Bugrino que conferir o Goiás nesta quarta, de certo verá a sexta partida de Régis no ano
á Á é í ó ú , à p ç P à :
Á É Í Ó Ú ; : Ç
Ex-zagueiro Fabão, uma história de títulos
Diferentes histórias no futebol mostram carreiras de atletas que vão da glória ao ostracismo nos últimos anos de sua trajetória. E um dos claros exemplos neste contexto é o ex-zagueiro Fabão, que foi acumulando títulos estaduais desde o início da carreira no Bahia, em 1998, e nos dois anos seguintes bicampeão pelo Flamengo, além da Copa Mercosul. Logo, despertou interesse do Bétis, da Espanha, e lá participou da conquista do Troféu Ramón de Carranza.
De volta ao Brasil e no Goiás, mais um bicampeonato em 2002/03. Se tudo já se mostrava valoroso, a predestinação por títulos atingiu o mais alto patamar no São Paulo a partir de 2005, quando emendou o Paulistão, Libertadores e Mundial de Clubes, na vitória por 1 a 0 sobre o Liverpool, no Japão, com gol do volante Mineiro, num time formado por Rogério Ceni; Cicinho, Diego Lugano, Fabão, Ed Carlos e Júnior; Mineiro, Josué e Danilo; Amoroso e Aloísio. Treinador: Paulo Autuori. Depois ainda veio o Brasileirão de 2006.
Até no Japão, pelo Kashima Antlers, comemorou a Copa do Imperador de 2007. Afinal, qual a característica desse Fabão levantador de 'canecos'? Sabia explorar a estatura de 1,87m de altura para ser soberano na bola aérea defensiva. Tinha o tempo para encurtar espaços de atacantes adversários, e na cobranças de faltas de média e longa distância usava força, com relativo aproveitamento.
Em 2008, uma fratura na fíbula da perna direita o distanciou por um período do futebol e, quando acolhido pelo Santos, o rendimento já não foi o mesmo, e assim teve curta passagem pelo Guarani, transferiu-se ao Henan Jianye, da China, e no retorno, em 2012, deu início à estrada da volta no futebol pelo Comercial de Ribeirão Preto, Sobradinho até a última passagem pelo Goianésia, na disputa da Série D do Brasileirão, em 2014.
José Fábio Alves Azevedo é natural de Vera Cruz e em junho próximo vai completar 50 anos de idade. Ele fixou residência em luxuoso condomínio Alphaville, em Goiânia, cidade natal de sua esposa - que é irmã da mulher do ex-volante Josué, dos tempos de São Paulo.
Como optou por viva fora do futebol, hoje diverte-se como faixa-preta de jiu-jitsu, modalidade esportiva que foi atraído quando da passagem elo Sobradinho, no Distrito Federal. Também empresaria atividades nos ramos da construção civil, ferragens e adega de vinho.
Castanhol repetiu desorganização na derrota para o Paysandu
Um domingo com produção de duas colunas.
Na anterior, registro da importância do volante Léo Naldi na vitória do Novorizontino sobre o Santos por 2 a 1.
Quando escancarei aqui que o Castanhal se equivale a clubes da Série A2 do Campeonato Paulista, houve certa desconfiança de alguns que só receberam a informação no espaço do Blog do Ari, no portal Futebol Interior.
Para alguns que desconfiaram do meu comentário, os desafiei que fizessem a comprovação quando enfrentasse o Paysandu, a partir das 17h deste domingo, em canais alternativos no YouTube.
AS MESMAS DEFICIÊNCIAS
A vitória do Paysandu sobre o Castanhal por apenas 1 a 0 não significa como foi o retrato do jogo, principalmente durante o primeiro tempo.
O intenso volume do Paysandu - devido as claras limitações do Castanhal - implicou na exigência de três defesas de registros do goleiro Tom, bola no travessão, até que o gol saiu apenas aos 49 minutos, através do centroavante Ítalo.
CHUVARADA NO SEGUNDO TEMPO
Durante o intervalo, com a chuvarada em Belém do Pará e atraso de cerca de meia hora para o reinício da partida - por problema de iluminação - o gramado ficou bastante pesado e o jogo prejudicado.
Mesma assim, registro para outras duas defesas importantes do goleiro Tom, do Castanhal, gol feito perdido pelo volante Caio Mello, e bola na trave em chute do meia Marcinho, do Paysandu.
A única chance durante toda partida do Castanhal foi em bola mal recuada ao goleiro Gabriel Mesquita, que foi obrigado a praticar oportuna defesa.
Assim, ao eliminar o Castanhal, o Paysandu vai disputar o título paraense contra o Remo, mais uma vez.
VERDADEIRA CARA DO CASTANHAL
Aos desconfiados das informações anteriomente passadas sobre o Castanhal, é uma equipe desestruturada taticamente, com desagrupamento de jogadores em campo, o que implica em espaços para o adversário trabalhar a bola.
O único jogador de relativa criatividade é o meia Romarinho, que não conta com aliados para prosseguimento das jogadas.
Consequentemente, isso facilita o trabalho de desarme da marcação adversária.
Se na partida anterior do Castanhal, contra o Capitão Poços, o lateral-esquerdo Hércules mostrou deficiências na marcação, neste domingo o treinador Guilherme Furtado corrigiu ao escalar Marcos no setor, que deu conta do recado.
