Na lanterna da Série B, Guarani terá cinco desafios seguidos




O torcedor bugrino, que vê o seu clube na lanterna, já prestou atenção nos jogos restantes deste primeiro turno do Campeonato Brasileiro da Série B?

Com cinco pontos na competição, dê uma espiada nos próximos cinco jogos e calcule quanto pontos serão possíveis conquistá-los.

O próximo desafio será às 17h do próximo sábado, em Maceió (AL), contra o CBF.

Dá pra encarar, já com Pintado no comando técnico?

DÉRBI CAMPINEIRO

Depois vem a imprevisibilidade do dérbi campineiro, dia 30, no Estádio Brinco de Ouro, a partir das 18h30.

Ainda em seus domínios, o Guarani vai enfrentar o Sport Recife, no dia sete de julho.

Parece que a tabela desta Série B programou um desafio atrás do outro para o 'velho' Bugre.

Dia 13 de julho a 'parada' será em Novo Horizonte diante do Novorizontino, do treinador Nelsinho Baptista.

E o quinta duríssima 'prova dos nove' deste pacote vai ser diante do Goiás, em Campinas.

TRÊS ÚLTIMOS

Se é que deste pacotão o Guarani vai se sair bem, você acredita que terá respiro nos três jogos derradeiros para encerramento do turno?

Na distante Manaus, vai buscar ponto(s) contra o incerto Amazonas.

Na sequência recepcionará o também ameaçado Brusque, até que a tabela marca o 19º jogo da competição fora de casa, contra o Ceará.

E aí, com a chegada do treinador Pintado e jogadores contratados com a abertura da janela, a partir do dia dez de julho, o Guarani vai mudar de cara?

REBAIXADOS DE 2023

Se antes considerava-se 45 pontos como conta suficiente para clubes da Série B escaparem do rebaixamento, a temporada passada foi atípica.

Ponte Preta e Ituano se salvaram com 42 pontos e o Avaí com 44.

Foram rebaixados à Série C clubes como ABC, Londrina, Tombense e Sampaio Corrêa, que fizeram 28, 31,37 e 39 pontos, respectivamente.






Guarani propor o jogo, Bruno Oliveira? Melhor se resguardar!




Se um dia um filósofo de botequim lançou o bordão que 'é preferível ouvir bobagem do que ser surdo', ouçamos, então, bobagem, como aquela dita pelo meia Bruno Oliveira, do Guarani: “Vamos propor o jogo contra o Avaí”.

Ora, se a Chapecoense, em condições supostamente melhores que o Guarani, montou um 'baita' esquema defensivo, para suportar o empate sem gols em Florianópolis, por que o Guarani deve partir de 'peito aberto', para se tornar presa fácil ao adversário?

De certo o técnico interino do Guarani, Marcelo Cordeiro, deve propor um esquema cauteloso, mas completado com rapidez em contra-ataques, até porque o Avaí tem por característica se soltar ao ataque, para construir a vantagem.

JEFFERSON DESFALQUE?

Pera aí: será que entendi corretamente quando falaram que o Guarani estará desfalcado do lateral-esquerdo Jefferson?

Ninguém torce para atleta sofrer lesão, mas a ausência do atleta se transforma em reforço do clube, contra o Avaí.

Ele não tem acrescentado absolutamente nada à equipe desde que chegou a Campinas.

Improvisação de lateral-direito Heitor, no setor?

Sim, mas, em última análise, deve ficar do mesmo tamanho.

A probabilidade é do comportamento de Heitor mais retraído, até porque o Avaí explora bastante o lado direito do seu ataque, com constantes avanços do bom lateral-direito Marcos Vinícius, que por vezes se transforma num ponta.

SURPRESA

Embora o Avaí não seja clube de recomendável poderio ofensivo, teoricamente é tido como favorito para o jogo da noite desta sexta-feira, em Florianópolis, muito mais pela inoperância mostrada pelo Guarani nesta Série B.

Afinal seu histórico nos últimos cinco jogos é de quatro derrotas e um empate.

Apesar dos pesares, quando se leva em conta o imponderável nesta competição, por que a equipe bugrina não provocar surpresa e provocar reabilitação?





Seleção Brasileira cria chances, mas fica no empate com os EUA







Dias dos namorados, pessoas optando por passeios aos montes por aí, devido às variadas opções noturnas. Aí, que se lasque a Seleção Brasileira, é o que pensa muita gente ligada no futebol, mesmo enfrentando os Estados Unidos, em amistoso de horário nobre das 20h desta quarta-feira (horário de Brasília), na Flórida (EUA).

