Bugrino que conferir o Goiás nesta quarta, de certo verá a sexta partida de Régis no ano
Traves do campo do Guarani eram surrupiadas e usadas como lenha
Sobre Ponte Preta, vamos combinar o seguinte: quando a cartolada conseguir o dinheiro - uma exigência de treinadores que negociam com o clube - a gente volta a tocar no assunto.
Mudemos, então, para o lado do Guarani e sem repercussão sobre o evento de lançamento de camisa do clube, na sede do 'Careca Sport Center', na noite desta quinta-feira.
O assunto é uma materia 'fria' sobre os primeiros anos do Guarani.
FATOS CURIOSOS
Fugindo daquelas informações cotidianas, reservei esse espaço para reprodução de fatos curiosos sobre o Guarani.
Relendo com atenção a primeira edição do livro A história do Guarani F.C., produzido pelo grupo TABA (Torcedores Amigos Bugrinos Associados), a constatação é que chamam a atenção.
Sim, eu sei que o aniversário do clube é dois de abril, e que supostamente o assunto estaria fora de foco para o momento.
Todavia, como fatos do início do século passado foram enumerados na publicação, vale a pena recapitulá-los.
Você sabia que em 1911 Campinas contava com 38 mil habitantes na área urbana?
À época, os lampiões de gás nas ruas foram substituídos por luz elétrica, através da Companhia Campineira de Tração, Luz e Força.
Transporte público em bairros mais distante eram disponibilizados por oito linhas barulhentas de bondes, puxados por burros.
GUARANY COM 'Y'
Provavelmente, muitos bugrinos desconhecem que, na ata de fundação do clube, o nome constante era Guarany Foot-ball Club.
Qual o primeiro campo de futebol do Guarani?
Foi feito na Vila Industrial, com acesso pela Rua Franscisco Teodoro.
E você sabia que associados pegaram em enxadas para cortar o mato?
Foi assim que fizeram um campo de terra batida.
E mais: as traves montadas eram de bambus e provocavam tremenda dor de cabeça a cada final de semana, quando a turma aparecia pra jogar.
BAMBUS TRANSFORMADOS EM LENHA
Os bambus eram surrupiados por moradores da redondeza, para utilização como lenha.
Foi preciso intervenção da Prefeitura de Campinas para dar um basta no problema.
A solução foi montagem de traves com trilhos de trens.
ARQUIBANCADAS DE MADEIRA
Agora aquilo que eu vi já no início da década de 60 do século passado, e que bugrinos na 'casa' dos 40 anos de idade desconhecem.
Quem observa aquela montanha de cimentos nas arquibancadas nem imagina o quão perto das traves ficavam os torcedores que optavam pelas cabeceiras de madeira do estádio, principalmente a 'sul'.
Torcedores tinham acesso pela entrada abaixo das vitalícias e depois se espalhavam pelos locais de preferência, boa parte subindo degraus em direção ao alambrado, bem próximos do gramado.
Os relatos são longos e curiosos, mas fiquemos por aqui, certamente mostrando ao bugrino fatos que ele desconhecia.
Danilo foi um 'baita' jogador. Daria certo como treinador da Ponte Preta?
O portal da casa - o FI - informa que a direção da Ponte Preta sonda a hipótese de trazer o treinador Danilo Andrade - aquele ex-meia do Corinthians - para substituir Rodrigo Santana.
Claro que seja quem for o contratado, o clima de turbulência no elenco só será provisoriamente apaziguado com a informação completada de pagamento de pelo menos um mês de salários atrasados dos jogadores.
Sobre Danilo, enquanto treinador, tem-se que ressaltar o bom trabalho realizado no sub-20 do Corinthians, numa evidência que sabe trabalhar com garotos revelados em clubes.
Com profissionais, ainda é uma incógnita, pela curta experiência no Pouso Alegre, de Minas Gerais.
MOLEADA DA PONTE
Resta saber quem, dessa molecada da Ponte Preta, demonstra condição mínima para postular a camisa titular. Pode-se dizer que o centroavante Miguel fez por merecer a titularidade, e recisava de uma sequência de jogos, até porque Pottker não disse até agora porque voltou ao clube.
Quem mais?
Não sei. Em momento conturbado, durante o Paulistão, essa molecada teve chance, mas não se pode assinar convencimento - exceto do atacante Miguel - de nenhum deles.
Aí, remetendo-se direto ao elenco questiona-se: por que essa oscilação do atacante de beirada Luís Phelipe?
O rendimento se restringe apenas em lampejos, ou pode acrescentar bem mais?
Por que ora ficou no banco e entrou em parte do segundo tempo, ora começou jogando e não terminou a partida?
Eis aí um caso que requer explicação.
Ele tem 24 anos e está emprestado pelo Sheriff Tiradpol da Moldávia.
