Bugrino que conferir o Goiás nesta quarta, de certo verá a sexta partida de Régis no ano
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Aplicado Guarani construiu a vitória em arremates de fora da área
Nesta vitória do Guarani sobre o Volta Redonda por 2 a 0, na noite deste domingo, em Campinas, destaque para a voluntariedade de seus jogadores.
Durante toda esta partida, válida pela segunda rodada da Série C do Brasileiro, o time bugrino não desistiu de uma jogada sequer.
E quando perdia a disputa, os seus atletas trataram de picotar o jogo com faltas.
Evidente que o Volta Redonda não foi nem sombra daquilo visto na estreia diante do Paysandu, quando apenas a sua peça ofensiva já havia mostrado inoperância, e isso foi repetido diante da equipe bugrina.
Todavia, o diferencial do Volta Redonda foram incontáveis erros de passes e descuido de perda de bola em lances capitais.
O principal deles por ocasião do primeiro gol bugrino, assim como aos 48 minutos do segundo tempo, quando bola perdida quase na entrada de sua área permitiu arremate de Mirandinha e bola no travessão.
COMPACTAÇÃO DA EQUIPE
De positivo no Guarani, acrescente a compactação da equipe - que implicou em recuperação de posse de bola perdida -, e fluxo consistente pelas beiradas do campo, com liberação dos laterais.
Entretanto, registro sobre o exagero de bolas cruzadas, quando se poderia tentar mais infiltrações por dentro.
No geral, além dos gols em arremates de fora da área, ocorreu a chance criada e desperdiçada pelo atacante Guilherme Parede, quando ficou cara cara com o goleiro Felipe Avelino e se enrolou todo na tentativa de finalização.
GOLS DE FORA DA ÁREA
Os gols que definiram a vitória bugrina ocorreram durante o segundo tempo.
Na finalização do atacante Hebert de fora da área, o goleiro Felipe Avelino, do Volta Redonda, chegou atrasado na bola, aos nove minutos, um lance originado em erro na saída de bola do goleiro, e desatenção de Dener na jogada, ao perder uma bola dominada.
Se estava claro que o Volta Redonda já não tinha mais forças para esboçar reação, o lateral-esquerdo Emerson, do Guarani, se encorajou para também finalizar de fora da área, com chute certeiro, no canto esquerdo, aos 17 minutos: 2 a 0.
PRIMEIRO TEMPO
Como se previa, o Guarani tomou iniciativa ofensiva logo o início da partida, com a disposição tática do Volta Redonda de se resguardar, imaginando a opção de contra-ataques.
Ocorre que os seus jogadores de frente foram nulos diante do aplicado esquema de marcação do Guarani .
A rigor, foi o período em que o Guarani só não saiu em vantagem porque o arremate de Hebert tinha endereço certo, com o goleiro Avelino já vendido no lance, mas o zagueiro Lucas Adell salvou em cima da risca fatal, aos 40 minutos.
Afora isso, ainda naquela fase, o meia João lançou Cachoeira nas costas do marcador, e no chute de canhota, a bola passou rente ao poste esquerdo da meta adversária.
Durante toda partida, o Volta Redonda não ameaçou a meta do goleiro bugrino Caíque França.
ACERTO NA ESCALAÇÃO
A vitória do Guarani mostrou acerto do treinador Élio Sizenando na escola por Herbert no lugar de Mirandinha, e o resultado serviu para dar a necessária confiança aos jogadores, na sequência da competição.
Erros de avaliação de Rodrigo Santana ficaram claros na derrota da Ponte Preta
Que chance a Ponte Preta desperdiçou para ao menos sair com empate diante do Vila Nova, na noite deste sábado, em Campinas.
Perdeu por 1 a 0 e enrola-se ainda mais na zona de rebaixamento desta Série B do Brasileiro.
Nada deu certo para que o objetivo de atingir o empate fosse alcançado.
Então vamos direto ao ponto, antes daquele enredo habitual sobre a partida.
Como pode o time contabilizar quatro chances reais de gols e todas desperdiçadas?
POTTKER DESPERDIÇA
O centroavante Pottker perdeu três delas durante o primeiro tempo.
