro pontos, tem-se que considerar que já enfrentou dois postulantes ao acesso.

Ele foi derrotado, na estreia, para o Botafogo da Paraíba por 1 a 0, e empate por 1 a 1 com o Paysandu - ambos como visitante.

Na segunda rodada, na condição de mandante, aplicou goleada por 3 a 0 no Maranhão.




Que a Ponte Preta continue sem a escalação do meia

Élvis



Se falaram que o meia Élvis estava com lesão no tornozelo, e por isso sequer viajou a Florianópolis, então vamos acreditar nessa versão.

Nessa vitória da Ponte Preta contra o Avaí, o seu torcedor

consciente percebeu claramente que o meio de campo de seu clube ganhou mais mobilidade.

Naquela partida, a Ponte Preta entrou em campo com 'onze jogadores', e assim ficou mais competitiva.

Logo, se Élvis estiver em disponibilidade para o jogo da noite da próxima sexta-feira, diante do América Mineiro, em Campinas, que o treinador Rodrigo Santana tenha a consciência que o seu clube não deve voltar a entrar em campo com 'dez jogadores'.

O JEITO É EMAGRECER

E que assim continue até que Élvis tenha a consciência que precisa emagrecer, e se colocar em melhor condição física, para uma competição tão competitiva como a Série B.

Uma coisa é a Série C, com adversários de menor qualidade, que implicava em a Ponte Preta ter mais posse de bola e no campo ofensivo.

Outra coisa é enfrentar adversários que pisam mais vezes na área defensiva pontepretana, e assim exigem uma pegada maior de seus jogadores.

Ora, se não se pode cobrar de Élvis capacidade para o desarme, que pelo menos tenha o mínimo de mobilidade para se desvencilhar da marcação adversária.

THALYS E SARAVIA

Cabe a Rodrigo Santana buscar mais duas alternativas diferentes na sua equipe.

O que o lateral-direito Thalys tem acrescentado?

Recua a maioria das bolas que recebe, o que faz lembrar o irregular Maguinho, na temporada passada.

Será que para a posição não há, no elenco, ninguém em melhor condição?

Já não deu para observar que o volante Rodrigo Saravia pouco tem acrescentado para a equipe?

Que o treinador pondere sobre esses dois aspectos citados.





Repórter catarinense perguntou ao treinador do Avaí por que o time estava 'bagunçado'


Ouço a entrevista coletiva - e não coletiva de imprensa - do treinador Cauan de Almeida, do Avaí, após a derrota por 2 a 1 para a Ponte Preta, e me surpreendo com a coragem da pergunta de um repórter.

Até imaginei que a gente tivesse voltado às décadas de 70 e 80 do século passado, quando o repórter colocava na cara do treinador aquilo que acontecia.

Eis a pergunta: por onde passou uma derrota de um time bagunçado?

Ainda bem que o entrevistado não foi o ex-treinador José Cândido Sotto Maior, o Cândinho, e Lori Sandri - já falecido -, pois a resposta seria na base da grosseria.

ENROLADA DE CAUAN

Cauan não perdeu o estribeiras para responder, e estrategicamente optou pela enrolação, ao citar que o time do Avaí atacou, criou chances e não teve a felicidade de convertê-las em gols.

Claro que não foi isso que aconteceu, mas a facilidade dele pra se comunicar e enrolar fez que justificasse a postura da Ponte Preta de adotar marcação através de bloco baixo.

E para completar a explanação, ainda citou que pelo fato de os volantes de sua equipe terem avançado, a incumbência de criação de jogadas teria ficado a cargo de zagueiros.

Aí, só faltou ao ousado repórter - que parecia de nosso tempo - interrogá-lo com a inevitável pergunta: Como assim? Criação através dos zagueiros?





Guarani esbarra na marcação do Itabaiana e só empata



Citar o que do rendimento ofensivo do Guarani, que se resumiu a chance perdida por Guilherme Cachoeira e o gol de cabeça de Hebert, neste empate por 1 a 1 com o Itabaiana, na tarde/noite deste domingo, em Campinas?

Neste jogo, válido pela terceira rodada da Série C do Brasileiro, também ocorreram finalizações de cabeça Jonathan Costa e Rafael Donato.