DANILO JOGADOR
Enquanto qualificado meia do Corinthians, Danilo tinha plena visão de jogo e por isso não se descarta a possibilidade de que tenha discernimento de quem é quem nesse elenco pontepretano.
Seja ou que for o novo treinador, o jeito é aguardar a partir desse jogo contra o Botafogo.de Ribeirão Preto, na noite da próxima segunda feira.
Traves do campo do Guarani eram surrupiadas e usadas como lenha
Fugindo daquelas informações cotidianas, reservei esse espaço para reprodução de fatos curiosos sobre o Guarani. Relendo com atenção a primeira edição do livro A história do Guarani F.C., produzido pelo grupo TABA (Torcedores Amigos Bugrinos Associados), a constatação é de fatos curiosos.
Sim, eu sei que o aniversário do clube é dois de abril, e que supostamente o assunto estaria fora de foco para o momento.
Todavia, como fatos do início do século passado foram enumerados, vale a pena recapitulá-los
Você sabia que em 1911 Campinas contava com 38 mil habitantes na área urbana?
À época, os lampiões de gás nas ruas foram substituídos por luz elétrica, através da Companhia Campineira de Tração, Luz e Força.
Transporte público em bairros mais distante eram disponibilizados por oito linhas barulhentas de bondes, puxados por burros.
GUARANY COM 'Y'
Provavelmente, muitos bugrinos desconhecem que, na ata de fundação do clube, o nome constante era Guarany Foot-ball Club.
Qual o primeiro campo de futebol do Guarani?
Foi feito na Vila Industrial, com acesso pela Rua Franscisco Teodoro.
E você sabia que associados pegaram em enxadas para cortar o mato?
Foi assim que fizeram um campo de terra batida.
E mais: as traves montadas eram de bambus e provocavam tremenda dor de cabeça a cada final de semana, quando a turma aparecia pra jogar.
BAMBUS TRANSFORMADOS EM LENHA
Os bambus eram surrupiados por moradores da redondeza, para utilização como lenha.
Foi preciso intervenção da Prefeitura de Campinas para dar um basta no problema.
A solução foi montagem de traves com trilhos de trens.
ARQUIBANCADAS DE MADEIRA
Agora aquilo que eu vi já no início da década de 60 do século passado, e que bugrinos na 'casa' dos 40 anos de idade nem imaginam.
Quem observa aquela montanha de cimentos nas arquibancadas nem imagina o quão perto das traves ficavam dos torcedores que optavam pelas cabeceiras de madeira do estádio, principalmente a 'sul'.
Torcedores tinham acesso pela entrada abaixo das vitalícias e depois se espalhavam pelos locais de preferência, boa parte subindo degraus em direção ao alambrado, para ficarem bem próximos do gramado.
Os relatos são longos e curiosos, mas fiquemos por aqui, certamente mostrando ao bugrino fatos que ele desconhecia.
Fugindo daquelas informações cotidianas, reservei esse espaço para reprodução de fatos curiosos sobre o Guarani. Relendo com atenção a primeira edição do livro A história do Guarani F.C., produzido pelo grupo TABA (Torcedores Amigos Bugrinos Associados) a constatação é de fatos curiosos.
Sim, eu sei que o aniversário do clube é dois de abril, e que supostamente o assunto estaria fora de foco para o momento.
Todavia, por teimosia, fatos do início do século passado são enumerados.
Você sabia que em 1911 Campinas contava com 38 mil habitantes na área urbana?
À época, exatamente quando os lampiões de gás nas ruas foram substituídos por luz elétrica, através da Companhia Campineira de Tração, Luz e Força.
Transporte público em bairros mais distante eram disponibilizados por oito linhas de barulhentas de bondes, puxados por burros.
GUARANY COM 'Y'
Provavelmente, muitos bugrinos desconhecem que, na ata de fundação do clube, o nome constante era Guarany Foot-ball Club.
Qual o primeiro campo de futebol do Guarani?
Foi feito na Vila Industrial, com acesso pela Rua Franscisco Teodoro.
E você sabia que associados pegaram em enxadas para cortar o mato?
Foi assim que fizeram um campo de terra batida.
E mais: as traves montadas eram de bambus e provocavam tremenda dor de cabeça a cada final de semana, quando a turma aparecia pra jogar.
BAMBUS TRANSFORMADOS EM LENHA
Os bambus eram surrupiados por moradores da redondeza, para utilização como lenha.
Foi preciso intervenção da Prefeitura de Campinas para dar um basta no problema.
A solução foi montagem de traves com trilhos de trens.
ARQUIBANCADAS DE MADEIRA
Agora aquilo que eu vi já no início da década de 60 do século passado, e que bugrinos na 'casa' dos 40 anos de idade nem imaginam.
Quem observa aquela montanha de cimentos nas arquibancadas nem imagina o quão perto das traves ficavam os torcedores que optavam pelas cabeceiras de madeira do estádio, principalmente a 'sul'.