Ao receber passe açucarado de Bryan Borges, ficou sozinho, na cara do gol, e conseguiu o impossível: penou a bola. Depois ganhou na corrida do marcador e, ao finalizar, praticamente recuou a bola ao goleiro Heitor Leite.
Por fim, após cruzamento do meia Élvis, ficou isolado, mas errou a cabeçada.
E no segundo tempo, Bryan Borges chutou a bola em cima do goleiro, em vez de apenas finalizar fora do alcance dele.
Como perguntar não ofende, essa boleirada procura atingir o aspecto refinado em treinos de finalizações?
ERROS DO TREINADOR EM ESCALAÇÃO
O treinador Rodrigo Santana, da Ponte Preta se deixa influenciar pelos nomes de jogadores, e não o momento em que atravessam para merecimento da camisa titular.
Foi citado aqui 'centas' vezes que a Ponte Preta já entra em campo com dez jogadores, considerando-se a falta de mobilidade do meia Élvis, para depois substitui-lo no transcorrer da partida.
Que partida o centroavante Pottker convenceu para merecer ser escalado?
Embora o garoto Miguel tenha desperdiçado uma chance, não seria o caso de merecer ocupar o lugar de Pottker?
Se o lateral-esquerdo Porfírio estava correspondendo na marcação, por que a volta de Kevyson à posição?
Ora se o time ganha em ofensividade com Kevyson, cabia ao treinador Rodrigo Santana ter a devida informação que o atacante de beirada Ryan, do Vila Nova, é o diferenciado no setor e, assim, requeria uma dobra de marcação pelo setor.
E ninguém pra chamar atenção de Kevyson que Ryan não poderia receber a bola livre de marcação.
Pois isso aconteceu aos 37 minutos do primeiro tempo, quando desvencilhou com facilidade do lateral pontepretano, driblou mais um marcador, e o seu chute de canhota, no canto direito, era defensavel, mas o goleiro Diogo Silva falhou.
Vejam que antes deste lance, Ryan havia repetido a jogada duas vezes. Numa delas exigiu defesa do goleiro pontepretano e na outra a bola cobriu o travessão.
Diante do exposto, não seria o caso de adotar 'dobra' de marcação no setor?
Cadê a visão do treinador para colocar isso em prática?
Esse foi o típico jogo que deu pra conferir claramente a inexperiência do treinador Rodrigo Santana.
Diante do exposto, seria o caso de avaliar a continuidade dele no comando do elenco pontepretano?
DIFERENÇAS EM CADA TEMPO
Foi um jogo com caras distintas em cada período.
Se durante o primeiro tempo o Vila Nova chegou a ter o controle do jogo e chegou ao gol, depois disso a sua estratégia foi administrar a vantagem se resguardar.
Assim, durante o segundo tempo a Ponte Preta passou a ficar com a bola, mas encontrou dificuldade de penetração sobre o sistema de marcação do adversário.
E quando conseguiu o gol, aos 47 minutos, a arbitragem o invalidou.
Após cruzamento do atacante Diego Tavares da direita, a bola tocou no braço do companheiro dele Luís Philipe, caído dentro da área, antes de chegar no lateral -esquerdo Kevyson, para a conclusão final.
Dia do Jornalista quase nem foi lembrado
Terça feira passada, sete de Abril, o narrador Rogério Aquiles, de Piracicaba, lembrou, via Facebook, tratar-se do Dia do Jornalista.
Minha resposta foi que nada teríamos a comemorar, devido à degradação da categoria.
Sim, sou do tempo que o jornalista não exercia o papel de tanta subserviência nas redações, e sim cumpria a sua atribuição de informar corretamente sobre os fatos, pelo menos no segmento esportivo
Hoje, por mais que a gente escancare a independência em relação aos clubes de Campinas, uns e outros ainda citam que visto a camisa de um deles.
De vez em quando aparece, neste espaço, um internauta bugrino com intenção de tumultuar, que se esconde com o pseudônimo Índio Velho
Ele faz acusações 'barata', ao citar que pego pesado com o Guarani e adoto complacência em relação à Ponte Preta.
Claro que é censurado. Primeiro pelas inverdades, depois porque se esconde no pseudônimo
BURACO FINANCEIRO DA PONTE PRETA
Ora, será que teve uma alma viva na mídia de Campinas que teve a obviedade para citar com clareza que, sem estratégia para tirar o clube do buraco financeiro, esses atuais dirigentes sequer deveriam ter participado do processo eleitoral no final do ano passado?