COLUNAS SOBRE O EX-ZAGUEIRO FABÃO
Você pode conferir no botão de áudio no link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ um pouco da história do ex-zagueiro Fabão, que atravessou o melhor momento da carreira no São Paulo.
No espaço indicado para a coluna Cadê Você, lembrança da curta passagem dele pelo Guarani em 2010.
Novorizontino apostou na melhoria técnica de Léo Naldi e agora viu o retorno
Quando do processo de reestruturação do elenco do Guarani, no planejamento para esta temporada, indiquei aqui o volante Léo Naldi - ex-Ponte Preta - como jogador que poderia reforçá-lo.
Todavia, o destino dele foi o Novorizontino, que tratou de buscá-lo e ele se transformou numa das principais notícias esportivas deste domingo, ao marcar o gol da vitória de seu clube diante do Santos.
O jogo entre Novorizontino e Santos estava empatado por 1 a 1 até os 49 minutos do segundo tempo, com encaminhamento para a definição do semifinalista do Paulistão através das cobranças de pênaltis, mas Léo Naldi estragou os propósitos dos santistas.
No cruzamento de Vinícius Paiva, pela esquerda, ele parecia um centroavante ao meter a cabeça na bola e levar a torcida de seu clube à loucura.
MELHOROU NO ATAQUE
E por que da indicação de Léo Naldi ao Guarani naquela ocasião?
Porque nos tempos de Ponte Preta, de 2020 a 2024, o estilo dele era típico de volante com atribuição para desarme, e quando se projetava ao ataque, ocupava o espaço pela direita, sem contudo mostrar consistência.
Nas andança por Vitória e Atlético Goianiense, o panorama havia sido o mesmo, mas no ano passado, no Criciúma, surpreendentemente via-se aparições dele nas proximidades da área adversária já mostrando arremates de média e longa distância.
Logo, seria um ingrediente a mais para que o Guarani pelo menos sondasse a contratação dele.
O Novorizontino foi esperto no processo de monitoramento do atleta, e o retorno do investimento não poderia ter sido melhor, neste domingo.
Zagueiro Fabão teve passagem discreta pelo Guarani
Apesar do título da matéria ter feito citação da passagem do zagueiro Fabão pelo Guarani, vamos copiar esses apresentadores de programa de televisão que fazem perguntas óbvias e o indicado para se responder se embaraça todo.
Então vamos lá, bugrinos.
Em que ano Fabão atuou no Guarani?
Não lembra, né?
Seria exagero perguntar quem foi o parceiro dele na zaga bugrina, e qual a pontuação de seu clube no Campeonato Brasileiro?
Fabão chegou ao Guarani em abril de 2010, o seu parceiro de zaga foi Aílson, em ano marcado pelo rebaixamento do Brasileirão, com 37 pontos.
Mais uma perguntinha: você sabia que ele sofreu uma lesão e foi obrigado a deixar o gramado?
Também não.
HOSITALIZADO E CIRURGIA
Houve um choque com um dos parceiros de equipe, ocasião que imediatamente foi transportado ao Hospital Samaritano de Campinas, e lá ficou internado alguns dias.
Por causa do choque no rosto, ele foi submetido a uma cirurgia e ficou um relativo período afastado das atividades.
Fabão se desligou do Guarani em janeiro da temporada seguinte, ao se transferir para o Henan Jianye, da China, mas retornou em 2012, com mais dois anos de carreira no Comercial de Ribeirão Preto, Sobradinho e Goianésia.
VÁRIOS TÍTULOS
Quando se impunha na zaga pela capacidade de desarme, soberano no jogo aéreo com seu 1,87m de altura e chute forte em cobranças de faltas, Fãbão colecionou títulos desde 1998.
Foi assim no Bahia, Flamengo, Bétis da Espanha, Goiás, até ser campeão do mundo pelo São Paulo, em 2005.
José Fábio Alves Azevedo é natural de Vera Cruz, em junho próximo vai completar 50 anos de idade e está radicado em Goiânia.
Lá diverte-se como faixa-preta de jiu-jitsu e empresaria atividades nos ramos da construção civil, ferragens e adega de vinho.
Falhas do goleiro Cleiton facilitam a vitória do São Paulo
Enquanto o Departamento de Futebol do Bragantino não tiver a percepção que o goleiro Cleiton não é confiável, o clube vai continuar penando.
Isso se repetiu na derrota para o São Paulo por 2 a 1, na noite deste sábado, em Bragança Paulista, quando ele cometeu falhas dos dois gols são-paulinos, pela fase quartas-de-final do Paulistão.
No primeiro gol são-paulino, aos 40 minutos do primeiro tempo, ele rebateu bola plenamente defensável, para o campo de jogo, em cruzamento rasteiro do lateral-direito Lucas Ramon.
Foi quando o são-paulino Bobadilha aprovou o rebote e empurrou a bola para as redes.
No início da jogada houve hesitação do lateral-esquerdo Juninho Capixaba, que permitiu a infiltração de Lucas Ramon.
A rigor, foi a primeira vez que o São Paulo ameaçou a meta do Bragantino, que antes disso só não saiu à frente do placar porque, no arremate de Gustavinho, a bola tocou no poste esquerdo, aos 33 minutos.