Torcedores tinham acesso pela entrada abaixo das vitalícias e depois se espalhavam pelos locais de preferência, boa parte subindo degraus em direção ao alambrado, para ficarem bem próximos do gramado.
Os relatos são longos e curiosos, mas fiquemos por aqui, certamente mostrando ao bugrino fatos que ele desconhecia.imagina o quão perto das traves ficavam os torcedores que optavam pelas cabeceiras de madeira do estádio, principalmente a 'sul'.
Torcedores tinham acesso pela entrada abaixo das vitalícias e depois se espalhavam pelos locais de preferência, boa parte subindo degraus em direção ao alambrado, para ficarem bem próximos do gramado.
Os relatos são longos e curiosos, mas fiquemos por aqui, certamente mostrando ao bugrino fatos que ele desconhecia.
Cabe repetir que foi Eberlin o principal responsável pela Ponte Preta estar nesta situação
Que medo essa gente tem do homem que manda e desmanda na Ponte Preta!
Citar por aí que salários dos jogadores precisam ser resolvidos, e isso interfere no rendimento da equipe é chover no molhado. Logo, isso é uma obviedade.
Cadê a coragem para citar nominalmente quem criou essa situação que parece insolúvel, que é o diretor de futebol Marco Eberlin?
Pois ele deveria ser o primeiro a cair fora e abrir espaço a quem tivesse competência para minimizar aquilo que ele arruinou.
Que falta faz uma crônica esportiva com os saudosos Brasil de Oliveira, Jorge Ferreira dos Santos e Sérgio José Salvucci.
Esse trio não assistiria esse estado de coisas com comentários alternativos. Iria direto ao assunto, como faço em nome da coletividade pontepretana.
TORCIDAS ORGANIZADAS
A conivência geral de torcedores das organizadas e de conselheiros do Deliberativo nos remete à tese de tanto faz como fez a situação da Ponte Preta.
Na frieza, não há sentimentos sobre a dor sentida pelo verdadeiro pontepretano, que clama pela saída de Eberlin desse enrosco que provocou.
Que alguém assuma a Ponte Preta e tenha coragem para fazer um levantamento geral, para mostrar com clareza porque o seu clube caiu nesta situação.
Aí, o próximo passo seria iniciar um movimento para tirar o clube do buraco que Eberlin, principalmente, a colocou.
O responsável pelo trauma da Ponte Preta continua intocável
Aí vem a segunda-feira e a constatação é de nada diferente após a derrota da Ponte Preta para o CRB, como se tudo fizesse parte da normalidade.
Mais um dia-a-dia do clube, como se sofrer 14 gols em quatro jogos da Série B do Brasileiro fosse coisa corriqueira.
Não acontece nada que indique pressionar o desligamento do diretor de futebol Marco Eberlin, o principal responsável por essa degringolada do clube.
Claro que a pessoa não se 'manca', não tem o mínimo sentimento pelas dores do verdadeiro pontepretano.
INCOMPETENTE NO FUTEBOL
O senhor é incompetente em todos os aspectos sobre administração de futebol.
Quem pagou salário de R$ 115 mil para o fraco Maguinho, conforme foi informado elo repórter Lucas Rossafa, da Rádio Jovem Pan News-Campinas.
Isso é uma mostra que ele não tem discernimento de quem é quem na bola.
Ficamos sabendo apenas esse despropósito em relação ao Maguinho.
E os outros boleiros bem 'meia boca' que integraram e ainda integram o elenco, qual o salário?
Essa cobrança precisa ser feita para escancarar a desproporção dele em relação ao futebol, infelizmente contando com omissos membros do Conselho Deliberativo.
Cadê o presidente do órgão José dos Armando Abdalla Júnior?
TORCIDA JOVEM
E a Torcida Jovem da Ponte Preta, que foi uma nos tempos dos saudosos Maurício Lombardi e Sidnei Virginelli, e agora é outra.
Quando as suas lideranças vão, de forma ordenada, se manifestar?
Quando vão cobrar, de imediato, uma nova diretoria para o clube?
É inadmissível, sobre todos os aspectos, o futebol da Ponte Preta continuar comandado por um incompetente como Eberlin.
O que fazer quando ele e seus parceiros desaparecerem do cenário do clube?
Conclamar lideranças ativas do clube em busca de algumas providências para tantos desajustes.
PONTEPRETANO MÁRCIO ROSSI
E se no frigir dos ovos a constatação for a impossibilidade pra se dar jeito na casa arruinada, ponderem sobre as repetidas postagens do pontepretano raiz Márcio Rossi.
Ele defende que a Ponte Preta seja modificada: "Infelizmente, que credores se degladiem na Justiça pelo espólio. Ninguém investirá o valor necessário com ou sem Eberlin".
Ponte Preta sofreu onze gols nas três últimas partidas
Um dia um curioso disse que vitória parcial por 2 a 0 é um resultado perigoso.