E quando se esperava por vitória do Brasil - até porque a Colômbia havia goleado do adversário por 5 a 1, prevaleceu aquele empate por 1 a 1, com gols marcados ainda durante o primeiro tempo.

Os tempos são outros. Torcedores estão mais ligados em seus respectivos clubes e lotando estádios, principalmente os são-paulinos.

Tempos são outros até no jornalismo, quando o profissional se envergonhava ao tomar 'furo' do concorrente, enquanto hoje, até propositalmente, há registro de veículos de comunicação que evitam noticiar fatos reais.

E a Seleção, a quantas anda?

É o que temos para o momento.

Não adianta aquela cobrança exagerada. Cabe ao treinador Dorival Júnior buscar ajustes para melhorar um pouco mais o coletivo, principalmente inserções dos laterais Danilo e Wendell, e marcação na cabeça da área, que possa lembrar os tempos do saudoso volante Chicão.

VINI JÚNIOR

Sabiamente o treinador Gregg Berhalter, dos Estados Unidos, duplicou a marcação sobre Vini Júnior, pela capacidade de drible do brasileiro.

A rigor, as desatenções marcantes do setor defensivo americano, durante o primeiro tempo, não foram devidamente exploradas nas oportunidades criadas pela Seleção.

Logo, marcação do selecionado dos Estados Unidos foi reforçada do segundo tempo, o suficiente para segurar o empate por 1 a 1.









Nelsinho Baptista fez o correto na postura da Ponte Preta contra o América Mineiro





Habituado às constantes oscilações do futebol de seu clube, o torcedor pontepretano pegou uma mania de cobrança exagerada, desconsiderando as naturais limitações dos jogadores.

Exemplo mais claro foi a derrota para o América Mineiro, na noite de domingo passado, por 2 a 0.

Evidente que o América era franco favorito naquela disputa, tanto que ele é o líder da Série B do Campeonato Brasileiro, com 18 pontos, e deles foram extraídas cinco vitórias.

Torcedor de futebol, em geral, tem mania de avaliar produtividade apenas dos jogadores de seus clubes, desconsiderando virtudes de adversários.

DESARME INIGUALÁVEL

Quem acompanhou jogos do América constatou que nenhum clube, nesta Série B, apresentou índice de desarme de jogadas tão alto como ele.

A facilidade para rápidas trocas de passes, de forma progressiva, exige bastante competitividade dos adversários.

Claro que ao impor esse ritmo forte durante o primeiro tempo, quase que obrigatoriamente precisa estabelecer vantagem no placar durante aquele período, pois a redução de rendimento passa a ser sintomática após 15 ou 20 minutos do segundo tempo.

TRÊS VOLANTES

Logo, não cabe contestação ao esquema de três volantes que a Ponte Preta colocou em prática no início da partida.

O fato de ter mais posse de bola durante o segundo tempo levou desavisados a interpretarem que aquela postura deveria ter sido colocada em prática desde o início, com a consequente redução do número de volantes para dois e até um.

ENIGMÁTICO

Futebol é um troço enigmático. Saibam àqueles defensores do formado que a Ponte Preta aplicou durante o segundo tempo, que o risco de placar mais elástico do que dois a zero seria lógico se aplicado desde o início.

Ainda bem que o treinador da Ponte Preta, Nelsinho Baptista, teve a consciência da superioridade do adversário e fez aquilo que deveria ser feito.

Claro que atuando como mandante, ou até na condição de visitante contra adversários de nível técnico semelhante, Nelsinho Baptista pode adotar outra postura. 




Quem elegeu os dirigentes do Guarani deveria ser o primeiro a cobrar




Aonde estão aqueles 447 associados do Guarani que elegeram a chapa 'Avante Meu Bugre' e conduziram à presidência do clube André Marconatto, em março do ano passado?

Vocês, mais do que ninguém, têm o direito de cobrar competência dos membros colocados no CA (Conselho de Administração) até o fim de 2025.

Evidente que qualquer tipo de cobrança, seja qual for o segmento, tem que ser pacífica, visando a recolocação do clube nos seus devidos lugares.

UNIÃO BUGRINA

Vocês, que ajudaram a derrotar a chapa 'União Bugrina' - com apenas 249 votos naquela eleição - vão continuar calados com essas trocas de treinadores a cada sete jogos, como ocorreram com os desligamentos de Claudinei Oliveira e Júnior Rocha?