SEGUNDO GOL DO SÃO PAULO
Quando o tricolor paulista aumentou a vantagem, aos sete minutos do segundo tempo, o goleiro Cleiton ficou apenas espiando a bola alçada na pequena área, em cobrança de falta de Danielzinho.
Também houve hesitação da zaga do Bragantino no lance, pois permitiu o toque de cabeça de Luciano para o arremate do atacante Lucas.
Portanto, todo o cenário de equilíbrio das equipes foi desfeito com a vantagem são-paulina no placar.
Até então, as equipes haviam colocado em prática estilo bem semelhante.
De posse de bola, procuraram priorizar jogadas de velocidade, mas esbarravam na igualmente rápida recomposição quando atacados, com predominância dos compartimentos defensivos.
ADMINISTRAR A VANTAGEM
Como se esperava que o Bragantino fosse se lançar decisivamente ao ataque, para tirar a diferença, o São Paulo se preocupou mais em administrar a vantagem, tanto que o seu treinador Crespo adotou a postura de mais um zagueiro, com a entrada de Ferraresi.
E quando o goleiro Rafael, do São Paulo, praticou defesa difícil em cabeçada de Juninho Capixaba, após cobrança de escanteio, Gustavo Marques ganhou a disputa pelo alto e, na cabeada certeira, colocou a bola no canto direito, aos 27 minutos.
Depois disso, apesar da pressão do Bragantino, o São Paulo sustentou a vitória que lhe garante na etapa semifinal do Paulistão.
Do fraco Castanhal, o mínimo que se espera é que o Guarani vença naturalmente
Bastaram alguns minutos para conferir a pobreza de futebol do Comercial de Ribeirão Preto, na derrota em seus domínios para o Taquaritinga, por 1 a 0, para ficar espantado.
A perplexidade foi observar um treinador experiente como Roberval Davino entrar naquela enroscada, que implicou em sua demissão.
E tratava-se de jogo da quarta divisão do futebol paulista, onde o Comercial divide com o Nacional (SP) a última colocação comum ponto.
E por que esse preâmbulo?
FUTEBOL POBRE DO CASTANHOL
Pra avisar você, torcedor bugrino, que o Castanhal, adversário de seu clube na Copa do Brasil, se difere do Comercial apenas porque os seus jogadores são mais competitivos, correm mais.
As fragilidades do Castanhal você vai conferir contra o seu Guarani no jogo da próxima quarta-feira, no Pará, a partir das 15h30, com transmissão pelo canal ESPN.
Logo, qualquer outro resultado que não seja uma confortável vitória, a bomba tem que estourar nas costas de alguém.
Essa equipe do Castanhal mais parece um 'catado' de última hora do que qualquer outra coisa.
É um time condicionado à correria, exceto o centroavante Jorginho, que lembra o boleiro da posição, no passado, que voltava andando quando a sua equipe perdia a posse de bola.
Nem precisei assistir mais do que meio tempo desta partida, na vitória por 1 a 0 sobre o Capitão Poço, na manhã de quinta-feira, pelas quartas de final do Campeonato Paraense.
Por sinal, como pode um jogo que valia vaga à semifinal do Campeonato Paraense ser realizado a partir das 10h de quinta-feira?
AMONTOADO DE JOGADORES
A constatação clara foi não povoar coordenadamente o meio de campo e coloca um amontoado de atleta na sua área para interceptar cruzamentos.
É um time que exagera em picotar o jogo, o que vai exigir arbitragem enérgica.
O único jogador com alguns recursos técnicos é o meia Romarinho, mas ele carece de companheiros habilitados para sequência das jogadas.
Um buraco que o Guarani deve explorar é em cima do limitado lateral-esquerdo Hércules, que perdeu várias jogadas na corrida, fato que recomenda a escalação do atacante bugrino Mirandinha em cima dele.
Se da imprensa de Campinas, a minha experiência de décadas passadas recomendou que antecipasse essas informações para você, torcedor bugrino, o mínimo que se espera é que a comissão técnica bugrina tenha a mesma visão do que a minha.
Se o Guarani está de freio puxado com Matheus Costa, por que não recontratam Marcelo Fernandes
O amigo Renato Baldin, companheiro de futebol varzeano de Campinas, em décadas passadas, me questionou para que indicasse um treinador de melhor capacidade que Matheus Costa para assumir o Guarani.
De certo, esta é uma pergunta que parte significativa da coletividade bugrina faz por aí.
Faço uma reflexão e observo treinadores que se encaixariam bem no Guarani - na hipótese da não continuidade de Matheus Costa - e vejo que estão empregados.
Seriam os casos de Cláudio Tencati (Botafogo de Ribeirão Preto), Eduardo Baptista (Criciúma), Daniel Paulista (Goiás) e Thiago Carpini (Fortaleza).
Ora, diante do cenário, caberia os incompetentes cartolas do Guarani admitirem a besteiras que fizeram na precipitada demissão do treinador Marcelo Fernandes e o reconduzirem ao comando do futebol do clube.
CUSTO MENOR QUE DIEGO TORRES
Com certeza, o custo salarial com Marcelo Fernandes seria significativamente inferior aos R$ 130 mil de mês pago ao meia Diego Torres.