Reafirmo que, com a percepção sobre a falta de alternativas, a lógica seria conclamar a coletividade para que alguém se habilite na busca de solução desse crucial problema.
Se alguém da imprensa me acompanhou nesta colocação, apenas foi cumprido o dever de comunicador.
JOGADOR LESIONADO
Um repórter de rádio transmitiu com naturalidade desconhecer a situação de determinado jogador lesionado, ao citar que a assessoria de imprensa está impedida do repasse da citada informação.
Quero crer que tenha havido algum desencontro de alguém neste episódio.
Imaginem se eu, na condição de assessor, aceitaria essa posição ditatorial, mesmo como subordinado?
RÁDIO CENTRAL
Enquanto repórter, no nascedouro da Rádio Central de Campinas, na década de 80 do século passado, registro para um fato repugnante.
O então presidente da emissora, o saudoso Lauro Moraes, proibiu terminantemente a divulgação da disputa de pênaltis entre cartolas de Guarani e Ponte Preta, em dérbi no Estádio Brinco de Ouro.
E você acha que mais de 18 mil presentes no estádio e tantos outros fora dele ficariam sem a informação?
Fui, sim, insubordinado no cumprimento do dever de informar apenas o placar da disputa, mesmo que aquilo custasse a absurda demissão.
O então presidente do Guarani, Leonel Martins de Oliveira, queria controlar o meu noticiário, enquanto setorista do clube, e chegou a pedir a 'minha cabeça' ao então e saudoso diretor de redação do extintor jornal Diário do Povo, Romeu Santini.
Minha cabeça só não rolou devido à providencial defesa feita pelo editor das páginas esportivas, Élcio Paiola.
Se naquele tempo o jornalista não era tão cerceado nas informações, imaginem agora quando demissões aos montes foram vulgarizadas?
O 'velho' problema de atrasos de salários persistem na Ponte Preta
Estava preparando uma pauta sobre avaliação dos desempenho dos clubes da Série B do Brasileiro, dos jogos que assisti nestas três rodadas, mas o assunto salários atrasados do elenco pontepretano continua dominante.
No diálogo do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo com homens do primeiro escalão da Ponte Preta, havia sinalização para quitação de um mês dos atrasados nesta quarta-feira.
Aí, consulto o diretor do portal Futebol Interior, Élcio Paiola, e a informação foi de que tudo continua com Dantes, no Quartel de Abrantes.
Que coisa, hein gente!
Que soberba do presidente Luiz Antônio Alves Torrano e de seu vice Marco Eberlin, quando se habilitaram assumir o mandato executivo sem condições de contornar o citado problema.
Eles sabiam perfeitamente que seriam incapazes de contornar a situação e se aventuram.
CONSELHO DELIBERATIVO
Então, alô conselheiros da Ponte Preta: como os senhores têm a atribuição de defender o interesse do clube, aproveitem a reunião do órgão, programada à próxima segunda-feira, para cobrança de renúncia do presidente e vice.
Ambos sabiam da real situação financeira do clube, não tinham estratégia para contorná-la e prevaleceu a vaidade.
Aventuraram-se ao mandato e tudo continua nesta enrolação.
Se tivessem humildade e respeito ao torcedor, já teriam aberto discussão sobre o assunto, e conclamariam quem tenha a devida habilitação para encarar o desafio.
Aparecendo o interessado, eles poderiam 'jogar a toalha'.
REDUÇÃO DE CUSTO?
Torrano havia prometido reduzir custo de pessoal, mas onde poderia ter mexido, não mexeu.
Só João Brigatti já seria suficiente na coordenação do Departamento de Futebol.
Então, pra que Ricardo Koyama como adjunto?
A maioria nem sabia que havia um executivo de futebol que teria ajudado na montagem do elenco do ano passado, caso de Matheus Pinheiros, que resolveu se desligar dias atrás.
Nesta reunião do Conselho Deliberativo de segunda feira, os membros deveriam questionar salários absurdos a atletas na gestão Eberlin.
O lateral-direito Maguinho ganhava R$ 115 mil por mês.