Talvez ele estivesse de referindo se a vantagem fosse favorável à Ponte Preta.
Vencia o CRB por 2 a 0 até os 47 minutos do primeiro tempo, e permitiu uma virada do adversário por 4 a 2, em jogo realizado em Maceió (AL), na tarde/noite deste domingo.
E como falha a 'zagueirada' da Ponte Preta!
Também esperar o que de quem consegue sofrer 11 gols nos últimos três jogos: 3 a 1 para o Sport, 4 a 1 diante do Londrina e agora 4 a 2 favorável ao CRB.
TRÊS ZAGUEIROS
Adiantou o treinador Rodrigo Santana escalar a equipe com três zagueiros?
Podia ter escalado meia dúzia que ficaria tudo do mesmo tamanho.
Durante esta partida, acidentalmente acontecia o imponderável em relação ao time pontepretano.
Quem, em sã consciência, previa que ela fosse abrir diferença de dois a zero, nas duas únicas chegadas à área adversária?
Primeiro aos 27 minutos, quando o lateral-direito Thalys chegou ao fundo de campo, fez o cruzamento no segundo pau, ocasião que o meia Élvis ajeitou a bola de cabeça para o interior da área, para complemento do atacante David da Hora.
Seis minutos depois, em bola prensada de Diego Tavares com um adversário, ela sobrou para Élvis, que arriscou o chute certeiro, de fora da área, com bola no canto esquerdo da meta adversária: inacreditavelmente 2 a 0.
Só que aos 47 minutos, ainda no primeiro tempo, os insistentes cruzamentos do CRB deram resultado, em decorrência de uma zaga que ao longo da partida permitiu três gols do adversário neste expediente.
GOLS DE MIKAEL
Este primeiro gol do time alagoano foi anotado pelo atacante Mikael, que já havia exigido defesa difícil do goleiro Diogo Silva, pouco antes.
No segundo tempo só deu CRB, que explorou principalmente a vulnerabilidade da marcação pontepretana pelo lado esquerdo da sua defesa
Assim, logo aos 11 minutos, após cobrança de escanteio, Dadá Belmonte cruzou e Mikael voltou a marcar de cabeça, sendo que um minuto antes já havia exigido defesa de destaque de Diogo Silva.
Aquela insistente pressão do CRB resultou em Léo Campos servir Luiz Phellype, que de cabeça virou o placar aos 34 minutos.
E pra arrebentar de vez com a Ponte, o lateral-esquerdo Porfírio foi envolvido com facilidade num ataque do CRB pela direita, e na bola cruzada a 'zagueirada' da Ponte ficou marcando o vento, do quer aproveitou Luiz Phellype para marcar o quarto gol, aos 49 minutos.
Em atuação sólida, Guarani conquista vitória incontestável sobre o Barra
A sólida atuação do Guarani na vitória por 2 a 0 sobre o Barra, em Santa Catarina, na tarde/noite deste sábado, foi uma clara amostragem que, caso ratifique essa performance, vai entrar decididamente não disputa pelo acesso nesta Série C do Brasileiro.
Consciente na recomposição defensiva, acerto de passes jamais visto nesta temporada, e fluxo na organização de contra-ataques foram o receituário da melhor atualização da clube na competição.
Embora o Barra tenha desperdiçado duas reais lances de gols durante o segundo tempo, coloquem na conta do goleiro Caíque França duas importantes defesa no início da partida, quando time bugrino ainda estava em fase de arrumação.
Tem-se que reconhecer que após o Guarani estabelecer a vantagem de 2 a 0 ainda no primeiro tempo, teve sabedoria para colocar em prática uma postura tática de esfriar o jogo e usar a ofensiva quando claramente os espaços apareciam para ser explorados.
Logo, se no segundo tempo não chegou a criar chances reais de gols, o adversário não soube explorar dois únicos vacilos de marcação bugrino, quando o atacante Bernabé não teve competência para concluir.
DEFESAS DE CAÍQUE FRANÇA
Foi um primeiro tempo em que o goleiro Caíque França praticou defesas qualificadas em finalização aos dois minutos em cabeçada de Tetê, para, três minutos depois, em um sem pulo de Gabriel Silva.
Já o Guarani intercalou chance de gol em contra-ataque e bola finalizada para fora através do atacante Guilherme Cachoeira.
Em seguida, como o volante Carlos Eduardo teve postura mais ofensiva, acertou chute com efeito, logo aos oito minutos, e abriu o placar favorável ao Guarani.
Como o Guarani adotou postura de 4-4-2, com Isaque no lugar de Hebert, houve solidez defensiva na rápida recomposição, de forma que raros espaços formam oferecidos ao Barra.
Além disso, o Guarani teve fluência no toque de bola e elevado acerto em trocas de passes.
Como o Barra joga com linhas avançadas, ofereceu espaços bem aproveitados pelo Guarani, em contra-ataques.