Marcelo Fernandes deu mostras, na passagem pela Ponte Preta, que do limão com pouco caldo e possível fazer uma limonada.
A rigor, quando essa cartolada do Guarani ainda ventilava a possibilidade da contratação de Diego Torres, fui o único cronista de Campinas a citar que haveria arrependimento.
Por que tamanha confiança na posição?
Porque o Diego Torres que estavam imaginando não era o mesmo de 2022, no CRB, marcado como condutor de bola que infiltrava-se em defesas adversárias, além da visibilidade para passes que visavam o complemento de jogadas dos centroavantes.
Nas passagens dele pelo Novorizontino, Amazonas e Vila Nova nem de longe lembrou aquilo que havíamos visto no CRB.
RESTRITO A BOLA PARADA
A exemplo do Guarani, nos últimos quatro anos manteve apenas a aptidão para bater bola em cruzamentos, quer nos escanteios, quer nas cobranças de faltas.
Convenhamos: aquém das necessidades de um meia.
A única pessoa de Campinas que fez questão de comungar com a minha opinião, e me telefonou pra dizer isso, foi o ex-presidente do Guarani Beto Zini.
E por que ele assim agiu?
Porque assiste o maior número possível de jogos e tinha verificado essa decadência de Torres.
Portanto, uma 'carta marcada' que não traria o retorno que supunham, e agora precisam ficar a espera de eventuais interessados, com tendência de esbarrar no salario
Mendes continua aquele meia diferenciado ao voltar ao Santa Catarina
Discorrer sobre o que?
Especular sobre o substituto de Marcelo Fernandes no comando técnico da Ponte Preta?
Não!
Antecipar alguma coisa do Castanhal, adversário do Guarani na quarta-feira da semana que vem?
Não tenho a mínima noção sobre o comportamento deste clube do Pará.
O jogo vai ser realizado a partir das 15h, horário inadequado para um meio de semana.
O canal ESPN está anunciando a transmissão ao vivo e, sendo assim, aquele bugrino fanático não precisa se deslocar para tão longe, visando acompanhar a equipe.
MEIA MENDES: DIFERENCIADO
Sobrou como opção para a noite desta quarta-feira conferir o jogo entre Santa Catarina x IAPE, pela Copa do Brasil.
Que opção estranha, você pode pensar!
Nada disso.
Como soube que o meia Mendes resolveu voltar a jogar profissionalmente, e novamente no Santa Catarina, imaginei conferir o atual estágio futebolístico dele.
Começo do ano passado, vendo jogos do Santa Catarina, chamou-me atenção o estilo dele, com privilegiada visão de jogo, para assistência.
E AGORA?
Procure os melhores lances de Santa Catarina 2 x 0 IAPE, nesta quarta-feira, e constate que o Mendes continua o mesmo, tecnicamente.
Claro que no plano físico está abaixo de exigências de competições, e talvez esse tenha sido um dos motivos para não emplacar no Avaí, clube que esteve emprestado para a disputa da Série B do Brasileiro.
Nesta vitória sobre o IAPE, duas assistências dele foram típicas de jogador de Série A do Brasileiro.
No lance que originou o pênalti sobre Alex Gonçalves, que ele mesmo cobrou, propiciou a defesa do goleiro e aproveitou o rebote para marcar o primeiro gol de sua equipe, foi Mendes quem ajeitou a bola de peito para Alex, em lance de puro reflexo.
E Mendes lembrou o saudoso Sócrates com assistência de calcanhar, para colocar um companheiro na cara do gol, em lance mal terminado.
AMADORAZÃO DE SÃO PAULO
O apelido de Mendes é '01 da Várzea', porque na primeira passagem dele pelo Santa Catarina havia saído do futebol varzeano de São Paulo.
Na Série B do Brasileiro do ano passado, o Avaí foi buscá-lo, e sabe-se lá por qual motivo não deu certo, e fez opção de retorno a várzea paulistana, até que o Santa Catarina o convenceu para que voltasse nesta temporada
GOLAÇO DE RENAN HENRIQUE
Desde o ano passado, também pelo Santa Catarina, citei aqui outro jogador com alguns lampejos, mas pecava pela inconstância numa mesma partida, caso do ponta-de-lança Renan Henrique, que o Figueirense o contratou para a Série C, mas lá não deu certo.
Deem uma espiada no gol que ele marcou neste jogo, ao driblar goleiro e zagueiro antes do arremate final.
Será que essa gente dos clubes de Campinas, bem remunerada para observar jogadores, viu tudo isso?
Eu vejo por diletantismo. E eles?
Garotada do sub20 da Ponte Preta foi mal avaliada
Agora vou mexer numa 'ferida' com jeito de imexível na Ponte Preta, chamada Departamento Amador.
Que erro crasso de avaliação cometeu o homem forte do clube, Marco Eberlin, ao imaginar que daria para 'remediar' com garotos recém-saídos do sub20, neste Paulistão.
Ele e companhia se entusiasmaram com as performances do atacante Miguel na Série C do Brasileiro e acreditaram que a molecada corresponderia.
Dirão que não havia outra alternativa, que o transfer ban impediu inscrições de jogadores, e atletas se dispersaram em decorrência de salários atrasados.
Sim, mas teriam que avaliar que vários dos garotos do sub20 foram mal preparados pelos seus comandantes, e alguns deles estão abaixo daquilo que se exige para o elenco profissional.