Aí vem a pergunta: qual era o salário do atacante Bruno Lopes?
O atleta optou pela rescisão de contrato unilateralmente com a Ponte Preta e cobra R$ 2 milhões através da Justiça - entre salários atrasados desde junho do ano passado, 13º salário, FGTS e outras pendências.
Então, qual era o salário dele?
Cá pra nós: Bruno Lopes não tem bola para Eberlin concordar com salário fora da realidade.
A rigor, pelo que mostrou no clube North (MG), sequer deveria ter sido reintegrado ao elenco pontepretano.
Como o ex-treinador Marcelo Fernandes 'segurou o samba' e a Ponte Preta garantiu acesso na Série B do Brasileiro, muita coisa passou batida no clube.
Podem esperar um Volta Redonda competitivo contra o Guarani
A 'cara' deste Volta Redonda - adversário do Guarani na noite do próximo domingo - é de clube extremamente competitivo, e que não tem medo de atacar, na expectativa de fazer gols.
Claro que não dispõe de uma qualidade refinada no último terço do campo, mas que faz o vaivém boa parte da partida, não tenham a menos dúvida.
Isso foi visto na derrota por 1 a 0 diante do ajustado Paysandu, na noite de domingo, em seus domínios.
Embora o seu rápido atacante Fellipinho - que entrou no segundo tempo - nem sempre tenha dado continuidade nas jogadas, requer cuidados pela habilidade nos dribles, preferencialmente pelo lado direito.
No geral, ficou claro a aplicação dos jogadores do Volta Redonda, e a determinação nas disputas de bola.
JÚNIOR ROCHA
Treinadores como Júnior Rocha, do Paysandu, estudam em detalhes os adversários, exatamente para colocar o rendimento de de seus jogadores.
Ele teve a percepção de deficiências no lado direito defensivo do Volta Redonda e, durante o primeiro tempo daquele confronto, insistiu nas maioria das jogadas ofensivas por ali.
Embora boas jogadas tivessem sido construídas conforme o planejado, elas não resultaram em gol durante o primeiro tempo.
Todavia, o atendo treinador do Nova Redonda, William de Mattia, teve a percepção do risco e reforçou a marcação pelo setor, que deixou de ser vulnerável.
De certo o treinador bugrino Élio Sizenando também acompanhou essa derrota do Nova Redonda, e o jeito será conferir o modelo que pretende adotar na busca da primeira vitória bugrina na Série C do Brasileiro.
Preparação física da Ponte Preta tem sido inferior aos demais na Série B do Brasileiro
Quem acompanhou alguns jogos deste início da Série B do Brasileiro constatou muita correria e, consequentemente, maior mobilidade dos jogadores.
Isso contrasta com a preparação física da Ponte Preta, num nível inferior em relação aos clubes que observei.
E não convence o argumento que são atletas recém-chegados a Campinas, pois em quaisquer circunstâncias eles precisam se cuidar, visando o melhor condicionamento possível.
Foi uma aberração o volante uruguaio Saraiva, da Ponte Preta, perder a bola e permitir que o atacante Victor Andrade ganhasse a jogada na corrida com facilidade.
Aí, ele fez um esforço danado para conseguir fazer aquela falta para matar jogada, que provocou a expulsão.
PORFIRIO E LUIS PHILIPE
Também carece de explicação jogadores como o lateral-esquerdo Porfírio e o atacante Luís Philipe mostrarem desgastes físicos que resultassem em substituições, com perda de qualidade.
Não venham dizer que isso faz parte do processo de reconstrução do elenco pontepretano.
Isso carece de justificativa convincente.
Nos jogos contra Athletic, Ceará e Náutico ficou claro que o rendimento físico da Ponte Preta foi inferior aos adversários.
OUTROS JOGOS
Quem acompanhou a vitória do São Bernardo de virada, por 2 a 1,sobre o Botafogo, em Ribeirão Preto, assim como o disputadíssimo clássico em que o Vila Nova ganhou de virada do Atlético Goianiense por 2 a 1, constata que também a Ponte Preta tem corrido menos.