Se uma das torcidas organizadas programou protesto contra a atual diretoria, como cita o portal FI, vocês têm mais direito de cobrar informações sobre como foram feitos os respectivos contratos com os citados profissionais, e se há previsão de multas. E tendo, quais os valores.

Prejuízo maior que financeiro nas escolhas incertas de treinadores é o clube na lanterna da Série B do Brasileiro, decorrente de escolha inadequada na formação do elenco.

Onde estão os membros da Ouvidoria e da Comissão de Ética e Disciplina do Conselho Deliberativo do Guarani, que não se manifestam sobre essa situação do futebol do clube?

Afinal, como destaca o site oficial do Guarani, o clube conta com o Portal da Transparência, espaço de divulgação de seus atos de administração.

ENDERSON MOREIRA

E confirmando-se informações de que o treinador Enderson Moreira teria sido sondado para substituir Júnior Rocha, seria outro erro.

Foi especulado que Enderson não teria prolongado suposta sondagem para trabalhar no Guarani.

Em se confirmando a especulação, sem que prosperasse, melhor assim.

O perfil de Enderson Moreira é de trabalhar com elencos que 'brigam' na ponta de cima da classificação.










Demitiram Júnior Rocha; e os demais culpados pela situação do Guarani?




A demissão do treinador Júnior Rocha, no comando do Guarani, era tida como certa logo após a derrota para o Operário por 1 a 0, no sábado, mas dirigentes decidiram pela comunicação apenas neste domingo.

Claro que ele não é principal culpado pelo clube ocupar a lanterna desta Série B do Brasileiro, com apenas quatro pontos.

Resta saber se o sucessor dele vai conseguir melhora significativa de rendimento dos jogadores.

Seja quem for, que comece com a inadiável decisão de escolha de outro lateral-esquerdo, pois está claro a deficiência técnica de Jefferson.

Será que no elenco ou na base não há um volante sequer com capacidade de desarme?

Na impossibilidade, que provisoriamente o setor seja reforçado com três volantes.

MEIO PRA FRENTE

Como arrumar esse time do meio de campo pra frente será uma terrível dor de cabeça, antes da abertura da janela em dez de julho, para contratações de jogadores.

Dirigentes do Guarani que não são do meio do futebol conseguiram montar um ataque com jogadores de estatura máxima de 1,78m de altura, ignorando que o jogo aéreo tornou-se fundamental nos últimos tempos.

AGORA O AVAÍ

Tivesse o elenco do Guarani minimamente arrumado, se poderia esperar que pudesse endurecer para o Avaí, na próxima sexta-feira, em Florianópolis.

A limitada Chapecoense conseguiu sair de lá, neste domingo, com empate sem gols, fruto da inoperância ofensiva mostrada pelo Avaí.

Afora isso, incrível como o futebol carece de treinadores que enxerguem as 'peças do tabuleiro'.

O treinador Gilmar del Pozzo, do Avaí, dispõe de um lateral-direito driblador e rápido - caso de Marcos Vinícius -, mas, mesmo colocando em prática um desnecessário formato com três zagueiros, não consegue adaptar um esquema que possibilite liberação total para Vinícius.

Se o forte do lateral-esquerdo Mário Sérgio - desde os tempos de Ituano - foi arrancar com a bola de trás, por que encurralá-lo praticamente como ponteiro-esquerdo, para ser lançado?








América provou ser mais time que a Ponte Preta e a vitória foi incontestável




Se individual e coletivamente a equipe do América Mineiro é superior à Ponte Preta, não há o que contestar a sua vitória por 2 a 0 sobre a Ponte Preta, na noite deste domingo, na sequência do Campeonato Brasileiro da Série B.

Sabendo que o time de Minas pratica futebol dos mais competitivos entre os concorrentes, agiu corretamente o treinador pontepretano Nelsinho Baptista ao repetir o formado com três volantes e três atacantes, desta vez deslocando, desde o início, o volante Dudu Vieira na lateral-direita no posto de Igor Inocêncio.

Durante o primeiro tempo prevaleceu o domínio do América, que começou a construir a vantagem logo aos 13 minutos.

Foi quando, em cruzamento rasteiro do lado direito, do volante Felipe Amaral, a bola percorreu a extensão da área e, na tentativa de intercepção, Dudu Vieira marcou contra a sua meta.

E antes que seja contestado, se ele não tocasse na bola o gol sairia da mesma forma, pois o atacante Fabinho rondava a jogada.

O volume ofensivo do América poderia ter resultado em ampliação da vantagem em outras duas situações.