Logo, não cabe eximi-los totalmente de culpa pelo fracasso.
DRIBLES ATÉ PERDER A BOLA
Foi visto atacante da base com tentativa de sequência de dribles até que a bola fosse perdida.
Quantas vezes um colega se apresentava para receber o passe e o cara com a bola insistia no objetivo de drible?
Quando a Ponte Preta foi derrotada por 2 a 0 para o Capivariano, neste Paulistão, mudei o discurso que não se poder cobrar de garotos inexperientes.
Na ocasião, constatei que cometeram erros de fundamentos que deveriam ter sido corrigidos por seus treinadores na base, um deles Nenê Santana.
Vamos colocar colocar os pingos nos 'is'
Ninguém está dizendo que desses garotos nenhum vai prosperar, mas ficou claro que chegaram neste estágio com defeitos plenamente corrigíveis.
ERROS DE GUSTAVO TELLES
O volante Gustavo Telles ainda não tem o devido tempo de bola, peca bastante no posicionamento e erra quando procura alongar passes.
O lateral-direito Júlio se entusiasma em incursões ao ataque e deixa um buraco nas costas, sem que seja providenciada a devida cobertura.
Logo, deveria ser condicionado sobre o risco, para não se surpreendido.
Portanto, cabe uma reavaliação sobre garotos que possam contribuir no elenco durante a Série B do Brasileiro.
Aqueles que ainda precisam melhorar a preparação técnica-tática deveriam ser emprestados.
Irritado com as críticas recebidas, Matheus Costa fez questão de rebatê-las
Esse empate por 1 a 1 com o Palmeiras, no domingo, serviu para o treinador Matheus Costa, do Guarani, extravasar aquilo que estava enroscado na garganta, sobre as abundantes críticas que tem recebido.
Falou de seus índices de aproveitamento em jogos, que beiram 50% dos pontos disputados nos quase oito meses de clube.
Também se vangloriou de ter escalado três atacantes contra um dos melhores clubes do futebol brasileiro, e exagerou ao citar que o enfrentou em nível de igualdade.
Democracia é isso.
Dá-se a ele o direito de defesa, mas a clara falta visão dele sobre bola rolando e conceitos equivocados em escalações de jogadores é fato indesmentível.
Aqui não e feita é crítica pela crítica. As situações são pormenorizadas, e assim ele pode continuar com a verdade dele que a gente continua com a nossa por aqui.
CHUTÔMETRO SOBRE TIME DO PALMEIRAS
Hoje se faz jornalismo esportivo na base do 'chutômetro' e a maior prova disso foi até a mídia paulistana apostando que o treinador Abel Ferreira escalaria time reserva contra o Guarani.
Aqui foi colocado um ponto de interrogação se o Palmeiras de fato preservaria titulares.
Alertei que antes de definir quem joga, Abel Ferreira analisaria a conjuntura do Paulistão e avaliaria qual seria a suposta vantagem de seu clube terminar a primeira fase na liderança do Paulistão.
Vencendo, estaria clara a possibilidade de suplantar o Novorizontino, no jogo em Bragança Paulista contra o Bragantino.
Ponderei que provavelmente Abel Ferreira usaria titulares como de fato optou pela mesclagem.
Ele projetou que precisaria escapar de Corinthians e São Paulo nas quartas-de-final e o empate foi suficiente para esse principal objetivo fosse alcançado.
Como se previa, a Ponte Preta deixou de arrecadar uma bolada contra o São Paulo
Evidente que eu não escolheria este jogo em que a Ponte Preta foi derrotada pelo São Paulo por 2 a 1, no Estádio Moisés Lucarelli, como prioridade numa rodada derradeira da primeira fase do Paulistão, com jogos no mesmo horário, na noite deste domingo.
Estava esperando para conferir o público pagante deste jogo e a constatação foi de o menor deles nesta temporada.
Foram apenas 3.297 pagantes, considerando-se são-paulinos discretos e infiltrados no estádio.
E só não deve ter sido jogo de prejuízo financeiro porque elevaram os preços de ingressos, proporcionando a renda de R$ 126.510.
Se o jogo contra o Velo Clube, com 4.574 pagantes e renda de R$ 109.650, as despesas totalizaram R$ 75.681, o total líquido à Ponte Preta foi de R$ 33.968,86.
Logo, contra o São Paulo, a proporção seria sobra da arrecadação ao mandante pouco acima disso.
INVERSÃO DE TORCIDA UNICA
Diante do exposto, não seria procedente pelo menos a diretoria da Ponte Preta ter feito gestão com as suas torcidas organizadas e Ministério Público para inversão do direito de torcida única ao São Paulo?
Certamente seria público superior a 12 mil pagantes e com preços de ingressos mais elevados.
Enfim, preferiram não se mexer e ficaram com essa 'mixaria' de dinheiro, considerando-se um jogo contra o São Paulo.
JOGOS COM SÃO BERNARDO E NOROESTE
Na partida diante do São Bernardo, com público atingindo 3.682 pagantes e despesas de R$ 75.54268, sobraram para o clube apenas R$ 12.242,58.
Já na quinta rodada, registro para aquele empate por 2 a 2 com o Noroeste, no único ponto conquistado pela Ponte Preta na competição.