E nas raras vezes que o Barra furou o bloqueio defensivo do Guarani, voltou a aparecer o goleiro Caíque França, aos 43 minutos, quando defendeu chute do meia Gabriel Silva.
GOL DE JONATHAN COSTA
Aí, aos 47 minutos, em descuido da defensiva do Barra no primeiro pau, em falta favorável ao Guarani pela direita, através de Carlos Eduardo, o zagueiro Jonathan Costa se antecipou à marcação e empurrou a bola para o gol, no canto esquerdo.
Eberlin é o grande culpado pela desastrosa situação da Ponte Preta
Ao afastar temporariamente o meia Bryan Borges do elenco pontepretano, o diretor de futebol Marco Eberlin dá um tiro no pé.
Mesmo que tivesse havido desrespeito do atleta no bate-boca, durante discussão de salários atrasados, não se pode punir a Ponte Preta, tirando de cena o seu principal jogador do momento.
Bryan pode até ter se alterado na áspera discussão, mas estava de 'saco cheio' devido às repetidas promessas, não cumpridas, de quitação de salários atrasados.
Reflexo do assunto é que os jogadores David Braz e Saravia já pediram rescisões de contratos, com tendência que mais atletas possam acompanhá-los na decisão.
EBERLIN É O CULPADO
Ora, quem deveria ser imediatamente afastado da Ponte Preta é Eberlin, o principal responsável pelo clube estar a caminho da cova.
Foi na gestão dele, enquanto presidente, que explodiu essa armadilha financeira que parece incontornável.
Cadê o presidente do Conselho Deliberativo do clube, José Armando Abdalla Júnior, que assiste esse terrível momento calado, ignorando o sofrimento do verdadeiro pontepretano.
Já passou da hora de convocar o órgão que comanda, para que os membros se manifestem sobre caminhos alternativos para amenizar a situação.
Pois saiba, Abdalla, que alguns clubes do interior paulista levaram enorme tombo por falta de medidas preventivas de conselheiros.
Ou o senhor desconhece as situações de Paulista de Jundiaí, Comercial de Ribeirão Preto, XV de Jaú e União São João de Araras, entre outros?
TREINADOR QUERIA SAIR
Após a vexatória goleada sofrida para o Londrina, por 4 a 1, em Campinas, na noite de segunda -feira, o treinador da Ponte Preta, Rodrigo Santana, pediu demissão, mas a cúpula do futebol o teria persuadido a continuar na função.
Aqui já foi citado sobre a incerteza de quem participa do planejamento do futebol do clube em jogos desta Série B do Brasileiro.
O treinador tem autonomia total no comando, ou os palpiteiros de plantão participam e não assumem a responsabilidade?
Enquanto tem bate-boca de boleiros com Eberlin, registro para um churrasco entre membros da comissão técnica com dirigentes.
Evidente que o assunto principal foi atraso de salários dos jogadores.
Custo é bem caro para colecionadores do álbum de figurinhas da Copa do Mundo
Pra não dizer que a gente ignora comentários de assuntos relacionados à Copa do Mundo, você, pai, já se deu conta de quantas figurinhas constam no álbum específico?
Saibam que são 980 diferentes, divididas em 112 páginas das 48 seleções participantes.
Aí o seu filho diz que vai fazer a coleção, e você vai à banca de jornais ou tantos outros locais que disponibilizam o 'produto', sem se dar conta do custo.
PACOTINHO CUSTA R$ 7
Então fique ligado, porque o tipo de álbum mais barato custa R$ 24,90.
Para cada pacotinho, com sete figurinhas, você paga R$ 7.
Se não ocorressem repetições de figurinhas, o custo delas ficaria em R$ 980.
Como irremediavelmente as repetições aparecem aos montes, quanto você vai gastar para dar alegria ao seu filho?
Claro que o relacionamento entre a garotada implica na troca das tais figurinhas repetidas, mas certamente o custo dessa brincadeira vai passar bastante de R$ 1 mil, que nos dias de hoje pesam nos bolsos da gente.
TEMPOS DO 'BAFINHO'
Será que a molecadinha de hoje tem conhecimento das antigas brincadeiras do 'bafinho'?
Pois elas consistem em duas pessoas participando de uma disputa, em que cada competidor coloca três figurinhas no chão, nos avessos.
Aí, a disputa implica no revezamento de cada um para batida com a mão nas figurinhas do monte, com intenção que elas virem de lado e exponha os rostos dos atleta.
Quem obtém sucesso na batida recolhe todas as figurinhas que viraram de lado.
Décadas passadas, marmanjos - adeptos de jogatinas - transformavam a disputa pra valer, em dinheiro.
Logo, a lembrança poderia inspirar repórteres esportivos da atualidade para resgaste de uma pauta curiosa.