Coloque ambas como conclusões fracas e defesas fáceis do goleiro Jefferson, do Itabaiana.

Convenhamos que isso é muito pouco para quem pleiteia o acesso à Série B.

É verdade que o Itabaiana montou um forte esquema de marcação, com linha de cinco defensores, compactação no meio de campo, e apenas o lento centroavante Everton Kanela isolado à frente.

Ora, por que faltou capacidade para furar esse bloqueio?

Porque João Paulo já não tem mostrado aquela impetuosidade cobrada aos meias para abastecer o ataque, e o treinador bugrino, Élio Sizenando, não teve a devida percepção em busca de outra estratégia.

Sequer passou pela cabeça dele colocar o atacante Hebert por dentro, para explorar a rapidez e penetrações entre zagueiros adversários.

Em última análise, assim poderia sofrer faltas perto da área e fazer o devido preparos na equipe para o aproveitamento.

Pode-se dizer que chances que merecem citações, durante o segundo tempo, se resumem até o 12º minuto.

GOL DE HEBERT

Primeiro o gol de Hebert no primeiro minuto daquele período.

Foi quando apareceu livre na área e explorou uma testada indefensável, no canto direito, após cruzamento do meia Isaque.

Dois minutos depois, o Itabaiana deu o troco.

O meia Rodrigo Alves fez cruzamento da direita, com toque de cabeça do zagueiro Ligger, já ajeitando a bola para a chegada do volante Karl, que, em finalização, a colocou entre as pernas do goleiro Caíque França.

Depois disso, paradoxalmente, as duas outras chances de gols foram criadas pelo Itabaiana, e desperdiçadas por Everton Kanela.

Em cruzamento do lateral-esquerdo Tito, ele subiu sozinho, mas, na cabeçada, a bola passou rente a trave.

Depois, quando Karl cruzou e, ao cabecear, exigiu defesa de Caíque França.

PRIMEIRO TEMPO

Foi um primeiro tempo com apenas duas chances reais para cada lado.

O Guarani teve mais posse de bola, mas encontrava dificuldade para furar o forte bloqueio defensivo do adversário.

A sua chance criada foi em escapada do atacante Guilherme Cachoeira pela meia esquerda, e, ao penetrar na área, a finalização, de canhota, terminou com a bola passando rente ao poste esquerdo, aos 35 minutos.

Quatro minutos antes, em contra-ataque puxado pelo Itabaiana puxado e com finalização do lateral-esquerdo Tito, o goleiro Caíque França estava bem colocado para praticar a defesa, no canto direito.

Afora isso, jogo picotado pelo Itabaiana e, quando o Guarani atacava, abusou dos chuveirinhos, rechaçados pela marcação do clube sergipano.




O que parecia improvável, eis que a Ponte Preta consegue a virada sobre o Avaí



Com a vitória de virada sobre o Avaí por 2 a 1, na noite deste sábado no Estádio da Ressacada, a Ponte Preta deu um salto considerável na classificação, neste início da quinta rodada da Série B do Brasileiro.

Provisoriamente pulou para a 16ª colocação, agora com quatro pontos e à frente de Atlético Goianiense, Cuiabá, CRB e América Mineiro.

A Ponte foi beneficiada pelo empate sem gols do América Mineiro diante do Sport Recife, e derrota do CRB por 1 a 0 para o Juventude.

PRIMEIRO TEMPO FRACO

A Ponte Preta não jogou absolutamente nada durante o primeiro tempo, ocasião que caiu do céu o gol de empate durante aquele período.

Melhorou bastante durante o segundo tempo, quando trocou a formatação com três volantes para ganhar mais agressividade com a entrada do atacante Luís Phelipe.

Ocasionalmente ocorreu mais um pênalti favorável a ela, aos 14 minutos da fase complementar, sofrido pelo centroavante William Pottker, ocasião que ele se encarregou novamente da cobrança, e permitiu defesa do goleiro Léo Aragão, que voltou a rebater em outra finalização do atacante pontepretano, mas desta vez Diego Tavares acompanhava o desdobramento da jogada e aproveitou o rebate para marcar o gol da vitória.

Depois disso, o Avaí se desarticulou em campo, pois, apesar do empenho, não ameaçou mais seriamente a meta do goleiro Diogo Silva.