CASO ÉLVIS PRECISA SER AVALIADO
Ora, se claramente o meia Élvis não se ajuda no processo de emagrecimento, e a Série B é bem mais exigente do que Série C sobre postura física de atleta, por que essa insistência do treinador Rodrigo Santana em escalá-lo?
Contra o Athletic, ele o deixou de fora, mas sabe-se lá por qual motivo deu uma recuada, na sequência.
A rigor, a gratidão por aquilo que Élvis já contribuiu à Ponte Preta serve para emudecer torcedores e parcela da imprensa, como se não fosse assunto para debate.
Ora, se o atleta já não mostra forças para se desvencilhar de adversários, não tem a característica de tomar a bola de ninguém, convenhamos que esperar apenas eventuais lançamentos - coisa que sabe fazer - é muito pouco.
Apesar disso, no segundo tempo foi a Ponte Preta quem teve a primeira e única chance real para chegar ao gol.
Aos 11 minutos, o atacante Luís Philipe conseguiu se desvencilhar do goleiro Muriel, finalizou, mas Igor Fernandes salvou o gol em cima da linha fatal.
Depois disso só deu Náutico, tanto que o goleiro Diogo Silva praticou importante defesa em chute de Matheus Ribeiro.
Aí, quando começaram as trocas na equipe pontepretana, a situação piorou ainda mais.
PRIMEIRA EXPULSÃO
Aos 21 minutos, Saraiva perdeu a bola na altura do meio de campo e não teve força física para acompanhar a arrancada do atacante Victor Andrade.
Optou por matar a jogada com falta e, por se tratar do último homem da retaguarda, foi expulso.
VAR CORRIGE
Aos 25 minutos, o árbitro Paulo César Zanovelli marcou pênalti inexistente de Thalys em Dodô, porém recuou ao ser chamado pelo VAR para revisão do lance
Adiantou? Claro que não. Cinco minutos depois, no arremate de Ramon, do Náutico, a bola atingiu o braço do atacante pontepretano Bruno Lopes, que estava defendendo dentro da área.
O pênalti foi bem marcado e convertido na cobrança do atacante Vinícius.
JONATHAN CAFU EXPULSO
Aos 47 minutos, uma expulsão infantil provocada pela atacante pontepretano Jonathan Cafu.
Foi maldoso ao atingir o tornozelo de Victor Andrade por trás, ainda no campo ofensivo, em lance plenamente evitável.
Pela maldade e imprudência, o atleta deveria ser advertido rigorosamente pelo Departamento de Futebol de seu clube.
Pior é que no gramado não acrescentou absolutamente nada.
FLERTAR COM REBAIXAMENTO
A Ponte Preta continua dando mostras de flertar com a zona de rebaixamento desta Série B do Brasileiro.
Agora terá uma semana em busca de ajustes, já visando a quarta partida na competição, que será contra o Vila Nova no próximo sábado, a partir das 18h, em Campinas.
Guarani decepciona e arranca empate com o Maranhão nos instantes finais
O Guarani conseguiu se apequenar diante do Maranhão, e assim apenas conseguiu arrancar o empate por 1 a 1 nos instantes finais da partida, aos 51 minutos.
Esta estreia de ambos na Série C do Brasileiro ocorreu na tarde deste sábado, em São Luís (MA).
No citado lance, a bola cruzada pelo atacante Guilherme Parede bateu no braço de Tibúrcio, em pênalti inquestionável.
O próprio Parede se encarregou da cobrança e o goleiro Jean rebateu a bola no canto esquerdo, ocasião que o atacante Hebert acompanhou a sobra e marcou.
DEMORA PARA CRIAR CHANCE
Acredite, bugrino: até os 28 minutos do segundo tempo, o seu clube havia criado apenas uma real oportunidade.
Isso ocorreu quando Hebert cruzou da esquerda, a bola percorreu toda a extensão na pequena área, com a chegada de Cachoeira para finalizar e exigir defesa com grau de dificuldade do goleiro Jean.
CAÍQUE FRANÇA FALHA
O caldo engrossou dois minutos depois quando Rosivan, do Maranhão, cruzou da direita, e até o regularíssimo goleiro Caíque França falhou, ao rebater a bola nos pés de Luiz Gustavo, que acompanhava a jogada, e a empurrou pra rede.
Depois disso, o Guarani acordou.