á Á é í ó ú , à p ç P à :
Á É Í Ó Ú ; : Ç
Série C do Brasileiro está embaralhada após a sétima rodada
Já que a gente prega no deserto sobre Ponte Preta, nada a ver com os tempos de cronistas como Sérgio Salvucci, Jorge Ferreira dos Santos, Brasil de Oliveira e Antonio Carlos de Júlio. Então, mudemos de assunto.
A improbabilidade da atual Série C do Brasileiro chega a impressionar.
Ao final desta sétima rodada, clubes que até então dormiam 'acomodados' nas primeiras posições, tropeçaram.
Assim, deram chances para avanços de vários outros um pouco mais atrás.
Derrotas de Paysandu, Amazonas, Brusque e Guarani provocaram embaralhamento na classificação, com reduzida diferença de pontuação do primeiro ao 13º colocado.
Se o Paysandu divide a liderança com o Brusque, atingindo 14 pontos, vejam que o 13º é o Barra, com dez pontos.
Portanto, uma diferena de apenas quatro pontos.
Se o bugrino ainda custa a entender como o seu clube perdeu em casa para o Ituano por 3 a 1, então se conforme com aquilo que aconteceu na rodada.
RESULTADOS INESPERADOS
O mesmo Maringá, que foi impiedosamente goleado elo Guarani por 5 a 0, em seu 'fortim - como se dizia antigamente - descontou em cima do Ypiranga, ao goleá-lo or 4 a 1, em Erechim (RS).
O então credenciado Amazonas perdeu do Floresta por 3 a 2, enquanto o Busque acabou derrotado por 1 a 0 para a Ferroviária.
A invencibilidade do Paysandu foi 'para o espaço' com a derrota diante do Caxias por 2 a 0.
Eis que a Inter de Limeira recupera-se da derrota em casa para o Santa Cruz, ao surpreender o Botafogo na Paraiba por 1 a 0, na segunda-feira.
E quem supunha que o Itabaiana fosse a Santa Catarina e vencesse o Figueirense por 1 a 0?
O Anápolis, um dos rabeiras da competição, com quatro pontos, endureceu para o Barra e empatou no final, atuando em seus dominios?
SANTA CRUZ GANHA POSIÇÕES
Quem comemorou a rodada foi o Santa Cruz, que fez o dever de casa ao derrotar o Volta Redonda por 2 a 0.
Ele acumula a segunda vitória consecutiva, após surpreender a Inter, em Limeira, e vendê-la por 2 a 1.
GUARANI EM SANTA CATARINA
Agora, o desafio do Guarani é se recuperar do tropeço diante do Ituano, a partir das 17h do próximo sábado, diante do Barra, em Santa Catarina.
Naquele Estado, o Barra registra goleada sobre o Maranhão por 3 a 0, e empates diante Inter de Limeira e Caxias, por 2 a 2 e 0 a 0, respectivamente.
Cabe recapitular que a competição é realizada em turno único, que vai se arrastar até 30 de agosto, ocasião que o Guarani recepcionará o Brusque.
Pelo regulamento, os oito melhores classificados vão participar, na seguda fase, de dois quadrangulares, ocasião que os dois melhores de cada grupo vão garantir acesso à Série B do Brasileiro.
Comissão técnica da Ponte Preta comete erros absurdos e fica tudo por isso mesmo
Tem mais um transfer ban contra a Ponte Preta. E a situação, que já estava arruinada, fica ainda pior.
Questiona-se por que aquela então barulhenta Torcida Jovem da Ponte Preta de repente decidiu se silenciar?
Por que essa abrupta mudança de comportamento?
Claro que ninguém está cobrando reações anormais, mas como justifica essa mudança de postura?
E não há uma movimentação ordeira para enquadrar dirigentes de primeiro escalão.
Se pensassem no clube e não neles, teriam a humildade de admitir a incompetência e abririam espaço para quem se dispusesse fazer algo diferente.
Vinte quatro horas se passaram após o desastre diante do Londrina e nenhuma decisão que resultasse na demissão do treinador Rodrigo Santana.
Essa condescendência provoca desconfiança de que o treinador não seja absoluto nas decisões.
Se Rodrigo Santana tivesse plena autonomia na organização do planejamento para a partida de segunda-feira, seria inadmissível aceitar, sem contestação, várias posturas equivocadas dele e seus parceiros?
LATERAL-DIREITO JULIO
Como justificar a escalação do garoto Júlio, sabendo-se da deficiência dele na marcação e falta de coordenação quando avança?
Isso apesar do reconhecidamente que atletas da posição, como Thalys e Justen, não têm convencido.
Então o que fazer?
Já sugeri aqui o recuo do atacante de beirada Diego Tavares, que tem velocidade para fazer a transição e está habituado à marcação.
Logo, a possibilidade de adaptação é real.
TRÊS VOLANTES
Rodrigo Santana montou a equipe contra o Londrina com três volantes, sem projetar que, apesar disso, ficaria buraco no setor.