Foi o período em que a Ponte ficou mais tempo com a bola, embora ainda carecendo de melhor articulação ofensiva, para importunar a defesa adversária

PONTE QUERIA SE DEFENDER

Apesar do maior volume de jogo do Avaí durante o primeiro tempo, na prática, antes de chegar ao gol havia ameaçado apenas um vez.

Foi quando, aos 30 minutos, o atacante Walace França foi travado na tentativa de arremate.

A finalização do volante Del Pioge e defesa do goleiro Diogo Silva, logo aos quatro minutos, foi lance normal.

ERRO DE KEVYSON

Se contra o Vila Nova o lateral-esquerdo Kevyson já havia dado liberdade para que o atacante de beirada Ryan construísse a jogada do gol, agora estava avançado e tomou bola nas costas.

Foi quando o atacante Thayllon, do Avaí, serviu o meia Jean Lucas, livre dentro da área, com finalização sem chances de defesa para Diogo Silva.

Aí pergunta-se: para que servem três volantes e nenhum deles se aproximar do adversário para evitar a conclusão?

Até então, a Ponte Preta havia 'vivido' ofensivamente apenas em uma cabeçada do meia Bryan Borges, que exigiu defesa difícil, no chão, do goleiro Leo Aragão.

PÊNALTI OCASIONAL

Se o enredo do jogo caminhava de maneira desconfortante à Ponte Preta durante o primeiro tempo - quando havia se preocupado em se defender e usar esporádicos contra-ataques - eis que aos 44 minutos, numa finalização de Bryan Borges, posicionado pela meia direita, a bola bateu no braço aberto de Jean Lucas, dentro da área, em pênalti indiscutível e marcado pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique.

Logo em seguida, Pottker se encarregou da cobrança e o chute rasteiro teve direção do canto direito, em partida empatada naquele momento.

Eis aí, portanto, um resultado inesperado pela maioria, até porque o Avaí entrou na rodada ocupando a segunda colocação desta competição.





Se a Ponte Preta repetir o segundo tempo contra o Vila Nova, dá para encarar o Avaí ?



O pontepretano que acompanha comentários prévios sobre o seu clube, para o jogo contra o Avaí, no Estádio da Ressacada, a partir das 20h30 deste sábado, vai conferir sobre acertos ou não nas previsões.

Pelo atual cenário de a Ponte estar na zona de rebaixamento desta Série B do Brasileiro, enquanto o Avaí ocupa a segunda colocação, a maioria escancara favoritismo ao clube catarinense, que vai jogar em seus domínios.

Apesar dos pesares, tem-se que reconhecer que o segundo tempo da Ponte Preta diante do Vila Nova foi de pressão ofensiva, com chances reais de pelo menos chegar ao empate.

AVAÍ POUPOU TITULARES

Claro que a vitória magra do Avaí sobre o Caxias, por 1 a 0, na quarta-feira passada, pela Copa Sul-Sudeste, no Estádio da Ressacada, não serve de parâmetro, pois exceto o volante Zé Ricardo, os demais titulares foram poupados.

A rigor, quem assistiu essa partida questiona como o rápido atacante de beirada Sorriso é reserva deste time catarinense.

Quando entrou no segundo tempo contra o Sport, em Recife, foi dele o gol de empate por 2 a 2.

Diante do Caxias, deu assistência para o gol de Jemerson, além de ter finalizado bola que atingiu a trave da meta adversária.

Logo, na eventualidade que seja escalado, que desta vez o treinador pontepretano Rodrigo Santana tenha a devida leitura de jogo, para recomendar marcação mais rigorosa no setor.

Na realidade, isso não ocorreu diante do Vila Nova, quando o hábil atacante de beirada Ryan teve liberdade para criar e marcar o gol da vitória.

A melhora substancial de rendimento da Ponte Preta durante o segundo tempo, contra o Vila Nova, transforma em capítulo número um que para o treinador Rodrigo Santana consiga persuadir os seus jogadores sobre a possibilidade de se alcançar o objetivo, neste sábado.

Evidente que o seu clube pode até perder, mas, em última análise, que se venda bem caro eventual derrota.

BANCO PARA ÉLVIS?

Outra coisa: até quando o treinador vai continuar 'marrudo' e insistindo na escalação do meia Élvis, pesado e sem a mobilidade exigida à competição?