Cachoeira, serviu o meia João Paulo, aos 36 minutos, mas no arremate a bola foi desviada por um adversário para escanteio.
Aos 41 minutos, em cobrança de escanteio, o zagueiro Rafael Donato resvalou de cabeça e exigiu defesa de Jean. Depois disso, apesar da pressão bugrina, registro apenas sobre o lance agudo do pênalti, que resultou no gol de empate.
PRIMEIRO TEMPO
Apesar do gramado do Estádio Castelão estar pesado, por causa da chuva até o início do jogo, o primeiro tempo do Guarani foi aquém do esperado.
Registro apenas para duas cabeçadas, com defesas normais do goleiro Jean.
Primeiro em cruzamento, com a bola tocada pelo zagueiro Rafael Donato.
Depois, aos 27 minutos, em cobrança de escanteio do lateral-esquerdo Émerson, conclusão do zagueiro Jonathan Costa.
O Maranhão só ameaçou em jogada individual e de contra-ataque do atacante Will, quando o goleiro Caíque França praticou defesa no canto direito, aos 38 minutos.
Logo em seguida, em cruzamento de Rodja, Felipe Cruz desviou, de calcanhar, e Caíque França, atento, defendeu novamente.
O Guarani teve mais posse de bola naquele período, porém sem capacidade para furar o bloco de marcação do clube maranhense.
GUARANI PRECISA MELHORAR
Numa clara amostragem que o Guarani ainda não está devidamente ajustado neste início da Série C do Brasileiro, desperdiçou a grande oportunidade de começar a competição com o pé direito.
MIRANDINHA JOGA MAL
Meias João Paulo e Isaque ficaram devendo. Mirandinha se enrolou com a bola. Cachoeira e Hebert, que entraram no segundo temo, foram melhores.
Agora, a segunda participação do Guarani, na presente competição, será no domingo da semana que vem, quando vai recepcionar o Volta Redonda, a partir das 18h30.
Que o Guarani saiba tirar proveito contra o Maranhão; Ponte Preta é uma incógnita
Quem acompanha o Blog do Ari já foi devidamente informado que o Maranhão A.C. não tem nada que inspire tanta preocupação ao estreante Guarani na Série C do Brasileiro.
Quem observar este jogo programado às 17h deste sábado, em São Luís (MA), vai constatar que, na hipótese de o Guarani estiver devidamente ajustado, não tem como decepcionar a sua torcida.
Quanto a Ponte Preta, a partir das 18h também deste sábado, vai enfrentar o Náutico que perdeu para o Criciúma por 1 a 0, na estreia da Série B do Brasileiro, jogando em Pernambuco.
Todavia, recuperou-se na rodada seguinte, fora de casa, ao alcançar a virada por 2 a 1 diante do Atlético Goianiense.
DEFESA INSTÁVEL DO MARANHÃO
Na derrota para o Fortaleza por 3 a 2, pela Copa do Nordeste, viu-se um Maranhão cuja defesa abusou de dar chutões, basicamente visando o rápido atacante de beirada Will, que alterna seguidamente os lados do campo.
Na ocasião, foi possível conferir uma defesa vulnerável dele, num claro convite para que o Guarani possa explorá-la, se tiver a devida competência.
Estaria o time bugrino preparado para tirar proveito? Eis a questão.
Para simplificar, esse Maranhão é pouca coisa melhor que o Castanhal.
EX-PONTEPRETANOS NO NÁUTICO
Esse Náutico, comandado pelo treinador Hélio dos Anjos, conta com ex-jogadores da Ponte Preta como os zagueiros Matheus Silva e Wanderson, este como reserva e expulso contra o Dragão, após aplicar um carrinho violento.
Lá também está o aplicado volante Luiz Felipe, mas cabe à equipe pontepretana cuidados com Vinícius, um atacante com 'cheiro de gol'.
ÉLVIS SERÁ ESCALADO?
Pelo que se informa por aí, o treinador Rodrigo Santana, da Ponte Preta, vai repetir a escalação do meia Élvis, apagado diante do Ceará pela falta de mobilidade.
Não se discute a capacidade técnica do jogador. O problema é que adversários da Série B são mais competitivos e exigem mais de quem está em campo.
Infelizmente, Élvis não se conscientizou que precisa emagrecer.