Então discute-se de que forma a bola poderia chegar qualificada ao ataque sem a devida transição dos laterais e com volantes sem aptidão para organização de jogadas?
Jamais estaria sugerindo a escalação do meia Élvis, que se descuidou totalmente da parte física e tem 'andado literalmente' em campo.
POTTKER E MIGUEL
Será que só eu insisto que o centroavante Pottker não faz por merecer espaço entre os titulares?
O que ele está acrescentando?
Qualquer treinador que não se deixa levar pelos comentários já teria dado camisa para o garoto Miguel, que tem mostrado melhor rendimento no pouco tempo que permanece no gramado.
Questiona-se porque o coordenador de futebol João Brigatti é conivente com tudo isso, assim como o diretor de futebol Marco Eberlin?
Será que não estão enxergando coisas evidentes, ou ambos dão lá os seus palpites de como fazer o planejamento para cada partida?
O que se viu no segundo tempo do jogo contra o Londrina, com desarrumação injustificável no setor defensivo, claramente era assunto para bilhete azul desta comissão técnica do clube.
á Á é í ó ú , à p ç P à :
Á É Í Ó Ú ; : Ç
Ciclo de Rodrigo Santana na Ponte Preta deveria ter terminado nesta segunda-feira
Se a Ponte Preta já está uma bagunça fora de campo, com promessas não cumpridas de pagamentos de salários atrasados dos atletas, a desordem foi repassada de vez para o gramado.
Assim se explica a inesperada goleada de 4 a 1 sofrida para o Londrina, em Campinas, na noite desta segunda feira, no complemento da nona rodada da Série B do Brasileiro.
Durante o primeiro tempo a Ponte perdia por 1 a 0, aos trancos e barrancos, com bola do volante Tárik chutada na trave e indefinições dos atacantes Pottker e David da Hora para definir arremates em chances claras de gols.
DESARRUMAÇÃO TOTAL
Todavia, após o intervalo, 'imperou' o amadorismo do comando técnico.
Esse negócio de desguarnecer o sistema defensivo em troca por atacantes provocou desarrumação geral, oferecendo-se espaços para o Londrina usar velocidade em contra-ataques e assim facilitar as conclusões.
Inadmissível a equipe pontepretana sair abruptamente ao ataque, após o intervalo, resultando num claro convite a ser explorado pelo adversário.
Quem foi o culpado pela desordem?
GABRIEL REMÉDIO OU RODRIGO SANTANA?
O técnico interno Gabriel Remédio, que teria feito coisas da cabeça dele, ou o suspenso Rodrigo Santana dava palpites sobre o que fazer, no contato com o mensageiro Edson Abobrão, que estava no banco de reservas?
Nesta bagunça sem precedentes nesta temporada, o principal culpado é Rodrigo Santana, que ofendeu o árbitro quando de sua expulsão em rodadas anteriores, e isso implicou em suspensão de dois jogos.
Como foi Santana quem definiu quem seria titular nesta partida e errou nas escolhas, resta saber se teve participação decisiva nas trocas.
Seja como for, ficou claro que ao término deste vexame Santana deveria tomar iniciativa de apanhar o seu boné e cair fora.
Se assim não proceder, que a diretoria de futebol do clube tome a iniciativa.
TRÊS VOLANTES E BURACOS
Escalar três volantes durante o primeiro tempo e o time ainda deixar claros buraco no setor teria que ser bem avaliado.
Que foi um erro crasso as escolhas, os fatos falam por si só.
Depois, quando se procede mudanças, uma delas a entrada do meia Élvis, fica claro que a decisão foi apenas uma satisfação para parte significativa de torcedores e setores da imprensa.
Muito ainda não avaliaram que o atleta atravessa o seu pior momento fisicamente, na Ponte Preta, com claro reflexo na parte técnica.
DEFESAS DE DIOGO SILVA
Nem é o caso de enumerar jogadas que resultaram na 'lambada' do segundo tempo, pois o portal Futebol Interior detalha tudo isso.
Tem-se que acrescentar que não fossem defesas importantes praticadas pelo goleiro Diogo Silva, o placar do jogo seria ainda mais dilatado
CADÊ VOCÊ
A coluna doméstica Cadê Você está de volta nesta semana, e o personagem é o já falecido Mário Sérgio Pontes de Paiva, uma das 71 vítimas fatais daqueles acidente aéreo que conduzia a delegação da Chapecoense à Colômbia, há quase dez anos.
Ele já havia encerrado a carreira de atleta e treinador, e atuava como comentarista do canal Fox Sport.
Mário Sérgio teve rápida passagem pela Ponte Preta em 1983, juntando-se aos meias Dicá e Jorge Mendonça.
Da mesma forma que foi um 'cracasso', o histórico dele mostra rebeldia, como recorda a matéria que você pode conferir no link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ .
Falhas do goleiro Caíque França foram determinantes para a derrota do Guarani
Quando o árbitro Artur de Moraes Fernandes apitou o encerramento da partida deste domingo, no Estádio Brinco de Ouro, a torcida bugrina vaiou a equipe, após a derrota por 3 a 1 para o Ituano.
Torcedor é passional e isso precisa ser entendido.
Teria o Guarani jogado mal? Não.
Deixou de se esforçar o suficiente em busca de melhor sorte? Também não.
Mesmo sem mostrar o rendimento que dele se esperava, temos que convir que o Guarani não fez por merecer uma derrota com diferença de dois gols.
E isso resultou em perda da invencibilidade na Série C do Brasileiro e queda para a sexta colocação.
BOLAS NA TRAVE E CAÍQUE FRANÇA
Chances de gols foram criadas.
Por duas vezes a bola explodiu na trave do Ituano, em cabeçadas do atacante Maranhão e zagueiro Rafael Rodrigues. Aí, quem iria imaginar que o regularíssimo goleiro Caíque França fosse o responsável por falhas em dois dos três gols do Ituano, nas poucas vezes que foi exigido?
Se é que cabem críticas, deve-se enumerar os laterais-direitos Yan Henrique e Ynaiã, que se revezaram durante a partida; o meia Diego Torres, que continua mostrando aquela costureira nulidade; e os centroavantes Maranhão e Lucca, anulados com facilidade.
PRIMEIRO TEMPO DE TRÊS GOLS
Pela cronologia recomendável, fixemos inicialmente no primeiro tempo, com gols em decorrência de falhas de ambos os lados.
Na primeira finalização do Ituano, o goleiro bugrino Caíque França espalmou para escanteio.
Na cobrança, aos 15 minutos, o volante GW ganhou a disputa na pequena área do zagueiro Maurício Antônio, e colocou o Ituano em vantagem.
Até então, o Guarani tinha mais presença ofensiva e explorava o campo molhado para arriscar arremates de média distância.
Todavia, oferecia espaços para o Ituano contra-atacar. E em mais uma das chegadas, ele teve escanteio ao seu favor, com cobrança pelo lado esquerdo, aos 42 minutos.
Na ocasião, que goleiro Caíque França saiu mal da meta e rebateu a bola nos pés do atacante Neto Berola, que empurrou a bola para a rede.
FRANGAÇO DE WESLEY
Como o Guarani insistiu no ataque e abusando de cruzamentos, em um deles, pela esquerda, em direção do segundo pau, numa cabeçada fraca do volante Nathan Melo, o goleiro Wesley, do Ituano, sofreu um frangaço, aos 47 minutos, com bola entre as pernas.
OUTRA FALHA DE CAÍQUE FRANÇA
Foi um segundo tempo de volume intensivo do Guarani, com o Ituano se defendendo como podia, no objetivo de administrar a vantagem de 2 a 1 do primeiro tempo.
Entretanto, numa das raras jogadas ofensivas de lucidez do Ituano, o centroavante Bruno Mezenga fez o chamado corta luz, visando a chegada na bola para o arremate de seu parceiro Alason Carioca.
Foi um chute relativamente fraco, plenamente defensável, mas outra falha gritante de Caíque França serviu para consolidar a vitória do Ituano, aos 28 minutos.
Foi o período em que o Guaraní chegou a marcar gol, mas a arbitragem flagrou corretamente a posição de impedimento de Hebert.
Foi-se o tempo de clube visitante ter desvantagem nos jogos
Aí você observa a tabela de jogos de seu clube, nos respectivos campeonatos, e ainda mantém aquela conversa antiga, ao seu interlocutor, sobre dificuldades na busca de resultados positivos enquanto visitante.
Acorde aí, rapaz!
Isso era conversa de outros tempos, quando jogar na casa do adversário era aterrorizante e havia contemplação quando se trazia o empate.
NÁUTICO ENFIA SEIS NO OPERÁRIO
Caso você ainda insistir na conversa fiada do peso de campo e torcida favorável ao mandante, então alguém precisa lhe prestar devidas informações.
Saiba que o Náutico foi a Ponta Grossa, no interior paranaense, para enfrentar o Operário, ficou em desvantagem no placar, logo no início da partida, para depois conquistar histórica goleada por 6 a 2, pela Série B do Brasileiro.
Aonde entra a 'prosa' de fatores campo e torcida?
MARINGÁ DÁ TROCO NO YPIRANGA
Esse jogo foi nesta tarde/noite deste sábado, ocasião que o tão criticado Maringá - após sofrer goleada em casa para o Guarani - foi a Erechim e deu o troco no Ypiranga, ao goleá-lo por 4 a 1.
Explique isso, você que ainda vê peso 'extraterrestre' quando o seu clube está na condição de visitante.
á Á é í ó ú , à p ç P à :
Á É Í Ó Ú
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