O público foi de 4.014 e as despesas do total arrecado atingiram R$ 74.47504.
Sabe quanto ficou para o seu clube, caro pontepretano?
Apenas R$ 20.574,96.
Guarani surpreende com empate, mas está fora do Paulistão
Na melhor partida do Guarani no Paulistão, quando sustentou o empate por 1 a 1 com o Palmeiras, na Arena Barueri, foi eliminado da competição, pois toda composição de resultados de concorrentes diretos foi contra as suas pretensões.
Pois sirva de exemplo para a boleirada bugrina que a catimba tem preço.
Custou para o goleiro Caíque França ser 'amarelado' pelas ceras feitas durante a partida.
Um esbarrão no centroavante Lucca era 'suficiente' para que que desabasse no gramado e chamasse por atendimento médico.
A boleirada do Guarani só se deu conta de que cera e catimba não assegurariam a classificação quando o surpreendentemente Capivariano ganhou do Botafogo por 1 a 0, em Ribeirão Preto, e 'roubou-lhe' a oitava vaga.
ELOGIOS PARA A DEFESA
Da forma como o sistema defensivo do Guarani foi exigido e soube se segurar, merece elogios.
O Palmeiras pressionou o tempo todo, e quando conseguiu transpor a marcação bugrina, se esbarrou em mais uma partida com defesas significativas de Caíque França, a maior parte delas durante o primeiro tempo.
A rigor, o Guarani levou à Arena Barueri a proposta de se fechar e usar velocidade nos contra-ataques, exatamente porque o Palmeiras adota marcação com linhas altas de sua defensiva.
GOL DE LUCCA
Aí, na primeira chegada ao ataque, o Guarani surpreendeu o Palmeiras e inaugurou o placar.
Numa saída de bola errada do Verdão, o Guarani explorou com arremate do volante Nathan Melo, aos oito minutos, com rebote do goleiro Carlos Miguel.
Como o centroavante Lucca acompanhava a jogada, chegou primeiro na bola e a colocou para as redes.
CHANCES DESPERDIADAS
Depois disso, o Guarani se trancou de vez, pitocou o jogo e assim sustentou a vantagem durante o primeiro tempo, apesar da pressão do Palmeiras, que teve chance do empate.
Aos 15 minutos, em bola rebatida pela zaga bugrina, o atacante Vitor Roque chutou para fora.
Quatro minutos depois, em cabeçada de Maurício, Caíque França praticou a defesa.
Numa das raras escapadas ao ataque do Guarani, ainda no primeiro tempo, Mirandinha cruzou, Guilherme Parede ajeitou de cabeça para o interior da área, e Lucca, desequilibrado na jogada, tocou a bola para fora, aos 25 minutos.
KAUÃ JESUS PERDE GOL FEITO
Logo aos quatro minutos do segundo tempo, usando a velocidade e com a defesa palmeirense desguarnecida, o Guarani teve a chance de sacramentar a vitória em jogada que começou com Mirandinha pela esquerda .
Quando a bola chegou à área, o meia Kauã Jesus, livre de marcação, a chutou em cima do goleiro Carlos Miguel.
Foi quando Lucca não soube aproveitar o rebote e chutou a bola para fora.
FLACO LOPEZ EMPATOU
Como o Palmeiras não atingia o objetivo de empatar, titulares poupados como Piquerez, Allan e Marlon Freitas entraram no segundo tempo, visando maior sustentação à equipe.
Assim, aos 29 minutos, a finalização de Sosa parou no goleiro Caíque França.
Todavia, dois minutos depois, em jogada do ataque palmeirense pelo lado esquerdo, a bola cruzada foi ao encontro de Flaco Lopez que, livre de marcação, finalizou com sucesso e empatou a partida.
Depois disso, embora continuasse a pressão, o Palmeiras deixou de ameaçar a meta bugrina.
COPA DO BRASIL E SÉRIE C
Como a combinação de resultados de clubes na briga por vagas não favoreceu a família bugrina, o foco, a partir de agora, será mirado em competições nacionais.
No próximo dia 25, o Guarani volta a jogar, e agora pela Copa do Brasil, com o clube incluso na segunda fase da competição.
O jogo será no Pará, contra o Castanhal, com transmissão ao vivo pelo canal ESPN, com cota assegurada que gira em torno de R$ 830 mil a R$ 1,380 milhão.
Caso vença e permaneça na competição, a cota vai aumentando.
Pelo Campeonato Brasileiro da Série C, o Guarani vai estrear apenas no dia cinco de abril, ainda sem conhecimento do adversário e local do jogo.
Ora, se a equipe alternativa do Palmeiras é superior ao Guarani, não há motivos para o torcedor bugrino lamentar a derrota por w a w, na noite deste domingo, na Arena Barueri, e final de trajetória no Paulistão.
Como a combinação de resultados de clubes na briga por vagas não favoreceu a família bugrina, o foco, a partir de agora, volta-se às competições nacionais.
COPA DO BRASIL E SÉRIE C
No próximo dia 25, o Guarani volta a jogar, e agora pela Copa do Brasil, com o clube incluso na segunda fase da competição.
O jogo será no Pará, contra o Castanhal, com transmissão ao vivo pelo canal ESPN, com cota assegurada que gira em torno de R$ 830 mil a R$ 1,380 milhão.