Será que Santana tem plena autonomia para a escolha dos titulares?

Contra o Vila Nova ele precisou de meio tempo para a lógica constatação que havia colocado o seu time com dez jogadores, com a inclusão de Élvis.

Aí, no intervalo, ao perceber que o 'caldo estava engrossando', o substituiu.

Então, por que tamanha teimosia?

Seria por que apenas o colunista aqui 'mexe nesta ferida'? Uma coisa foi a aplaudida contribuição do atleta ao clube no passado; outra coisa é ter a clara visão que a Série B exige mobilidade.

Assim, a equipe não pode ficar apenas na dependência de eventual lançamento dele, coisa que sabe fazer.

MANUTENÇÃO DE POTTKER?

E o caso dele?

Quando o treinador vai chegar à conclusão que o elenco dispõe de outras opções na intenção de melhor aproveitamento ofensivo?

Convencionando-se a insistência de mantê-lo na equipe, resta ao pontepretano aguardar que o atleta desminta todos nós e ajude o seu clube a alcançar a primeira vitória na competição. 



Por que não a busca de um terceira via para comandar o Guarani?


A legalidade do processo eleitoral do Guarani, em dezembro passado, ganhou um novo capítulo na quarta-feira, quando a juíza Ana Lia Beall acatou recurso apresentado pela chapa de oposição do clube.

Na ocasião, a alegação foi de irregularidade no dia da votação, em dezembro passado.

Resta aguardar o natural recurso que será movido pela chapa situacionista, sobre a posição da magistrada, sem previsão de quando será avaliado e respondido.

Independentemente disso, para diminuir o estágio de turbulência do clube, deveria ser aberta uma discussão sobre a melhor alternativa para a condução.

Se o então candidato oposicionista Felipe Roselli teria melhor capacidade que os atuais, é difícil afirmar, até porque nunca foi dirigente atrelado ao futebol.

RÔMULO AMARO: UM ESTRANHO NO NINHO

Agora, que o presidente afastado Rômulo Amaro é um estranho no mundo do futebol, os fatos recentes ratificam isso.

Por falta de manejo sobre o assunto, ele transfere decisões para executivos do futebol e membros da comissão técnica.

Vejam que o volante Ralf, 41 anos de idade, já sem a mobilidade de outrora, foi contratado no início do ano e pouco utilizado durante o Paulistão.

Aí, o inconsequente argumento da influência dele como líder para aglutinação de grupo provocou a renovação do vínculo, sabe-se lá por qual valor salarial.

Cá pra nós: que argumento infundado, como se o atleta fosse psicólogo para influência.

ALTO INVESTIMENTO

Conforme informações da mídia, o investimento para montagem desse elenco do Guarani gira em torno de R$ 2 milhões, um dos maiores da Série C do Brasileiro.

Logo, pelo custo, seria obrigação o clube garantir retorno à Série B à próxima temporada.

Mas qual a certeza que esse objetivo será alcançado, diante de oscilações contra Castanhal e Maranhão?

Não seria o caso.de uma discussão mais ampla sobre os destinos do Guarani, com a junção de influentes torcedores devidamente capacitados para gerir o clube?

POR QUE NÃO UMA TERCEIRA VIA?

Portanto, para o bem do Guarani, associados e conselheiros deveriam buscar alternativa conciliatória para o clube, que exclua Rômulo Amado do comando.

Evidente que isso não significa citar que a vaga deva ser ocupada por Felipe Roselli.

Essa insistente conversa de SAF - como se não tivesse outra alternativa para gerir o clube - é uma clara demonstração de que os atuais dirigentes são incapazes na condução do futebol, até agora com admissão de interferência de empresários.

BETO ZINI PARA ACONSELHAR

Quaisquer que sejam os dirigentes no comando do clube, torna-se imprescindível que tenham humildade para reconhecimento da capacidade do ex-presidente Beto Zini no papel de consultor sobre futebol.

Zini continua atualizado sobre o mundo da bola e, tivesse ele sido consultado sobre a contratação do meia Diego Torres, reprovaria de imediato.

Ele também viu, como eu, que desde 2022, ao se desligar do CRB, o atleta não repetiu o rendimento do passado.

E esses desinformados sobre as coisas do futebol trazem, como consequência, o pagamento de salário de R$ 130 mil ao atleta.