Primeiro quando Fabinho cruzou e o goleiro pontepretano Pedro Rocha interceptou bola que chegaria na cabeça do lateral-direito Daniel Borges. Depois, Dudu travou finalização com endereço de Fabinho.

A única resposta ofensiva da Ponte Preta, no primeiro tempo, surgiu em drible e finalização do cenroavante Jeh, com defesa do goleiro Dalberson.

ÉLVIS

Já com o meia Élvis em campo, após o intervalo, no lugar do volante Ramon, a Ponte Preta sequer dava mostras de estabilização e já sofreu o segundo gol, logo aos cinco minutos.

Foi quando o meia Benitez colocou Fabinho na cara do gol, apenas para concluir: América 2 a 0.

Apesar do aumento no quesito posse de bola da Ponte Preta, quem continuava ameaçando era o América, com Daniel Borges recebendo passe nas costas do lateral-esquerdo Gabriel Risso, mas, na cara do gol, desperdiçou.

E a última vez que o clube mandante ameaçou foi em chute forte de Felipe Azevedo, que exigiu precisa defesa de Pedro Rocha.

NOVAES PERDEU CHANCES

Como a Ponte Preta passou a rondar mais vezes a área do América, na prática criou duas chances para reduzir a diferença no placar, no intervalo de quatro minutos, a partir do 25º, através do atacante Gabriel Novaes.

Primeiro quando ele recebeu passe de Élvis, mas o chute fraco facilitou a defesa do goleiro Dalberson.

Depois, em cruzamento da direita, quando testou, a bola ainda foi desviada pelo zagueiro Éder e tocou no poste esquerdo.

DODÔ

Nelsinho Baptista buscou as alternativas disponíveis para dar mais ofensividade à sua equipe, ao abrir mão de mais um volante - caso de Émerson - para entrada do meia-atacante Dodô, assim como colocou Renato e Guilherme Baléa nos lugares de Matheus Régis e Gabriel Novaes, respectivamente, mas nada foi alterado.







Júnior Rocha tem culpa sim, mas o que esperar do elenco mal montado do Guarani?




Quando o Guarani perdeu para a Chapecoense por 1 a 0, em Campinas, na segunda partida desta Série B do Brasileiro, o então treinador Claudinei Oliveira sequer foi para a entrevista coletiva pós-jogo, ocasião que o presidente do clube, André Marconatto, ocupou o espaço para fazer apenas um pronunciamento.

Após a derrota para o Operário por 1 a 0, na tarde/noite deste sábado, no Estádio Brinco de Ouro, a Rádio Bandeirantes Campinas cravou informação vazada da demissão do treinador Júnior Rocha, mas o profissional foi para a entrevista coletiva alegando desconhecer a citada informação. “Se soubesse nem estaria aqui”, foi a resposta na primeira pergunta.

Esse assunto terá desdobramento e aguarda-se pronunciamento da atual diretoria, quer para sustentá-lo no cargo, quer para confirmar a saída dele do clube.

POUCO MUDOU

Se é que se pode admitir alguma melhora de rendimento do Guarani, a partir dos 15 minutos do segundo tempo, quando teve mais posse de bola, isso se deve, em parte, ao 'sonolento' treinador do Operário Rafael Guanaes, que em vez de revigorar a marcação no meio de campo, foi trocar um centroavante por outro, com a saída de Daniel Lima para entrada de Ronaldo, aos 22 minutos.

O período de predomínio do Guarani ocorreu devido à desgaste físicos de jogadores do Operário, como o meia Pedro Lucas e atacante Maxwell, ocasião que passou a perder os rebotes e ficou sem transições de jogadas ao ataque.

Todavia, a inoperância do Guarani refletiu em não aproveitar maior posse de bola, pois faltou-lhe criatividade no setor ofensivo, exceto algumas individualidades do atacante Airton, como aos 53 minutos do segundo tempo, quando exigiu defesa difícil do goleiro Rafael Santos.

A rigor, além desse lance, o Guarani ameaçou em apenas mais dois: logo no início da partida, quando Marlon escapou pela esquerda, fez o cruzamento rasteiro, mas dois chutes consecutivos do centroavante Luccas Paraizo foram fracos, para defesas do goleiro Rafael Santos. Depois, aos 37 minutos do segundo tempo, em passe de um atacante para outro, quando Reinaldo colocou Caio Dantas na cara do gol, mas o chute foi torto.

Além disso, o torcedor bugrino até chegou a comemorar suposto gol de empate, em cruzamento de Reinaldo e complemento de Airton, mas o VAR flagrou posição de impedimento de Reinaldo e invalidou o lance, aos 49 minutos.