Que o treinador Rodrigo Santana faça reavaliação de seus erros na Ponte Preta
Ainda repercute a forma como a Ponte Preta cedeu empate com o Ceará por 1 a 1, na quarta-feira, em Campinas.
Sim, dirão que tanto o lateral-direito Thalys, como o atacante Luís Philipe, não tinham condições para permanecer no gramado. Ok.
Ora, o treinador Rodrigo Santana, que acompanha diariamente o rendimento de seus atletas, não teve a percepção que o rendimento de Justen tem sido aquém do esperado?
Numa situação com vantagem no placar da Ponte Preta, ele deveria avaliar que o recomendável seria se preocupar com os cuidados defensivos, e não querer atacar.
Não seria o caso de improvisação de um zagueiro na substituição de Thalys?
POR QUE BAIANINHO E BARCELOS?
Ora, se Baianinho errou quase todas as jogadas na partida contra o Athletic, qual a indicação para ser o substituto de Luís Philipe?
Não me consta que o lateral-esquerdo Porfírio tenha se lesionado.
Talvez podem argumentar a hipótese de desgaste físico para ser substituído.
Convenhamos que, com o domínio do jogo através do Ceará, naquele momento, nada recomendava a entrada de Danilo Barcelos, afastado dos gramados há dez meses.
Pela importância do jogo, e como o Ceará corria atrás do resultado, claro que não era jogo para Barcelos, totalmente fora de ritmo.
Essas substituições mostram claramente que ainda falta leitura de jogo adequada ao treinador Rodrigo Santana.
ESCALAÇÃO DE ÉLVIS
Ao optar pela escalação do meia Élvis na quarta-feira, Rodrigo Santana contrariou a sua posição no jogo de estreia na Série B, contra o Athletic, quando o deixou na reserva.
Claro que o condicionamento físico do atleta não seria modificado em tão pouco tempo.
Se Élvis não agrega na marcação, no meio de campo, a escalação dele passa a não ser recomendável.
Se tivesse uma razoável mobilidade para se aproximar da área adversária, causaria dúvida.
Agora, um toque na bola ali, e um 'três dedos lá já não impressionam.
E se o Ceará passou a ter o domínio do jogo a partir das metade de segundo tempo, não era o caso para a entrada em campo de um volante de contenção, do tipo Tarik?
Como fica o restante da temporada para Guarani e Ponte Preta?
E você acha que para jogos complementares de Guarani e Ponte Preta, da primeira fase do Paulistão, eu vou perder tempo de discutir se treinador A ou B deve fazer assim ou assado, em busca de resultados positivos?
A Ponte Preta já foi para o 'purgatório' na semana passada, enquanto o que vier de satisfatório será lucro ao Guarani. A nossa linha de observação é exatamente o que reserva para ambos nas competições nacionais em que estão inseridos.
GUARANI NA COPA DO BRASIL
O Guarani voltou à Copa do Brasil, competição, agora, com aumento de clubes.
Dos 92 então participantes, a CBF procedeu o acréscimo para 126 agremiações.
Como o ingresso do Guarani se dará a partir da segunda fase, o seu jogo será no Pará, contra o Castanhol, que pode ocorrer entre os dias 25 e 26 próximos, ou entre dois e cinco de março.
Assim, a sua cota de participação, nesta fase, pode ser de R$ 830 mil a R$ 1,380 milhão.
Caso vença e permaneça na competição, a cota vai aumentando.
Já o Brasileiro da Série C terá início apenas no dia cinco de abril, estendendo-se até 25 de outubro àqueles que chegarem entre os oito classificados nos quadrangulares decisivos.
O portal Futebol Interior publicou informação que a CBF deve melhorar a cota dos clubes nesta competição, que no ano passado foi de R$ 1,55 milhão na primeira fase, chegando a R$ 1,9 milhão nos quadrangulares decisivos.
Os canais DAZN e Sporty Net continuam com as transmissões de jogos da Série C, enquanto a TV Bandeirantes negocia a continuidade das jornadas.
AGENDA DA PONTE PRETA
A CBF decidiu manter ajuda de custo de logística a todos os clubes integrantes do Brasileiro da Série B, mas colocou uma importante cláusula que isso vai vigorar apenas aos clubes que mantiverem pagamento de salários em dia.