Essas inconsistências de dirigentes 'estranhos no ninho' dá nisso.   




Houve tempo que todos os pontepretanos defendiam o melhor para o clube


Cita o provérbio popular que 'para o bom entendedor um pingo é letra'.

Isso significa que uma pessoa perspicaz entende uma situação com os mínimos sinais ou detalhes'.

Por que essa introdução?

É que a postagem anterior foi conduzida por metáfora, exatamente para que eu não fosse tão explícito.

Gente, vivemos o epílogo bíblico de Apocalipse, com profecias sobre o final dos tempos, em que o inimaginável acontece.

Ora, parlamentares federais apareceram sorrindo quando sequer pode ser votado o relatório da CPMI do INSS, lembra-se?

A mídia informou que por interferência do governo federal houve orientação para troca de três integrantes da CPI do Crime Organizado, e você conferiu o resultado disso?

O relatório que indiciaria ministros do STF simplesmente foi reprovado.

Logo, já não nos surpreendemos com o tamanho do absurdo, e tem gente que ainda aplaude.

DÉFICIT DAS CONTAS DA PONTE PRETA

Absurdamente mais de uma centena de conselheiros da Ponte Preta tiveram a coragem de aplaudir a aprovação das contas do mandato do então presidente Marco Eberlin, com déficit superior a R$ 33 milhões.

Nem queira saber como pode o tamanho deste déficit para um clube que provoca longo atraso de salários de jogadores, membros da comissão técnica e até funcionários.

O verdadeiro pontepretano precisa saber quem são esses conselheiros que aprovaram as tais contas.

Há, também, aqueles torcedores que, prevendo a pior das hipótese, já miram no histórico do Novorizontino - agora sem a palavra 'Esportivo' - e julgam que a solução seria a cópia do modelo dele, mesmo que isso signifique voltar à estaca zero.





Do falido Grêmio Esportivo Novorizontino criaram novo clube, só excluindo o Esportivo



Vou contar uma história real em que fui partícipe na primeira décadas deste século.

Sou o único sobrevivente da fundação da entidade amadora Linfurc (Liga Independente de Futebol da Região de Campinas), que sobreexiste com o parceiro José Rosa na presidência, no segmento da 'velharada',

De repente houve um racha na diretoria e, por discordância de atitudes arbitrárias do antigo presidente, adotei a postura de me desligar.

Claro que corajosamente criei a Lifurc - sem o 'N', com concorrência diretamente à entidade anterior, nas organizações de campeonatos.

DEBANDADA GERAL

De repente, a maior parte dos filiados da Linfurc debandou para o nosso lado, provocando o esvaziamento da concorrente.

Quase um ano depois foi proposto o processo de reaproximação, ocasião que propuseram-nos a entrega do nome original, assim como o comando da entidade.

Nos anos subsequentes continuaram sendo realizadas competições exclusivamente às categorias acima de 50 anos de idade.

Aí você há de questionar: o tem a ver essa história com o conteúdo diário deste espaço?

CLUBES COM OUTROS NOMES

Aquele Grêmio Esportivo Novorizontino, vice campeão paulista de 1980, fundado em 1973, faliu em 1999.

Onze anos depois optaram pela criação do Grêmio Novorizontino, com a exclusão da palavra Esportivo.

Ao ser transformado em SAF, durante a temporada de 2023, a Associação Desportiva São Caetano mudou de nome para São Caetano Futebol Clube.






Élio Sizenando já procura dar uma cara ao Guarani



Na plataforma de comentários do Blog do Ari, no linck https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, teve bugrino me cobrando quando avisei que o Volta Redonda poderia oferecer alguma residência, embora havia deixado claro que o setor ofensivo dele era inoperante.

Aí o Guarani coloca em prática a cobrada aplicação, torna-se preponderante na partida, e me cobram porque havia citado que enfrentaria resistência do adversário.

Quem viu o Volta Redonda contra o Paysando observou claramente que foi muito mais competitivo do que diante do Guarani.

Como cada jogo tem a sua história, neste o Guarani foi mais aplicado do que o Volta Redonda, sem que isso representasse uma atuação destacada.