Caso vença e permaneça na competição, a cota vai aumentando.
Pelo Campeonato Brasileiro da Série C, o Guarani vai estrear apenas no dia cinco de abril, ainda sem conhecimento do adversário e local do jogo.
Como se previa, a Ponte Preta deixou de arrecadar uma bolada contra o São Paulo
Evidente que eu não escolheria este jogo em que a Ponte Preta foi derrotada pelo São Paulo por w a w, no Estádio Moisés Lucarelli, como prioridade numa rodada derradeira da primeira fase do Paulistão, com jogos no mesmo horário, na noite deste domingo.
Estava esperando para conferir o público presente deste jogo para fazer uma estimativa sobre o quanto o clube deixou de arrecadar.
Cobrei aqui que dirigentes deveriam se mobilizar para priorizar acesso ao estádio de torcedores são-paulinos, além daqueles infiltrados com a determinação de torcida única, e do mandante, de acordo com o Ministério Público.
TOTAL LÍQUIDO PEQUENO
Na derrota para o Velo Clube, na segunda rodada da competição, o público pagante foi de 4.574 torcedores, proporcionando a renda de R$ 109.650.
Aí, calculando-se as despesas que atingiram 75.681,14, o total líquido à Ponte Preta foi de R$ 33.968,86.
Veio a partida diante do São Bernardo, com público um pouco menor, atingindo 3.682, com despesas de R$ 75.54268, sobrando para o clube apenas R$ 12.242,58.
Já na quinta rodada, registro para aquele empate por 2 a 2 com o Noroeste, no único ponto conquistado pela Ponte Preta na competição.
O público foi de 4.014 e as despesas do total arrecado atingiram R$ 74.47504.
Sabe quanto sobrou para o seu clube, caro pontepretano?
Apenas R$ 20.574,96.
O QUE SOBROU AGORA?
Considerando que o são-paulino estava motivado, visando a classificação de seu clube, e nada mais restava à Ponte Preta , por que nada foi feito para acesso maciço do torcedores adversários, o que resultaria em bom lucro?
Como nada foi feito, desta renda de R$ ww, faça as contas do quanto eventualmente teria sobrado à Ponte Preta.
Por força do hábito de assistir aleatoriamente partidas de futebol de diferentes competições estaduais, o foco na noite deste sábado foi conferir América Mineiro e North.
Antes não tivesse assistido.
Foi aquela arbitragem típica dos anos 60 e 70 do século passado, quando claramente havia interferência em jogos.
O jogo caminhava para o empate sem gols quando o North surpreendeu com o gol de cabeça de Yuri Merlin aos 49 minutos do segundo tempo, diante do pobre futebol do 'Coelho', do fraco treinador Alberto Valentim.
Aí, no minuto seguinte, em lance extremamente duvidoso, quando o zagueiro do North recuou o pé na disputa de bola, um jogador do Coelho, na jogada, cavou o pênalti.
Depois de três minutos de discussão, na cobrança de Val Soares, do América, o goleiro Yago praticou a defesa e, inacreditavelmente, o juizão mandou repetir a cobrança, justificando invasão de jogadores do North.
Ora, atletas do América igualmente invadiram, o que não justificaria a repetição da cobrança, agora convertida.
NORTH FICOU DESESTABILIZADO
Aquele lance desestabilizou emocionalmente a equipe do North que, na sequência, cometeu pênalti, no contato de Wellison em Paulo Victor, em lance outra vez convertido por Val Soares, aos 62 minutos.
BRUNO LOPES E SERGINHO
Cabe o pontepretano ser informado que o meia Serginho e atacante Bruno Lopes - emprestados ao North - tiveram atuações apagadíssima na partida, e ambos vão retornar a Campinas para a disputa da Série B do Brasileiro.
Saibam, também, que o lateral-direito Maguinho é reserva no América Mineiro.
E, ao entrar na segunda metade do segundo tempo, não acrescentou absolutamente nada, como de hábito.
Duro é saber que gente metida a ter discernimento de bola rolando pagou R$ 115 mil por mês ao atleta, quando da passagem dele pela Ponte Preta.
FOGUINHO
Quem anda a procura de um lateral-esquerdo com recursos na marcação, informe-se sobre Foguinho do North.
Foi o principal jogador de sua equipe no jogo deste sábado, o que recomenda mais informações, embora não tivesse mostrado identidade ofensivamente.
Como fica o restante da temporada para Guarani e Ponte Preta?
E você acha que para jogos complementares de Guarani e Ponte Preta, da primeira fase do Paulistão, eu vou perder tempo de discutir se treinador A ou B deve fazer assim ou assado, em busca de resultados positivos?
A Ponte Preta já foi para o 'purgatório' na semana passada, enquanto o que vier de satisfatório será lucro ao Guarani. A nossa linha de observação é exatamente o que reserva para ambos nas competições nacionais em que estão inseridos.
GUARANI NA COPA DO BRASIL
O Guarani voltou à Copa do Brasil, competição, agora, com aumento de clubes.
Dos 92 então participantes, a CBF procedeu o acréscimo para 126 agremiações.
Como o ingresso do Guarani se dará a partir da segunda fase, o seu jogo será no Pará, contra o Castanhol, que pode ocorrer entre os dias 25 e 26 próximos, ou entre dois e cinco de março.