Então, que os cartolas da Ponte Preta não vacilem e não coloquem em risco os custo de transportes, hospedagens, exames antidoping e taxas de arbitragens.
O valor das cotas financeiras dos integrantes atingem R$ 14,9 milhões, e a estreia dos pontepretanos se dará entre os dias 20 a 22 de março em Minas Gerais, contra o Athletic.
Pela Copa do Brasil, a CBF determinou que o campeão da Copa Verde (Paysandu), vice da Copa do Nordeste (Confiança) e campeões das séries C (Ponte Preta) e D (Barra-SC) ingressem na competição a partir da terceira fase, juntando-se aos 44 classificados da fase anterior.
Integrantes da terceira fase da Copa do Brasil - como a Ponte Preta - vão receber cotas que variam de R$ 950 a R$ 1.53 milhão.
Como fica a situação do Guarani se empatar com o Palmeiras?
Se Novorizontino, Palmeiras e Bragantino estão classificados à fase quartas-de-final do Paulistão, a projeção natural é que Corinthians e São Paulo sejam confirmados neste domingo.
O Corinthians deve subir para 14 pontos vencendo o São Bernardo, enquanto o São Paulo pode pular para 13, confirmando o seu favoritismo diante da Ponte Preta.
Nesta linha de raciocínio, três vagas ainda estariam abertas e vamos conjecturar.
Se a Portuguesa, com 12 pontos e quatro vitória, empatar com o Mirassol, atinge o objetivo.
VAGAS RESTANTES
Nesta natural projeção, a Portuguesa ainda continuaria no páreo mesmo com derrota, pela vantagem do número de vitórias.
Vagas restantes passariam a ser disputadas por Guarani, Botafogo, Capivariano e Santos.
Caso o Guarani vença o Palmeiras, a classificação é certa, pois subiria para 14 pontos.
E se ficar no empate?
Pularia para 12 pontos e hoje, matematicamente, seria superado por Novorizontino, Palmeiras, Bragantino e Portuguesa.
Também não seria alcançado por Mirassol e São Bernardo que somam oito pontos.
Aí, continuaria no páreo, mas dependendo de combinação de resultados.
TORCER CONTRA O SANTOS
Considere que no jogo em Ribeirão Preto, entre Botafogo e Capivariano, respectivamente com 11 e dez pontos, um vai 'matar o outro'.
Se o Guarani empatar e pular para 12 pontos, três vitórias e saldo negativo de um gol, empataria com o Santos na pontuação, caso ele vença o Velo Clube
Entretanto os santistas se prevaleceriam em saldo de gols.
PALMEIRAS PRESERVA TITULARES?
O Palmeiras está em paz com a vida após trazer a vitória por 3 a 1 diante do Inter, em Porto Alegre, na quinta-feira, e assumir a liderança do Brasileirão.
Assim, é natural a probabilidade de o seu treinador Abel Ferreira poupar titulares na noite de domingo contra o Guarani.
Será?
Antes de definir quem joga, Abel Ferreira analisa a conjuntura do Paulistão e avalia qual seria a suposta vantagem de seu clube terminar a fase na liderança.
Vencendo,, pularia para 18 pontos, teoricamente com possibilidade de suplantar o Novorizontino, que com 16 pontos vai a Bragança Paulista para enfrentar o Bragantino.
Sendo primeiro, o único risco do Palmeiras seria enfrentar o inconstante Santos.
Caso não ocupe a primeira colocação, o Palmeiras pode calhar de ter como adversário o São Paulo, na segunda fase da competição.
RESERVAS DO PALMEIRAS
Fiquemos no 'chutômetro' de que o Palmeiras vai colocar com time reserva, então isso pode beneficiar o Guarani?
O certo é que o bugrino vai arregalar os olhos e questionar: será que dá para vencê-lo, mesmo com jogo marcado para a Arena Barueri?
Bom, o time reserva do Palmeiras é superior comparativamente aos titulares do Guarani.
Lá estão jogadores como Marcelo Lomba, Bruno Fuch, Bruno Rodrigues, Luighi e Sosa.
No entanto, como futebol é jogado e lambari pescado, o jeito é aguardar.
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