ÉLIO SIZANANDO SURPREENDE

Quando o treinador Élio Sizenando montou a equipe do Guarani com três zagueiros diante do Volta Redonda, a percepção inicial seria de excesso de cuidados defensivos.

Todavia, ficou claro qual a intenção dele ao colocar em prática o seu plano de jogo.

Ele usou Rafael Rodrigues como suposto terceiro zagueiro quando o Guarani era atacado, pois havia um plano de jogo para empurrar o adversário para os lados de campo, e assim optar por cruzamentos.

Logo, além de Rafael Rodrigues, a sua equipe conta com o grandalhão Rafael Donato para o jogo aéreo, e foi soberana nesta insistência de bolas cruzadas.

Com o Guarani de posse de bola, Rafael Rodrigues se adiantava e se transformava num segundo volante.

Assim, o treinador conseguiu compactar a equipe, ao adiantar as linhas defensivas e, consequentemente, fechar bem aqueles espaços outrora deixados no meio de campo, que o adversário explorava.

Claro que os devidos recuos do meia João Paulo, na combatividade, também serviram para acrescentar.

LIBERDADE AOS LATERAIS

Com essa formatação, os laterais tiveram mais liberdade para avanços ofensivos, e consequentemente a bola chegou mais vezes nas proximidades de área adversária.

Apesar do rendimento aquém do previsto do Volta Redonda, claro que seria precipitada avaliação conclusiva da nova estratégia colocada em prática pelo Guarani, mas é prenúncio de que seja um caminho adequado.

O que por ora falta acrescentar?

CADÊ O CABECEADOR?

Se é que haverá continuidade dos excessivos cruzamentos do time bugrino, é preciso a descoberta do cabeceador, o que não é o caso do centroavante Lucca.

Não dispondo do jogador adequado à função, por que não procurar no elenco alguém com capacidade de dribles por dentro, visando infiltrações na defesa adversária?

Quem seria a opção?

Não sugira o meia João Paulo, que perdeu bastante dessa característica que utilizava no passado.

Por que não a experiência para as tais incursões por dentro através do rápido Hebert? Não custa tentar.

COBRADOR DE FALTAS

Na hipótese dele sofrer seguidas faltas nas proximidades da área adversária, por que não a 'descoberta' do cobrador, com insistência nos treinamentos, e espera de relativo aproveitamento?

Só pra lembrar: na década de 90 do século passado, no comando do São Paulo, o saudoso treinador Tele Santana convenceu o ex-meia Raí para exaustivos treinamentos nas tais cobranças.

Ele topou e se transformou num exemplo como cobrador de faltas.

VINTE ANOS SEM TELÊ

Ao citar Telê Santana, cabe lembrar que o próximo 21 de abril vai marcar o vigésimo ano da morte dele.

Logo recapitulo um pouco da história dele no áudio gravado e localizado no botão no linck desta plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ .




Nem pra pensar na venda da camisa 'Ponte campeã da Série C'!


A interação do Blog do Ari com parceiros internautas, através do link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, resulta um pouco de tudo.

E você que gosta de 'palpitar' e ainda não se ligou para incorporar o nosso 'time', o convite está feito.

Dá mesma forma que surgem apelações entre rivais do futebol de Campinas, algumas posições 'sem pé e sem cabeça', felizmente a maioria contribui com posições reflexivas.

Dêem uma espiada nesta 'pérola' do parceiros José Ricardo, que serve de 'puxão de orelha' nos homens do setor de comunicação da Ponte Preta.

CADÊ O MARKETING?

Ele comenda sobre a ausência de um marketing atuante, mais agressivo e inteligente no clube. Vejam!

Até hoje não lançaram uma camisa, com custo acessível, para comemorar o título da Série C”, desabafa.

Exatamente!

Eis aí uma boa possibilidade de arrecadação, pois qual pontepretano não gostaria de guardar como lembrança um título que entrou na história do clube.

Pior é que a boleirada nem sabe quando vai receber o atrasado e nenhuma alma viva dentro do Estádio Moisés Lucarelli foi capaz de ter uma excelente ideia como esta do parceiro José Ricardo.

Então, em vez do agora vice-presidente Marco Eberlin aparecer com bravatas, ficar só transferindo culpa aos outros, que cobre atuações de quem presta serviço ao clube.





Se existe um outro argumento misterioso desconhecemos.



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