Assim, a sua cota de participação, nesta fase, pode ser de R$ 830 mil a R$ 1,380 milhão.
Caso vença e permaneça na competição, a cota vai aumentando.
Já o Brasileiro da Série C terá início apenas no dia cinco de abril, estendendo-se até 25 de outubro àqueles que chegarem entre os oito classificados nos quadrangulares decisivos.
O portal Futebol Interior publicou informação que a CBF deve melhorar a cota dos clubes nesta competição, que no ano passado foi de R$ 1,55 milhão na primeira fase, chegando a R$ 1,9 milhão nos quadrangulares decisivos.
Os canais DAZN e Sporty Net continuam com as transmissões de jogos da Série C, enquanto a TV Bandeirantes negocia a continuidade das jornadas.
AGENDA DA PONTE PRETA
A CBF decidiu manter ajuda de custo de logística a todos os clubes integrantes do Brasileiro da Série B, mas colocou uma importante cláusula que isso vai vigorar apenas aos clubes que mantiverem pagamento de salários em dia.
Então, que os cartolas da Ponte Preta não vacilem e não coloquem em risco os custo de transportes, hospedagens, exames antidoping e taxas de arbitragens.
O valor das cotas financeiras dos integrantes atingem R$ 14,9 milhões, e a estreia dos pontepretanos se dará entre os dias 20 a 22 de março em Minas Gerais, contra o Athletic.
Pela Copa do Brasil, a CBF determinou que o campeão da Copa Verde (Paysandu), vice da Copa do Nordeste (Confiança) e campeões das séries C (Ponte Preta) e D (Barra-SC) ingressem na competição a partir da terceira fase, juntando-se aos 44 classificados da fase anterior.
Integrantes da terceira fase da Copa do Brasil - como a Ponte Preta - vão receber cotas que variam de R$ 950 a R$ 1.53 milhão.
Como fica a situação do Guarani se empatar com o Palmeiras?
Se Novorizontino, Palmeiras e Bragantino estão classificados à fase quartas-de-final do Paulistão, a projeção natural é que Corinthians e São Paulo sejam confirmados neste domingo.
O Corinthians deve subir para 14 pontos vencendo o São Bernardo, enquanto o São Paulo pode pular para 13, confirmando o seu favoritismo diante da Ponte Preta.
Nesta linha de raciocínio, três vagas ainda estariam abertas e vamos conjecturar.
Se a Portuguesa, com 12 pontos e quatro vitória, empatar com o Mirassol, atinge o objetivo.
VAGAS RESTANTES
Nesta natural projeção, a Portuguesa ainda continuaria no páreo mesmo com derrota, pela vantagem do número de vitórias.
Vagas restantes passariam a ser disputadas por Guarani, Botafogo, Capivariano e Santos.
Caso o Guarani vença o Palmeiras, a classificação é certa, pois subiria para 14 pontos.
E se ficar no empate?
Pularia para 12 pontos e hoje, matematicamente, seria superado por Novorizontino, Palmeiras, Bragantino e Portuguesa.
Também não seria alcançado por Mirassol e São Bernardo que somam oito pontos.
Aí, continuaria no páreo, mas dependendo de combinação de resultados.
TORCER CONTRA O SANTOS
Considere que no jogo em Ribeirão Preto, entre Botafogo e Capivariano, respectivamente com 11 e dez pontos, um vai 'matar o outro'.
Se o Guarani empatar e pular para 12 pontos, três vitórias e saldo negativo de um gol, empataria com o Santos na pontuação, caso ele vença o Velo Clube
Entretanto os santistas se prevaleceriam em saldo de gols.
PALMEIRAS PRESERVA TITULARES?
O Palmeiras está em paz com a vida após trazer a vitória por 3 a 1 diante do Inter, em Porto Alegre, na quinta-feira, e assumir a liderança do Brasileirão.
Assim, é natural a probabilidade de o seu treinador Abel Ferreira poupar titulares na noite de domingo contra o Guarani.
Será?
Antes de definir quem joga, Abel Ferreira analisa a conjuntura do Paulistão e avalia qual seria a suposta vantagem de seu clube terminar a fase na liderança.
Vencendo,, pularia para 18 pontos, teoricamente com possibilidade de suplantar o Novorizontino, que com 16 pontos vai a Bragança Paulista para enfrentar o Bragantino.
Sendo primeiro, o único risco do Palmeiras seria enfrentar o inconstante Santos.
Caso não ocupe a primeira colocação, o Palmeiras pode calhar de ter como adversário o São Paulo, na segunda fase da competição.
RESERVAS DO PALMEIRAS
Fiquemos no 'chutômetro' de que o Palmeiras vai colocar com time reserva, então isso pode beneficiar o Guarani?
O certo é que o bugrino vai arregalar os olhos e questionar: será que dá para vencê-lo, mesmo com jogo marcado para a Arena Barueri?
Bom, o time reserva do Palmeiras é superior comparativamente aos titulares do Guarani.
Lá estão jogadores como Marcelo Lomba, Bruno Fuch, Bruno Rodrigues, Luighi e Sosa.
No entanto, como futebol é jogado e lambari pescado, o jeito é aguardar.
Comentários
Postar um comentário