CHANCES DO OPERÁRIO

Afora esses citados lances do Guarani, por duas vezes, em arremates, o Operário colocou bola na trave adversária, com Maxwell e Joseph, uma em cada tempo.

O volume do Operário foi tão flagrante durante o primeiro tempo que, antes do belo gol de voleio de Maxwell, aos 40 minutos, o zagueiro bugrino Pedro Henrique já havia travado finalização bem direcionada de Daniel Lima.

ERROS DE JÚNIOR ROCHA

O primeiro erro do treinador bugrino Júnior Rocha foi falta de leitura do estilo de jogo do adversário.

Calculou que o Operário fosse concentrar vários jogadores no ataque, mas na prática apenas dois se fixaram no setor e, no processo natural de evolução, meio-campistas e laterais foram se aproximando.

Isso indicou que a formação da equipe bugrina com três zagueiros em linha recuada, durante o primeiro tempo, serviu para deixar espaços para o adversário trabalhar a bola a partir do meio de campo, com tarefa incumbida de marcação apenas aos volantes Anderson Leite e Matheus Bueno.

E mais: se Júnior Rocha imaginou liberdade para os seus laterais se transformarem em ala, se equivocou.

Na esquerda, Jefferson é fraco no apoio ao ataque. A improvisação de João Victor, como lateral-direito, também foi infrutífera.

Não bastasse isso, a linha alta de marcação do Operário na saída de bola do Guarani, o direcionava a erros: ora com zagueiros rifando a bola, ora com passes errados.

Isso resultou no predomínio do Operário, que levava a bola com facilidade até a chegada ao último terço do campo, faltando, entretanto, qualidade à sua postura ofensiva para definições nas jogadas.

SITUAÇÃO PERIGOSA

Na lanterna com quatro pontos, as perspectivas são pessimistas ao Guarani até a abertura da janela para contratações, a partir de dez de julho.

Isso provoca clima de revolta aos seus torcedores, como constatado após o jogo deste sábado.

A tabela da competição lhe reserva como próximo desafio o Avaí, na próxima sexta-feira, em Florianópolis.

Considerando-se o retrospecto do clube catarinense, que antes do início desta rodada era de cinco vitórias consecutivas, a tarefa bugrina de recuperação será difícil. 








Incerteza do Guarani gera queda de público nos jogos em Campinas




Qual a probabilidade de reação do Guarani contra o Operário (PR), a partir das 17h deste sábado, em Campinas?

Que pergunta difícil! Após ter sofrido goleada por 3 a 0 para o Mirassol, citei que uma eventual reabilitação, diante do Operário, estaria condicionada a uma melhoria de rendimento em torno de 200%.

Como melhorar uma equipe tão limitada, como a do Guarani?

Eis a pergunta a ser repassada ao comandante técnico Júnior Rocha.

QUEDA DE PÚBLICO

No Paulistão, na estreia do Guarani em Campinas, o torcedor bugrino até acreditou em campanha satisfatória, com a presença total de 7.748 torcedores no Estádio Brinco de Ouro, no empate sem gols com o São Bernardo.

A desastrosa campanha naquela competição, e o claro risco de rebaixamento à Série A2 do Paulista, mexeu com o torcedor que se fez presente naquele jogo decisivo contra os reservas do Bragantino, com 6.146 pagantes e 1.362 não pagantes, e alívio com a vitória por 1 a 0.

CHAPECOENSE

Veio a Série B do Brasileiro e, no reformulado elenco, o Guarani iniciou a competição com derrota por 2 a 0 para o Vila Nova, em Goiânia.

Nem por isso o torcedor bugrino esmoreceu e 3.674 pagaram ingressos na estreia em Campinas, e viram a derrota por 1 a 0 para a Chapecoense, em jogo marcado por 731 não pagantes e o adversário atuando com um homem a menos desde os primeiros minutos de partida.

Aí, como a equipe não dava mostras de recuperação, o bugrino foi se desanimando.

Se contra o América Mineiro o público total foi de 2.858 torcedores, diante do Paysandu aumentou muito pouco: 2.997, distribuídos em 2.331 pagantes e 666 não pagantes.

Dá pra apostar em aumento de público para a tarde/noite deste sábado, contra o Operário?

SEM ÍNDIO

Se há uma certeza para esta partida, ela deve ser atribuída ao Operário, que inegavelmente será reforçado.

Como assim?

Ora, o volante Índio - ex-Guarani - está suspenso.

Convenhamos, então, que a ausência dele é sinônimo de reforço para o Operário.

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